O presidente do diretório nacional do PSDB, deputado federal Sérgio
Guerra (PE), admitiu ontem que o partido deve lançar o senador tucano Aécio
Neves (MG) como candidato para a disputa presidencial de 2014. Sergio afirmou
que a escolha será feita por meio de prévias 'mesmo que tenha só um
candidato', mas adiantou que não há 'nenhuma força no PSDB hoje que faça
oposição ao Aécio dentro do partido'. O tucano disse ainda que, nas próximas
campanhas, o partido não vai cometer o 'maior dos erros' das últimas disputas,
de não adotar a posição de 'assumir com clareza o governo de Fernando
Henrique Cardoso e nosso legado', pois permitiu que as conquistas da legenda
no Executivo fossem 'apropriadas em grande parte pelo partido que nos
sucedeu'.
'A ideia foi jogar para baixo do tapete uma acidental, ocasional e
conjuntural rejeição que tinha o governo Fernando Henrique e assumir uma
postura de alguma forma nos desligar do governo que fizemos', disse.(O Estado
de S.Paulo)
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Escrito por Magno Martins .
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Sérgio Guerra diz que PSDB vai lançar Aécio Neves candidato a presidente .
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domingo, 22 de abril de 2012
Guerra ; PSDB ajudará a recuperar credibilidade da CPI .
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| SERGIO GUERRA - FOLHA DE S.PAULO Um ano depois, coube ao Congresso Nacional instalar a CPI do Orçamento, que desbaratou um esquema de desvios do dinheiro público comandado por parlamentares e funcionários do Legislativo. Seis parlamentares foram cassados, oito absolvidos e quatro preferiram renunciar para fugir da punição e da inelegibilidade. Enquanto esteve na oposição, o PT se mostrou implacável nas CPIs. Pelo menos até o governo Lula enfrentar sua primeira CPI, criada em maio de 2005 com o objetivo específico de investigar denúncias de corrupção nos Correios. O estopim da crise que levou à instalação desta CPI foi a divulgação de uma fita de vídeo que mostrava o ex-funcionário da estatal Maurício Marinho aceitando propina de empresários. Apesar de toda a precaução do governo Lula, que deixou a presidência da CPI nas mãos do senador petista Delcídio Amaral (MS) e a relatoria com o deputado peemedebista Osmar Serraglio (PR), o foco da investigação acabou sendo o esquema de pagamento mensal direcionado a parlamentares da base aliada em troca de votos no Congresso Nacional, que ficou mais conhecido com mensalão. Isso só foi possível porque, a cada sessão da CPI dos Correios -transmitida ao vivo para todo o país-, a sociedade brasileira se mobilizava e pressionava o Legislativo, exigindo a continuidade das investigações. De lá para cá, as CPIs perderam sua força. Isso porque, diante do estrago político promovido pela CPI dos Correios, o PT e seus aliados mudaram de estratégia. Nos últimos sete anos, as poucas CPIs que a oposição conseguiu emplacar não produziram efeitos práticos, como a das ONGs e dos cartões corporativos, graças à obstrução patrocinada pelo governo petista. O Congresso tem agora nas mãos uma oportunidade de resgatar a função democrática das CPIs, investigando um novo esquema de corrupção desvendado pela Polícia Federal e comandado pelo contraventor Carlos Cachoeira. Na expectativa de tirar o foco da sociedade em relação ao julgamento do mensalão, previsto para acontecer ainda este semestre, o PT errou no cálculos ao imaginar que poderia confundir a opinião pública ao anunciar apoio à CPI do Cachoeira. Em vídeo conclamando os movimentos populares a cobrarem a instalação da nova CPI, o presidente nacional do PT, deputado Rui Falcão, imaginou que poderia atingir ainda a oposição. Em especial, o governador de Goiás, Marconi Perillo, que causou constrangimentos a Lula em 2005 ao declarar publicamente que o alertara para o mensalão. Nada foi comprovado contra Perillo. A situação se complicou, de fato, para o governador do Distrito Federal, o petista Agnelo Queiroz, e uma das principais empreiteiras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Construtora Delta. Os indícios e provas de que Agnelo e a Delta mantinham uma estreita relação com Cachoeira evidenciam o arrependimento de setores do PT e do próprio governo na sua estratégia de desviar o foco do julgamento do mensalão. Coerente com sua história de luta, o PSDB defenderá a apuração de todas as denúncias envolvendo Cachoeira e seus parceiros públicos e privados. Além disso, faremos o que estiver ao nosso alcance para recuperar a credibilidade de um importante instrumento da democracia brasileira, a CPI. Escrito por Magno Martins. |
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terça-feira, 17 de abril de 2012
Auorizado por Sérgio Guerra , vereador Diogo Cantarelli começa a levar a sério sua campanha à prefeitura de Caruaru.
Devidamente autorizado pelo deputado Sérgio Guerra, presidente nacional do PSDB, o vereador Diogo Cantarelli (PSDB) começou a se mexer para tentar viabilizar-se como candidato à prefeitura de Caruaru.
Segundo sua assessoria, o PTC e o PSL já fecharam com ele por meio dos seus presidentes municipais Johnny Edilson e Ranielson Pontes, respectivamente.
Cantarelli votou em Bruno Araújo (PSDB) para a Câmara Federal, de quem também recebeu apoio para disputar a prefeitura. Como “terceira via” na política local, o vereador tem sido insistentemente procurado pelos dois candidatos mais fortes: o prefeito José Queiroz (PDT) e a ex-deputada Miriam Lacerda (DEM).
A orientação dada pelo presidente Sérgio Guerra foi para que o partido lançasse candidato próprio na “capital do Agreste”. Ou, não sendo possível essa solução, buscasse aliança com a Frente Popular.
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terça-feira, 20 de março de 2012
O PSDB de Sérgio Guerra está com um pé na Frente Popular .
O deputado e presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, está levando o seu partido, aos poucos, para fazer parte da Frente Popular. Pelas seguintes razões:
a) Sérgio Guerra está sem falar com o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) desde a campanha de 2010, logo não tem mais ambiente para estar com ele num mesmo campo político;
b) Os prefeitos do PSDB, à exceção de dois (Ozano Brito de Gravatá e Marcos Alexandre de Ibimirim), apoiaram a reeleição de Eduardo Campos;
c) Em represália, Raul Henry (PMDB), Mendonça Filho (DEM) e Raul Jungmann (PPS) resolveram isolar o PSDB na eleição para prefeito do Recife. O pré-candidato Daniel Coelho (PSDB) deixou de ser convidado para a reunião das oposições.
d) Em troca do apoio do PSB à reeleição do prefeito Elias Gomes (PSDB) em Jaboatão dos Guararapes, os tucanos vão sacrificar seus candidatos em Petrolina (Domingos Sávio), Olinda (Terezinha Nunes) e Caruaru (Diogo Cantarelli).
e) Isso faz parte do acordo que foi celebrado entre as duas legendas. O PSB dará aos tucanos a prefeitura de Jaboatão mas exige o apoio deles para manter Olinda (Renildo Calheiros) e Caruaru (José Queiroz) e conquistar Petrolina (com Fernando Bezerra Filho).
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domingo, 4 de março de 2012
Guerra detona Tony Gel e pode apoiar reeleição de Queiroz.
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| "Não sou obrigado a votar no Tony. Do ponto de vista público ele não me deve nada e eu não devo nada a ele. Agradeço a ajuda que ele já me deu, mas nem eu nem o PSDB temos nenhuma obrigação, nenhum dever com Tony. Se eu tivesse teria com João Lyra, que é meu amigo. Fernando Lyra quando deixou de ser deputado federal pediu para todos os seus amigos votarem em mim", afirmou. Sérgio Guerra disse, ainda, que, apesar das discordâncias votou em Miriam Lacerda para vice-governadora. "Ela foi uma boa candidata. A melhor que Jarbas tinha", destacou. O líder tucano evitou polemizar com o vereador Demóstenes Veras, que em entrevista anterior disse que ele não tinha palavra. "Não sei o que ele anda fazendo. Eu sugiro a ele que me esqueça, que não faz falta nenhuma", afirmou. Sobre Diogo Cantarelli, pré-candidato do PSDB, Sérgio disse que não estava oferecendo apoio nem a ele, nem a ninguém. "Ele tem mais aproximação com Bruno Araújo", disse. As informações são do blog do Vanguarda. Escrito por Magno Martins. |
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domingo, 26 de fevereiro de 2012
Sérgio Guerra empolgado com a pré candidatura de Daniel Coelho .
Líder tucano reafirma que chegou o momento de o PSDB ter candidato na capital e avalia que Daniel será o "fato novo" da eleição
Publicado em 25/02/2012,
Rafael Guerra
"Daniel Coelho é o fato novo dessa eleição”. Com esta afirmação, o deputado federal e presidente nacional do PSDB Sérgio Guerra defende e praticamente garante a candidatura do deputado estadual Daniel Coelho (PSDB) à Prefeitura do Recife. Coelho é um dos quatro pré-candidatos da oposição, que ainda conta com Mendonça Filho (DEM), Raul Henry (PMDB) e Raul Jungmann (PPS) na lista dos que pretendem substituir o prefeito João da Costa (PT) em 2013.
Sérgio Guerra acredita que, assim como os outros partidos que não estão na base do governo, o PSDB tem o direito de lançar candidato próprio. “Mesmo sem nunca ter disputado uma eleição majoritária, pesquisas apontam que Daniel tem boas intenções de votos. Ele representa a novidade, reúne as condições necessárias e está capacitado quantitativa e qualitativamente para a disputa”, afirmou o presidente.
O PSDB já apoiou o DEM e o PMDB em outras campanhas no Recife, por isso Sérgio Guerra acredita que chegou o momento desses partidos apoiarem o nome tucano para a disputa. “O ideal é que Daniel Coelho seja o candidato único da oposição”, assegurou Guerra, sem descartar, no entanto, a possibilidade de mais de uma candidatura no campo oposicionista.
Para Guerra, ainda não é possível definir um prazo para que a oposição aponte o caminho que vai seguir. “Não sei como estão pensando os outros partidos. O importante seria apresentar nossa estratégia depois que a base do governo defina sua posição”, explicou Sérgio Guerra.
Com relação às articulações na Frente Popular, que ainda não decidiu se João da Costa vai tentar a reeleição e que tem no senador Armando Monteiro Neto (PTB) um ferrenho defensor da tese de múltiplas candidaturas, Guerra também teceu suas considerações.
“Não anulo a possibilidade de múltiplas candidaturas na Frente Popular, mas acredito que a decisão será entre os nomes do próprio PT. Os candidatos possíveis são João da Costa, Humberto Costa ou João Paulo”, apostou o deputado Sérgio Guerra, que concedeu nesta sexta (24) entrevista à Rádio Folha e também conversou por telefone com o JC.
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domingo, 30 de outubro de 2011
Roberto Freire e Sérgio Guerra manifestam solidariedade ao Ex. presidente Lula.
Os deputados Roberto Freire e Sérgio Guerra, presidentes, respectivamente, do PPS e do PSDB, manifestaram solidariedade ao ex-presidente Lula devido ao seu estado de saúde.
Em nota oficial divulgada em nome do seu partido, Freire, ácido crítico do ex-presidente e de seus dois governos, afirma que “nós desejamos sucesso em seu tratamento e sua pronta recuperação. Ele agiu corretamente ao não esconder a sua doença. Tal atitude é rara de ser vista em homens públicos”.
Já o presidente do PSDB, Sérgio Guerra, igualmente crítico do ex-presidente, declarou: “Nós ficamos preocupados, como todos os brasileiros. Desejamos que a sua recuperação seja rápida e bem sucedida. O ex-presidente Lula ainda tem muito a contribuir para o debate político nacional”.
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