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terça-feira, 16 de outubro de 2012

PSDB precisa dar clareza à oposição ao PSB.


 


POSTADO EM 16 DE Outubro DE 2012


Ana Lúcia Andrade, do Jornal do Commercio

O PSDB com Daniel Coelho vibra com o tamanho que saiu das urnas. O PSDB sob o comando do deputado federal Sérgio Guerra cuida do projeto nacional do partido, que pode se cruzar com o do PSB de Eduardo Campos. Diante da encruzilhada, a legenda, refiro-me ao comando, terá de indicar com muita exatidão que postura de oposição adotará ao governo socialista no Recife. Até como forma de preservar seus vereadores, que são os que responderão pela linha de frente desse trabalho.

Da clareza tucana dependerá a dimensão que essa “nova” oposição pode ganhar. Manter a amplitude do grupo, envolvendo os partidos já engajados (PPS, PSOL e DEM), e quem sabe até ratear uma “aliança branca” com a ala petista que na eleição se colocou claramente contra o PSB, também resultam da postura dos tucanos.

Para além do PSDB, há quem entenda, no bloco oposicionista que se forma, que o tom da oposição dependerá também da maneira de agir do prefeito eleito do Recife, Geraldo Julio (PSB). Principalmente na relação com o Legislativo. É aguardada a interlocução que o socialista fará com a Câmara no debate dos grandes projetos estruturadores para a cidade, por exemplo. O prefeito eleito é quem dará o primeiro passo. A reação (ou não) virá depois.

Postado por Gabriela López

sábado, 13 de outubro de 2012

Em Manaus ,Eduardo Campos declara apoio a desafeto de Lula


 

 


POSTADO  EM 12 DE Outubro DE 2012


Em Manaus, no Amazonas, o candidato do PSB à prefeitura, Serafim Corrêa, foi derrotado no primeiro turno. Por lá, Eduardo Campos (PSB) vai apoiar o candidatu tucano, o atual prefeito Arthur Virgílio, em vez de apoiar a candidata de Lula, Vanessa Grazziotin (PCdoB). Mais um enfrentamento direto ao ex-presidente da República, que não se dá com Arthur Virgílio.

Eduardo Campos enfrenta grupo de Lula em disputa pela Prefeitura de Campinas

Durante o primeiro turno da disputa pela Prefeitura de Manaus, Serafim Correa (PSB) foi atacado duramente pela candidata Grazziotin, com ajuda de Lula, que mesmo não vindo ao Recife apoiar Humberto encontrou um tempo para passar em Manaus. Por isso, no encontro que teve com o partido em Brasília, na última quarta-feira (10), Eduardo Campos (PSB) foi pressionado a apoiar o candidato Arthur Virgílio.

Em Manaus, senadora do PCdoB declara apoio à candidatura de Humberto a Prefeito do Recife

O prefeito tucano, por sua vez, foi opositor ferrenho do PT na Câmara Federal e no Senado. Ele atuava em Brasília quando estourou o escândalo do Mensalão. Foi um dos mais duros contra Lula e os grandes nomes do PT.

Postado por Vinícius Sobreira

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Coordenação de Serra reage a comparação com Hitler .


A coordenação de campanha do candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, José Serra, reagiu na manhã de hoje (9) à publicação de um vídeo no site do candidato petista Fernando Haddad, que comparou Serra a Hitler, segundo o Estadão. O deputado Walter Feldman, coordenador da campanha tucana, classificou o episódio como "inaceitável", frisando o que chamou de "tendência totalitária" do PT: "Quem não pensa igual a eles (petistas) deve ser discriminado (na visão deles)", disparou Feldman.

Para o deputado, o fato de Serra e Haddad serem adversários não justifica esse tipo de insinuação. Feldman afirmou, inclusive, que essa postura não condiz com um candidato ao posto mais alto de uma metrópole "multiétnica" e "pluripartidária" como São Paulo. "Não há na história do mundo ninguém que possa ser comparado ao Hitler. Isso é baixar o nível a um patamar baixíssimo".

Apesar de a campanha de Haddad ter se manifestado contrária à publicação, retirando do ar o vídeo na manhã de hoje, Feldman afirmou que a tática de "voltar atrás" é típica do PT. "É uma prática que o PT tem adotado. Nunca sabe (o que acontece), nunca viu (os infratores). Tem que saber o que os assessores fazem, até porque eles assinam embaixo", criticou.

Escrito por Magno Martins.

domingo, 15 de julho de 2012

FHC ataca de novo : mensalão ,Paraguai ,economia .


Em entrevista, ex-presidente FHC alerta para o novo cenário da economia internacional, ironiza o que chama de Bolsa Empresa do BNDES, pede condenação aos réus do mensalão e critica decisão tomada pelo Brasil no caso paraguaio
DO PORTAL BRASIL247
Sempre polêmico, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso concedeu entrevista ao jornalista André Petry, correspondente da revista Veja em Nova York, em que falou sobre temas como Mercosul, mensalão e o novo quadro internacional, que, a seu, ver já não sopra mais a favor da economia brasileira. Leia alguns dos principais trechos:
Nova percepção externa sobre o Brasil:
“A mudança começou quando apareceram alguns sinais de que o Brasil talvez fosse se desviar do caminho anterior, com as intervenções tópicas do governo na economia. Depois, a balança comercial deixou de ser tão favorável. O sujeito que tem bilhões de dólares investidos no Brasil começa a ficar com receio. Mas a situação não é tão negativa quanto está sendo pintada.”
Sobre o estilo Dilma na economia
“O governo da presidente Dilma é mais voluntarioso no que diz respeito à sua relação com o mercado. É o comando do estado sobre o mercado, mas não é estatista. Tanto que acabou de fazer a concessão dos aeroportos. O que se percebe é que o DNA do governo atual é outro. O presidente Lula procurava disfarçar o seu DNA, se é que tinha. A presidente Dilma é mais conseqüente com aquilo em que acredita. E ela acredita mais na regulação.”
Os desafios para crescer
“O vento no mundo não sopra mais a nosso favor. Então, o desafio do governo da presidente Dilma é retomar algumas reformas e fazer o que o governo do presidente Lula não fez durante o bom momento do crescimento econômico, que é cuidar do investimento e da poupança. No vento a favor, Lula cuidou do consumo, não da produção, do investimento. A produtividade da nossa indústria perdeu em comparação com a de outros países. Mas não é a produtividade de dentro da fábrica. É de fora. São as estradas, o custo da energia, os aeroportos, o sistema tributário, a educação.”
Concentração de renda para cima
“A transferência de renda saudável é para baixo, mas também temos a transferência para cima. O BNDES pega dinheiro do Tesouro e empresta a empresas com juros subsidiados. Quem paga o subsídio. Nós, os contribuintes. Dá cerca de 20 bilhões de dólares. A Bolsa Empresa está forte no Brasil. O Brasil hoje é o país da Bolsa Família e da Bolsa Empresa, o que resultou na felicidade geral. Daí o apoio ao governo. Mas a classe média ficou de fora.”
O julgamento do mensalão
“Não sou juiz e não sei qual deve ser a sentença. O que sei é que, se houver algo a ser corrigido, e for, será um marco histórico. Até hoje, o povo sente que gente importante pode fazer o que quiser e não paga o preço. Uma absolvição, se for percebida como algo por baixo do pano, vai referendar isso. É um julgamento histórico porque uma sociedade se forma de símbolos.”
O afastamento do Paraguai do Mercosul
“Faltou diplomacia, mas não só brasileira. De todo mundo. Se eu pudesse ter interferido, aconselharia evitar o afastamento faltando dez meses para o fim do governo. A ação do Paraguai foi muito rápida, o que é politicamente inconveniente, mas não foi ilegal.”
A Venezuela no Mercosul
“Grave também foi a entrada da Venezuela no Mercosul na ausência do Paraguai. Sou a favor da Venezuela no Mercosul. Mas ela tinha que ter cumprido o requisito básico de adotar a tarifa externa comum.”
Escrito por Magno Martins.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Sérgio Guerra diz que PSDB vai lançar Aécio Neves candidato a presidente .


O presidente do diretório nacional do PSDB, deputado federal Sérgio Guerra (PE), admitiu ontem que o partido deve lançar o senador tucano Aécio Neves (MG) como candidato para a disputa presidencial de 2014. Sergio afirmou que a escolha será feita por meio de prévias 'mesmo que tenha só um candidato', mas adiantou que não há 'nenhuma força no PSDB hoje que faça oposição ao Aécio dentro do partido'. O tucano disse ainda que, nas próximas campanhas, o partido não vai cometer o 'maior dos erros' das últimas disputas, de não adotar a posição de 'assumir com clareza o governo de Fernando Henrique Cardoso e nosso legado', pois permitiu que as conquistas da legenda no Executivo fossem 'apropriadas em grande parte pelo partido que nos sucedeu'.
'A ideia foi jogar para baixo do tapete uma acidental, ocasional e conjuntural rejeição que tinha o governo Fernando Henrique e assumir uma postura de alguma forma nos desligar do governo que fizemos', disse.(O Estado de S.Paulo)
Escrito por Magno Martins .

domingo, 13 de maio de 2012

Para Serra o bom do governo Dilma é cópia de idéias dele .




Neste domingo, o jornal Estado de S. Paulo traz uma entrevista reveladora com o tucano José Serra, que lidera as pesquisas para a prefeitura de São Paulo, com 31% das intenções de voto, segundo o Ibope. O candidato do PSDB acredita que sua campanha em 2010, condicionou o comportamento do governo Dilma. “Muitas das coisas que o governo faz, sem dúvida, foram resultado da minha campanha”, disse ele. “Juros, infraestrutura, mesmo a questão da liberdade de imprensa”. Plagiado por Dilma? “Eu não acho que, na vida pública, cópia seja plágio. Cópia, se bem feita, de maneira honesta e não eleitoreira, é uma virtude.”
Serra não descartou totalmente a possibilidade de concorrer novamente à presidência em 2014. Ao ser perguntado sobre o que faria se houver um clamor para que ele seja candidato, Serra não fechou as portas, como fez em 2004, chegando até a assinar uma promessa em cartório de que permaneceria os quatro anos na prefeitura. “Eu não pensei nisso porque eu estou com o propósito de me eleger prefeito e governar quatro anos. Não creio que vá haver um clamor”, disse ele.(Informações do portal BR247)
Escrito por Magno Martins.

A briga velada na oposição .





Disse me disse nos bastidores entre pré-candidatos de oposição deixa claro que a falta de união não é exclusividade petista .





Se a briga à qual se submete o PT para definir seu candidato à Prefeitura do Recife não é só “pública e notória” como ganhou ares “oficiais” com a instalação do processo de prévia, do lado adversário o clima também não é de paz. A diferença, no entanto, é que a disputa entre os oposicionistas acontece nos bastidores. Na tentativa de fugir do isolamento – considerado “fatal”, por alguns –, cada um dos quatro pré-candidatos do grupo trabalha para atrair o apoio do outro, incomodando, inevitavelmente, o sonho majoritário do “colega”. A dois meses das convenções partidárias, todos já foram obrigados a reagir aos rumores de que suas respectivas candidaturas estariam “por um fio” e, sempre que isso aconteceu, abriu-se mais uma fratura na já fragilizada oposição. Sinal de que o “fogo-amigo” está longe de ser exclusividade da dinâmica petista.
A última “vítima” foi o deputado estadual Daniel Coelho (PSDB), curiosamente, um dos primeiros a anunciar de modo quase irrevogável seu ingresso na disputa. Na última semana, circulou a informação de que o partido poderia estar receoso quanto ao seu desempenho no pleito municipal e, por isso, estaria cogitando a hipótese de abrir mão da cabeça de chapa para aliar-se ao DEM ou ao chamado bloco dos alternativos, liderado pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB). Para complementar as negativas apressadamente dadas pelo próprio presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, Daniel divulgou um manifesto no qual descartava a possibilidade de sair do páreo e atribuía os rumores ao “desespero de forças conservadoras”.
Em sua resposta, havia a pista de que o mal-estar estava criado no seio da oposição. O prefeiturável soltou que as especulações partiam de outros “projetos” que não estavam tão “consolidados”. De quebra, fez um apelo para que cada um tentasse legitimar sua candidatura dentro do próprio campo, isto é, sem destruir a do outro. A frase do tucano resume a atmosfera de desconfiança que reina no grupo antigovernista e não foi a primeira vez que ela se manifestou.
Episódio semelhante aconteceu com o deputado federal Mendonça Filho (DEM), também pré-candidato à PCR. Em abril, o democrata reagiu ao que chamou “jogo de bastidor” que estaria sendo travado com o objetivo de “macular” suas pretensões majoritárias. Na ocasião, os comentários de que desistiria da disputa ganharam força logo após a confirmação de que o deputado federal Raul Henry (PMDB), até então reticente, entraria na briga. A coincidência entre o surgimento dos rumores e a diminuição das chances de conseguir o apoio do aliado terminou provocando um desentendimento entre Mendonça e Henry. Até hoje, dizem, não completamente sanado.
Henry, aliás, foi o único a não atribuir as informações de que ficaria fora da eleição ao “jogo de bastidor”. Talvez porque fosse ele mesmo a fonte desse tipo de comentário. Antes de março deste ano, o próprio alimentava dúvidas sobre sua participação no pleito, alegando que ainda estava tentando reunir as condições políticas e financeiras necessárias à campanha.
Já o seu xará, Raul Jungmann (PPS), não teve a mesma sorte. Foi um dos primeiros a ter sua pré-candidatura colocada em xeque. Na época, o pós-comunista reagiu, atribuindo o ceticismo – que, aliás, permanece firme nos bastidores – quanto ao seu ingresso na disputa ao fato de ser considerado o ente mais fraco do grupo. O motivo: não possui mandato. Mal sabia ele que o seu “tapete” seria apenas o primeiro a ser puxado.
Na ausência de uma liderança para apitar o jogo na oposição, todos tentam cacifar sem projeto e nenhum dos quatro, até agora, emitiu qualquer sinal de recuo. Resta saber se, ao término dessa disputa velada, ainda haverá espaço para alguém ceder em benefício do outro ou mesmo em nome de um objetivo maior: derrotar o PT.

Leia mais na edição deste domingo do Jornal do Commercio

DEM assegura apoio a Serra mesmo sem a vice



Deputado federal ACM Neto, no entanto, admitiu que uma aliança com os tucanos ainda precisa ser consolidada

Da Agência Estado

Com quadro reduzido após a formação do PSD e ainda tentando se recuperar dos abalos provocados pelos últimos escândalos envolvendo o senador Demóstenes Torres (ex-DEM, sem partido), o DEM assegura apoio a José Serra (PSDB) em São Paulo mesmo sem a garantia de ocupar a vice na chapa e uma aliança na disputa pela Prefeitura de Salvador.

O tom resignado foi dado nesta quinta (10) por líderes do partido em evento realizado na capital paulista. O próprio pré-candidato do DEM em Salvador, deputado federal ACM Neto, admitiu que uma aliança com os tucanos ainda precisa ser consolidada. “A primeira e mais importante conversa sobre alianças é com o PSDB e nossa perspectiva é fechar o entendimento semana que vem” disse.

Embora o apoio a Serra não esteja condicionado à indicação do candidato a vice, o presidente da executiva estadual do DEM em São Paulo, Jorge Tadeu Mudalen, torce para que o Superior Tribunal de Justiça (STJ) não conceda tempo de TV ao partido do prefeito Gilberto Kassab (PSD). “Sabemos que a decisão do vice está condicionada a isso. Se eles perderem, nós temos mais tempo de TV a oferecer e é natural que sejamos nós a compor a chapa”, avaliou. “Não abrimos mão (da indicação do vice), mas deixamos o Serra à vontade. Uma vez o tempo vindo para o DEM, nos fortalece nessa discussão.”

O DEM agrega 1 minuto e 41 segundos à cada inserção na TV e no rádio. O PSD espera conseguir pelo menos 2 minutos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

domingo, 22 de abril de 2012

Guerra ; PSDB ajudará a recuperar credibilidade da CPI .

SERGIO GUERRA - FOLHA DE S.PAULO
As CPIs desempenharam um importante papel no passado recente da história brasileira. Foi a partir das investigações promovidas por uma CPI, em junho de 1992, que o ex-presidente Fernando Collor acabou sofrendo o impeachment.
Um ano depois, coube ao Congresso Nacional instalar a CPI do Orçamento, que desbaratou um esquema de desvios do dinheiro público comandado por parlamentares e funcionários do Legislativo. Seis parlamentares foram cassados, oito absolvidos e quatro preferiram renunciar para fugir da punição e da inelegibilidade.
Enquanto esteve na oposição, o PT se mostrou implacável nas CPIs. Pelo menos até o governo Lula enfrentar sua primeira CPI, criada em maio de 2005 com o objetivo específico de investigar denúncias de corrupção nos Correios.
O estopim da crise que levou à instalação desta CPI foi a divulgação de uma fita de vídeo que mostrava o ex-funcionário da estatal Maurício Marinho aceitando propina de empresários.
Apesar de toda a precaução do governo Lula, que deixou a presidência da CPI nas mãos do senador petista Delcídio Amaral (MS) e a relatoria com o deputado peemedebista Osmar Serraglio (PR), o foco da investigação acabou sendo o esquema de pagamento mensal direcionado a parlamentares da base aliada em troca de votos no Congresso Nacional, que ficou mais conhecido com mensalão.
Isso só foi possível porque, a cada sessão da CPI dos Correios -transmitida ao vivo para todo o país-, a sociedade brasileira se mobilizava e pressionava o Legislativo, exigindo a continuidade das investigações.
De lá para cá, as CPIs perderam sua força. Isso porque, diante do estrago político promovido pela CPI dos Correios, o PT e seus aliados mudaram de estratégia.
Nos últimos sete anos, as poucas CPIs que a oposição conseguiu emplacar não produziram efeitos práticos, como a das ONGs e dos cartões corporativos, graças à obstrução patrocinada pelo governo petista.
O Congresso tem agora nas mãos uma oportunidade de resgatar a função democrática das CPIs, investigando um novo esquema de corrupção desvendado pela Polícia Federal e comandado pelo contraventor Carlos Cachoeira.
Na expectativa de tirar o foco da sociedade em relação ao julgamento do mensalão, previsto para acontecer ainda este semestre, o PT errou no cálculos ao imaginar que poderia confundir a opinião pública ao anunciar apoio à CPI do Cachoeira.
Em vídeo conclamando os movimentos populares a cobrarem a instalação da nova CPI, o presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão, imaginou que poderia atingir ainda a oposição. Em especial, o governador de Goiás, Marconi Perillo, que causou constrangimentos a Lula em 2005 ao declarar publicamente que o alertara para o mensalão.
Nada foi comprovado contra Perillo. A situação se complicou, de fato, para o governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz, e uma das principais empreiteiras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Construtora Delta.
Os indícios e provas de que Agnelo e a Delta mantinham uma estreita relação com Cachoeira evidenciam o arrependimento de setores do PT e do próprio governo na sua estratégia de desviar o foco do julgamento do mensalão.
Coerente com sua história de luta, o PSDB defenderá a apuração de todas as denúncias envolvendo Cachoeira e seus parceiros públicos e privados. Além disso, faremos o que estiver ao nosso alcance para recuperar a credibilidade de um importante instrumento da democracia brasileira, a CPI.
Escrito por Magno Martins.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Auorizado por Sérgio Guerra , vereador Diogo Cantarelli começa a levar a sério sua campanha à prefeitura de Caruaru.

Publicado em: 17-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Agreste, Blog




Devidamente autorizado pelo deputado Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, o vereador Diogo Cantarelli (PSDB) começou a se mexer para tentar viabilizar-se como candidato à prefeitura de Caruaru.

Segundo sua assessoria, o PTC e o PSL já fecharam com ele por meio dos seus presidentes municipais Johnny Edilson e Ranielson Pontes, respectivamente.

Cantarelli votou em Bruno Araújo (PSDB) para a Câmara Federal, de quem também recebeu apoio para disputar a prefeitura. Como “terceira via” na política local, o vereador tem sido insistentemente procurado pelos dois candidatos mais fortes: o prefeito José Queiroz (PDT) e a ex-deputada Miriam Lacerda (DEM).

A orientação dada pelo presidente Sérgio Guerra foi para que o partido lançasse candidato próprio na “capital do Agreste”. Ou, não sendo possível essa solução, buscasse aliança com a Frente Popular.

''Nossa candidatura é a que tem mais chance de crescer ''.


Rivânia Queiroz
O pré-candidato do PSDB à sucessão do Recife, deputado Daniel Coelho, avaliou que entre os postulantes da oposição, o seu nome é o que tem mais capacidade de crescimento nas pesquisas de opinião para as eleições de outubro. Mas isso só deve acontecer quando a campanha eleitoral de fato começar, conforme acredita o deputado.
O tucano ficou na quinta posição na pesquisa do Instituto Opinião, divulgado ontem pelo blog. Daniel recebeu 5,1% das intenções de votos dos recifenses. “Ainda é prematuro avaliar os índices, haja vista a campanha ainda não ter começado. O cenário ainda está muito indefinido, mas ele aponta positivamente para a nossa candidatura. Estamos numa boa posição, isso sem nunca termos disputado uma campanha majoritária”, considerou.
Daniel Coelho lembrou que todos os demais pré-candidatos do bloco oposicionista já disputaram cargos majoritários. “O próprio Raul Jungmann (do PPS) ficou para traz (veio logo em seguida, com 4,6%)”. Para o deputado, é preciso mais tempo para que fique claro para a população quem são os candidatos e quais as suas propostas.
“Quando as pessoas passarem a conhecer as propostas, quando tivermos espaço para o debate ficará mais fácil para crescer, aliás, quem mais tem chance de crescer somos nós. Os outros não têm por que já são conhecidos”, explicou o tucano.
Plenárias
O prefeiturável dá início hoje a uma série de plenárias na cidade, num total de sete, com o objetivo de debater os problemas de cada região recifense. Esse primeiro encontro acontece na Imbiribeira, às 19h, no Clube Gebrás, e vai reunir sociedade civil, simpatizantes, militantes e lideranças comunitárias. Fazem parte dessa plenária as seguintes regiões: Pina; Boa Viagem; Ipsep, Afogados e Imbiribeira.
Escrito por Rivânia Queiroz .

quinta-feira, 12 de abril de 2012

PSDB quer ressuscitar caso Waldomiro em CPI , diz líder .



Ele foi o responsável pelo primeiro escândalo de corrupção no governo Lula ao ser demitido do cargo de subchefe de Assuntos Parlamentares em 2004, após a descoberta de um vídeo em que aparece recebendo propina de Cachoeira


Publicado em 12/04/2012


Da AE


O líder do PSDB na Câmara, Bruno Araújo (PE), afirmou nesta quinta- feira (12) que a oposição pretende ressuscitar o caso Waldomiro Diniz na CPI mista prevista para ser instalada na próxima semana que vai investigar as relações do empresário do ramo de jogos ilegais Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, com políticos e empresas. Waldomiro foi o responsável pelo primeiro escândalo de corrupção no governo Lula ao ser demitido do cargo de subchefe de Assuntos Parlamentares em 2004, após ter vindo à tona um vídeo em que ele aparece recebendo propina de Cachoeira.

Questionado pela Agência Estado sobre se, passados oito anos do caso, ainda há o que investigar, o líder tucano respondeu: "Quem achava que Cachoeira ainda teria? Tudo começou com Cachoeira. Passados oito anos, nós estamos de volta com Cachoeira. Acho que vamos viver um remake, um vale a pena ver de novo de nomes que o Brasil já conhecia e vão voltar ao cenário."

Araújo disse que a mais recente versão do texto para criação da comissão parlamentar, apresentada pelo PT esta manhã, agradou a oposição e dá segurança a uma "investigação ampla e abrangente". "Nós temos elementos suficientes e autorização dentro desse texto para permitir uma investigação profunda", afirmou.

Contudo, o tucano não quis opinar sobre se a comissão poderia se transformar numa CPI do Fim do Mundo, uma alusão ao apelido que recebeu em 2005 a CPI dos Bingos do Senado, diante da diversidade de temas investigados. Aliás, foi a partir do escândalo Waldomiro que fez o Senado criar a comissão.

O líder do PSDB não acredita que a CPI do Cachoeira pode ser esvaziada por conta das eleições de outubro. "Eu acho que os fatos é que vão dar o tom da investigação", afirmou. Esta tarde, a oposição vai começar a discutir a forma de coleta de assinaturas de deputados e senadores para se criar a comissão parlamentar mista para investigar as relações de Cachoeira com políticos.

Na Câmara, as assinaturas já tinham sido coletadas para a criação de um CPI só daquela Casa. No entanto, por se tratar de uma CPI Mista, esse processo tem que ser recomeçado. Araújo espera apresentar até terça-feira que vem o pedido de instalação da CPI. Serão necessárias pelo menos 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores.

terça-feira, 27 de março de 2012

PSDB faz encontro com pré- Candidatos no Centro de Convenções .


POSTADO EM 26 DE Março DE 2012

Com as eleições ais próximas e o prazo para definição dos candidatos afunilando, o PSDB de Pernambuco realiza, às 19h desta terça-feira (26), no Centro de Convenções, em Olinda, um encontro com os pré-candidatos a prefeito e vereador do partido em todas as regiões do Estado. O presidente nacional, deputado federal Sérgio Guerra, falará das linhas gerais de uma agenda partidária para este ano, quando acontecem as eleições municipais, e da decisão do partido de realizar um recadastramento dos filiados este ano.

Os prefeitos do partido, candidatos à reeleição, e os pré-candidatos a prefeito na Região Metropolitana assinarão no encontro um documento-compromisso com o programa "Cidades Sustentáveis", criado pelo Instituto Brasil Meio Ambiente, da sociedade civil, e voltado para o estabelecimento de municípios economicamente viáveis, socialmente justos e ambientalmente corretos. Dirigentes do Instituto estarão no encontro para falar do programa e da importância da adesão do PSDB pernambucano ao mesmo.

Postado por Diogo Menezes |

domingo, 25 de março de 2012

Ao votar em prévias ,FHC compara governo Dilma a balcão .


Para o ex-presidente, Dilma tem dificuldade na montagem dos ministérios porque sua política está voltada a interesses de partidos

Ricardo Galhardo, iG São Paulo | 25/03/2012














O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comparou os ministérios do governo Dilma Rousseff a balcões. Segundo ele, as dificuldades enfrentadas por Dilma no Congresso existem porque a divisão dos cargos no governo não foi feita com base em um programa de governo mas para atender interesses políticos. As declarações foram feitas durante votação nas prévias do PSDB na capital paulista.


“A presidente Dilma está sentindo as dificuldades de uma montagem política que não está baseada nos interesses de um programa, mas nos interesses dos partidos e de balcões nos ministérios”, afirmou Fernando Henrique.



Foto: AE

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vota nas prévias do PSDB em São Paulo

O ex-presidente não soube responder se as mudanças feitas por Dilma nas lideranças do governo na Câmara e no Senado surtirão efeito positivo. “Não adianta trocar seis por meia dúzia”, disse ele, pouco antes de votar nas prévias que vão definir o candidato tucano à prefeitura de São Paulo.

Poder Online

Além disso Fernando Henrique advertiu Dilma sob o risco de mergulhar na campanha de Fernando Haddad (PT). “Se entrar de cabeça pode quebrar a cabeça. É melhor não entrar de cabeça, entrar andando e conversando. Eu quando fui presidente tive o cuidado de apenas manifestar o voto no candidato da minha cidade, em São Paulo”, disse..

De acordo com ele, as prévias em São Paulo são um marco para o PSDB no sentido de aumentar a democracia partidária ao contrário, segundo ele, do PT. Para Fernando Henrique, o partido adversário regrediu na democracia interna e é obrigado a se submeter às decisões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“No PT é tudo imposição. O Lula vai lá e manda: ‘vai ser a Dilma, vai ser o Haddad’. E foi. Deixou de funcionar democraticamente como no passado. O PSDB, ao contrário, está se aperfeiçoando para ser um partido mais aberto”, disse Fernando Henrique.

Voto em Serra

O ex-presidente declarou publicamente que votará em José Serra mas avaliou que o ex-governador não será um nome natural para a eleição presidencial de 2014 mesmo que vença a disputa paulistana. Fernando Henrique defendeu a realização de prévias para a escolha dos candidatos tucanos toda vez que houver mais de um nome colocado na disputa.


“Eu obviamente voto no Serra pelas nossas ligações históricas e pelas virtudes do Serra. Todos candidatos são preparados mas ele tem mais currículo”, disse o ex-presidente. “Sempre que houver mais de um candidato o PSDB deve fazer primárias”, completou.

Segundo Fernando Henrique, terminada a disputa interna todos os pré-candidatos devem garantir a unidade partidária.

“O mais importante destas prévias é que no final delas todo mundo esteja unido. Todos aceitaram as regras do jogo”, afirmou.