Mostrando postagens com marcador Frente Popular. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Frente Popular. Mostrar todas as postagens

domingo, 15 de julho de 2012

Eleitor não separa PT e Frente Popular .



Dos entrevistados que conhecem a coligação, 18% apontam o PT como maior liderança. Entre os 37% que dizem saber quem é o candidato do grupo, 71% citam Humberto


Publicado pelo jc.


Sérgio Montenegro


As brigas internas no PT que retardaram o processo de definição de candidaturas, contribuindo para o racha da Frente Popular, provocaram uma confusão na cabeça do eleitor recifense. A pesquisa JC/IPMN aferiu a percepção dos entrevistados sobre o cenário da disputa pela prefeitura e constatou que, embora os petistas tenham deixado o bloco de partidos liderado pelo governador Eduardo Campos (PSB), parte do eleitorado ainda não assimilou essa separação. Quando questionados se já ouviram falar na Frente Popular – que dá sustentação à candidatura de Geraldo Julio (PSB) –, apenas 43% dos entrevistados responderam afirmativamente, contra 57% que desconhecem o bloco partidário. Dos que disseram conhecer a frente, porém, 18% apontaram o PT como sua principal liderança, seguida de Eduardo Campos, com 13%, Humberto Costa (4%), Lula (4%), João Paulo (2,6%) e o PSB (1,5%).

Os entrevistados também foram indagados se saberiam quem é o candidato a prefeito apoiado pela Frente Popular. Apenas 37% disseram sim, contra 57% que admitiram desconhecer. No entanto, dos 37% que responderam afirmativamente, 71% apontaram o nome de Humberto Costa, dando nova demonstração da dificuldade de separar o PT da aliança comandada pelo governador. Geraldo Julio, o real candidato da Frente Popular, obteve apenas 23,7% das citações, e o prefeito João da Costa (PT), 3%. Até o próprio Eduardo chegou a ser apontado por 1,2% dos entrevistados.

“O percentual de intenções de voto obtido por Humberto nesta pesquisa pode estar ligeiramente contaminado por esse desconhecimento do eleitor sobre o racha na Frente Popular. Boa parte ainda lembra do petista como o candidato a senador apoiado por Eduardo Campos em 2010”, analisa o consultor Maurício Romão, um dos coordenadores do levantamento.

Geraldo Julio, porém, foi bem contemplado quando se perguntou ao eleitor se saberia quem é o candidato apoiado pelo governador. Embora 69% tenham admitido desconhecimento, 27% que disseram estar cientes. E destes, o concorrente socialista recebeu 78,4% das citações. Já Humberto foi citado por 17,7%. Da mesma forma, quando questionados sobre quem seria o candidato apoiado pelo ex-presidente Lula (PT), 60% não souberam nominar. Da fatia de 38% que responderam afirmativamente, 93,5% citaram o nome de Humberto. O prefeito João da Costa teve 2,5% das citações, Eduardo Campos 1,5% e João Paulo 1%.

terça-feira, 20 de março de 2012

O PSDB de Sérgio Guerra está com um pé na Frente Popular .

Publicado em: 18-03-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco




O deputado e presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, está levando o seu partido, aos poucos, para fazer parte da Frente Popular. Pelas seguintes razões:

a) Sérgio Guerra está sem falar com o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) desde a campanha de 2010, logo não tem mais ambiente para estar com ele num mesmo campo político;

b) Os prefeitos do PSDB, à exceção de dois (Ozano Brito de Gravatá e Marcos Alexandre de Ibimirim), apoiaram a reeleição de Eduardo Campos;

c) Em represália, Raul Henry (PMDB), Mendonça Filho (DEM) e Raul Jungmann (PPS) resolveram isolar o PSDB na eleição para prefeito do Recife. O pré-candidato Daniel Coelho (PSDB) deixou de ser convidado para a reunião das oposições.

d) Em troca do apoio do PSB à reeleição do prefeito Elias Gomes (PSDB) em Jaboatão dos Guararapes, os tucanos vão sacrificar seus candidatos em Petrolina (Domingos Sávio), Olinda (Terezinha Nunes) e Caruaru (Diogo Cantarelli).

e) Isso faz parte do acordo que foi celebrado entre as duas legendas. O PSB dará aos tucanos a prefeitura de Jaboatão mas exige o apoio deles para manter Olinda (Renildo Calheiros) e Caruaru (José Queiroz) e conquistar Petrolina (com Fernando Bezerra Filho).

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Silvio Costa também defende ''candidato alternativo '' dentro da Frente Popular.

Publicado em: 27-02-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Recife




O deputado Sílvio Costa (PTB) declarou hoje no Recife que está totalmente de acordo com a tese defendida pelo senador Armando Monteiro (PTB) de que a Frente Popular precisa de um “candidato alternativo” para disputar a prefeitura do Recife.

Segundo ele, além da “fadiga de material” representada pelo PT, que governa o Recife desde 2001, há uma forte rejeição ao nome do prefeito João da Costa, sobretudo por parte da classe média.

O deputado está convicto de que a articulação que o senador vem fazendo para encontrar esse segundo nome será exitosa porque todos os partidos políticos com os quais ele conversou estão de acordo com esse pensamento.

Ele disse também que o “candidato ideal” para ganhar a eleição era o ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB), mas acha pouco provável que ele aceite.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Articulação do Senador Armando monteiro continuam restritas à Frente Popular.

Publicado em: 09-02-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco

Dando seguimento às suas conversas no sentido de construir uma “candidatura não petista”, mas dentro da Frente Popular, à prefeitura do Recife, o senador Armando Monteiro (PTB) conversou ontem em Brasília com o deputado Vilalba de Jesus (PRB), representante da Igreja Universal na Câmara Federal.
O senador já teve oportunidade de dizer que não está criando um novo GI (Grupo Independente) semelhante ao que criou, como dissidência, com cinco deputados federais, no governo Jarbas Vasconcelos. Suas articulações estão restritas aos partidos da Frente Popular.
Ele esteve anteriormente com os dirigentes do PDT (José Queiroz), PSC (Cabo), PCdoB (Luciano Siqueira), PV (Carlos Augusto Costa), PP (Eduardo da Fonte), PSD (André de Paula) e PRB (Vilalba de Jesus).

Deputado Federal Eduardo da Fonte começa a cair fora da Frente Popular .

Publicado em: 09-02-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco

Ao pedir uma audiência, ontem, ao senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), em Brasília, para tratar da eleição do Recife, o deputado Eduardo da Fonte (PP) sinalizou concretamente que está caindo fora da Frente Popular.
Ele sempre se comportou com independência em relação ao Governo do Estado e mantém uma distância regulamentar do governador Eduardo Campos desde o primeiro ano de mandato deste, em 2007.
Costuma dizer que não precisou do governador para eleger-se em 2006 e tampouco para reeleger-se em 2010, daí ter procurado o senador para conversar sobre o Recife.
“Quem procurou Jarbas fui eu porque pretendo conversar com todas as pessoas que possam apontar uma alternativa para o Recife”, disse o deputado.
O projeto do senador já está mais ou menos concebido: ela defende que o PMDB, o DEM, o PPS e o PMN lancem um candidato a prefeito do Recife. O outro (Daniel Coelho) seria lançado pelo PSDB.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Luz amarela acende na Frente Popular.

Luz amarela acende na Frente Popular
Líderes de partidos governistas, como o PTB e o PSB, demonstram preocupação com rejeição alta do prefeito João da Costa (PT)
Publicado em 23/01/2012,
O somatório dos percentuais obtidos na pesquisa sobre a sucessão no Recife acendeu a luz amarela na Frente Popular, grupo de partidos que controla hoje a política pernambucana. Pelo menos é essa a avaliação feita por dois importantes partidos da aliança governista: o PTB e o PSB.
Instado a comentar os resultados da pesquisa, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) alertou neste domingo (22) para a necessidade de se avançar no debate sobre múltiplas candidaturas dos partidos aliados, modelo que defende. Para o líder trabalhista, depois do levantamento do IPMN, publicado na edição domingueira do JC, o momento é de reflexão, especialmente para o PT, partido do prefeito João da Costa.
 “A tese que eu venho defendendo está correta do ponto de vista da Frente. Se somarmos os candidatos de oposição, eles representam quase duas vezes o percentual do prefeito. A oposição teria somada 36% (dos votos), contra apenas 19% do prefeito. Se nós não tivermos essa estratégia de outras candidaturas, a gente tem um risco de não poder levar a eleição para o segundo turno”, avaliou Monteiro Neto, que negou na semana passada um pedido de apoio feito pessoalmente por João da Costa.
O resultado obtido pelo deputado federal e ex-prefeito do Recife João Paulo, que apareceu na pesquisa como o principal opositor de João da Costa, levou o senador a alertar os petistas. “Claro que a pesquisa é uma fotografia do momento, mas nos coloca um sinal amarelo, para que as lideranças da Frente reflitam sobre essa disputa. Mostra ainda uma fratura exposta do PT, que é essa desavença entre os dois Joões”, ressalta o senador.
Já Sileno Guedes, presidente do principal partido da Frente Popular, o PSB, avalia que a pesquisa reforça a tese de que apenas unida, a Frente poderá manter-se no comando da capital pernambucana. Apesar de acreditar que os números ainda se mostram positivos para os governistas, ele ressalva a necessidade de união dos partidos. “A responsabilidade da Frente Popular agora é estar unida porque está claro que a população está aprovando esse projeto que estamos defendendo”, afirmou.
Jornal do Commercio

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Aramando Monteiro sobre Frente Popular : Quando não for possível compor ,vamos para a disputa .

POSTADO EM 12 DE Dezembro DE 2011
Em entrevista ao programa CBN Total, com Aldo Vilela, na rádio JC/CBN, o senador Armando Monteiro observou que, independente de disputas em alguns municípios, a Frente Popular de Pernambuco sairá ainda mais forte das urnas em 2012.

Armando reconhece que os partidos poderão enfrentar conflitos de interesse, mas argumenta que é preciso ter competência para encaminhar a disputa com serenidade e a compreensão de que os projetos partidários não podem sobrepor-se aos interesses da Frente. “Quando não for possível compor, se não houver mesmo possibilidade, vamos para a disputa, e o povo então vai decidir”, afirma.

Na entrevista, Armando fala dos planos do PTB e reforça que o seu compromisso como Senador é trabalhar por todos os municípios do Estado, independente de serem administrados por prefeitos de oposição ou governo.  “Como senador da República, que é a responsabilidade que tenho hoje, eu me relaciono com prefeitos de todas as legendas”.

Leia abaixo os principais trechos da entrevista:

PTB no Recife e Região Metropolitana

Armando Monteiro – “O PTB pretende disputar em vários municípios, inclusive aqui na Região Metropolitana, em Igarassu, Itamaracá, Abreu e Lima, Jaboatão, existem vários companheiros que estão se colocando na disputa. Porque não no Recife? Agora, precisa ser algo que brote espontaneamente. Nós não estamos querendo criar candidaturas artificiais. Onde houver um companheiro que reúna condições, que tenha algum tipo de perspectiva, eu acho que o partido tem que estimular estas candidaturas. Não há propriamente uma estratégia para a Região Metropolitana. Se existem quadros que podem se colocar, muito bem. Mas nós não estamos com isto afastando a possibilidade de adiante buscar um entendimento na própria Frente. Nós podemos ainda buscar este entendimento, mas temos que nos prepararmos para a hipótese que está hoje colocada, que é a de múltiplas candidaturas. Não podemos ficar à mercê de uma única candidatura da Frente, quando constatamos que esta única candidatura talvez não represente a alternativa ideal”.

“Vamos fazer um número expressivo de prefeituras”

Armando Monteiro – “A primeira constatação é que a Frente que nós integramos vai ter um desempenho muito positivo. Porque no interior os dois partidos que tinham mais presença eram o PSB e o PTB. Tanto em número de prefeituras, quanto em número de vereadores eleitos, como também em votos que foram dados às legendas. O que eu percebo é que estes dois partidos vão continuar a ter uma presença expressiva, é possível até que o PSB cresça ainda mais, e outros partidos da Frente vão crescer também. É possível que existam conflitos de interesse, mas nós temos que ter a competência de encaminhar isto da melhor forma possível. Tendo serenidade, tendo a visão de que o interesse partidário não pode sobrepor-se ao interesse da Frente e esperando que também, do mesmo modo, os companheiros que estão vinculados a outras legendas tenham a mesma compreensão. Quando não for possível compor, se não houver mesmo possibilidade, vamos para a disputa, e o povo então vai decidir. O PTB tem pré-candidaturas em 80 municípios. Evidentemente eu não posso fazer prognósticos, mas eu diria que com 80 candidaturas o PTB tem condições de manter um número expressivo de prefeituras”.

2012 e 2014: “É preciso compromisso com um projeto”

Armando Monteiro – “Eu não acho que seja próprio discutir isto agora. Eu não sou mestre na arte de esconder o pensamento e por isto nunca neguei que tenho – como qualquer homem público que tem uma trajetória – a aspiração de que, se pudesse, governar o meu Estado. Eu acho que isto é legítimo. Agora, uma candidatura ao governo passa por um longo percurso. Você precisa não apenas ter um partido que possa dar suporte a esta candidatura, mas ninguém faz uma eleição com um partido. Você precisa formar uma frente partidária, esta candidatura precisa corresponder claramente a uma expectativa, é preciso que você tenha compromisso com um projeto, com uma proposta, para que não seja uma postulação pessoal ou partidária. Se a idéia é de que a candidatura é algo que decorre apenas da vontade do candidato ou da vontade de um partido, isto não se justifica do ponto de vista político. Uma candidatura precisa representar, numa determinada circunstância, uma alternativa para a viabilização de um projeto. Isto é o mais importante”.

“Vou continuar caminhando”
Armando Monteiro – “Eu vou continuar a fazer o que eu sempre fiz, que é o de caminhar, construir, poder fazer um relacionamento também com outros partidos, porque eu tenho o compromisso de olhar e de servir a Pernambuco. Como senador da República, que é a responsabilidade que tenho hoje, eu me relaciono com prefeitos de todas as legendas. Ajudo e procuro trabalhar em favor de todos os municípios de Pernambuco, até mesmo de prefeitos que são da oposição, porque esta é a nossa obrigação. Agora, o projeto partidário do PTB vai seguir adiante também. O PTB vai tentar crescer, esta é a lógica partidária. Tudo passa por 2012. É um momento importante. Agora, eu quero dizer o seguinte, uma candidatura majoritária se vincula mais a uma corrente de opinião, e à compreensão das razões da candidatura do que propriamente o número de prefeitos ou o número de apoios. Não há relação direta entre número de prefeitos e eleição majoritária. Uma coisa necessariamente não tem a ver com a outra. O importante é que aquela candidatura seja justificada do ponto de vista de um projeto e não que ela corresponda apenas à vontade de uma legenda ou de um candidato”.
Postado por Daniel Guedes

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Deputado Eduardo da Fonte adimite reunificação da Frente Popular , desde que o candidato não seja João da Costa

Publicado em: 14-11-2011 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Recife


Deputado Federal Eduardo da Fonte.

Segundo deputado federal mais votado no Recife, em 2010, com cerca de 58 mil votos, Eduardo da Fonte (PP) reafirmou hoje ao Blog o seu propósito de disputar também, no próximo ano, a prefeitura da capital, caso o PT represente João da Costa.
Para ele, só há um jeito de a Frente Popular permanecer unida: se o deputado João Paulo (PT) for o candidato.
Se o PT marchar com João da Costa (PT), acrescenta, dificilmente haverá unidade porque a tese das múltiplas candidaturas defendida pelo secretário de Agricultura, Ranilson Ramos, tende a prosperar.
O deputado fez questão de deixar claro que nada tem de pessoal contra o atual prefeito do Recife. Apenas acha que ele não faz uma boa gestão e defende outra opção na Frente Popular. Se não for possível, vai iniciar conversações com outros partidos

domingo, 6 de novembro de 2011

No Recife , PT não abre mão da hegemonia .

Rumo a 2012
Partido acha legítimo aliados lançarem nomes, mas não aceita ceder a cabeça da chapa e avisa: o interior entra nas negociações
Publicado em 04/11/2011, às 13h44
Há 11 anos no comando da Prefeitura do Recife, o PT não vai aceitar ceder a hegemonia na Frente Popular para outro partido aliado, na disputa eleitoral de 2012. Os petistas consideram que há três premissas que dão ao partido o direito de se manter na cabeça de chapa da aliança governista: o fato de já estar no poder, a orientação do congresso nacional do PT de preservar as prefeituras que já governa e a certeza de que vão vencer de novo a eleição.
Cuidadosos nas palavras para não melindrar os aliados, petistas entendem o ensaio de vários pré-candidatos na Capital como uma manobra - definida como legítima - visando a fortalecer as legendas para as negociações sobre a unidade da Frente, a partir de interesses específicos e concessões mútuas em municípios do interior. O cuidado é tanto que não falam “tá decidido”, mas sim, que “é difícil ceder” ou que “numa chapa de unidade, a tendência é o candidato ser do PT”.
Ex-prefeito, nome mais cotado nas pesquisas e membro da Comissão de Acompanhamento Eleitoral do PT no Nordeste, o deputado federal João Paulo atenuou a possibilidade de ameaças à unidade com o lançamento de nomes pelo PSB, PDT, PTB e PSC. Desafeto do prefeito João da Costa (PT), o deputado afirma ser “normal” a mobilização dos aliados – que seria estimulada pela conjuntura atual, numa alusão ao desgaste da gestão do Recife –, mas ressaltou que o presidente regional petista, Pedro Eugênio, já trabalha para impedir a dispersão. “A tendência natural é a unidade em torno do PT, de um nome que aglutine mais os aliados. A orientação nacional é manter as prefeituras que tem e ampliar para outras. Isso vai ser construído com negociação”, disse João Paulo, sem deixar de espetar o desafeto.
Um dos principais defensores da unidade da Frente pela reeleição de João da Costa, o secretário de Turismo do Recife e deputado estadual licenciado, André Campos, ressaltou também a orientação do congresso nacional de reivindicar a prevalência do PT nas cidades que já ocupa e afirma que não vê “clima de hostilidade” da parte dos aliados. “Ninguém diz ‘a gente vai ter candidato’. Ninguém. É muito difícil o PT abrir mão, porque já está na Prefeitura e temos todas as condições de vencer as oposições, reelegendo o prefeito. Ele tem a precedência. Só não seria candidato se estivesse totalmente inviabilizado, o que não é o caso. Agora, é natural que todos queiram se cacifar, dizer ‘eu tenho candidato, tenho alternativa’. Por isso, todo mundo manda recado. A negociação é global. Vai entrar o interior”, afirmou.
Fonte : JC on line .

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Aluísio Lessa , do PSB , diz que o povo quer candidatura de João Paulo .

Frente Popular
Ex-prefeito é festejado durante audiência pública na Assembleia. João da Costa recebe críticas
Publicado em 01/11/2011, às 00h05
No dia do seu aniversário, o deputado João Paulo recebeu como “presente” uma série de elogios às ações implementadas na área de mobilidade urbana durante suas duas gestões no Recife (2000–2004 e 2005-2008). Os autores dos agrados foram deputados estaduais que participaram nesta segunda (31), na Assembleia, de audiência pública sobre o tema, convocada por Sílvio Costa Filho (PTB). De “brinde”, o petista ainda ouviu alfinetadas direcionadas ao prefeito João da Costa (PT), seu desafeto político, que não enviou representantes.
Coube a Aluísio Lessa (PSB) a manifestação mais incisiva. Mesmo com a pré-candidatura de Fernando Bezerra Coelho (PSB), ao dirigir a João Paulo, Lessa chamou-o de “prefeito”, e justificou: “Me refiro a João Paulo como prefeito porque as pesquisas indicam que a população quer ele de volta”. Já Sílvio Filho referiu-se ao petista como um gestor “inovador” e “ousado”.
E João Paulo não esqueceu de abordar suas ações na PCR, citando a inversão do trânsito da Zona Sul, construção de corredores de ônibus e conclusão da primeira etapa da Via Mangue. “Ele foi até modesto, poderia ter citado outras iniciativas”, afagou Luciano Siqueira (PCdoB), que foi vice de João Paulo.
Na  edição do Jornal do Commercio.

sábado, 22 de outubro de 2011

Pastor do PV culpa Edson Vieira pela desestabilidade da Frente Popular em Santa Cruz do Capibaribe.


Deputado estadual Edson Vieira . 



Publicado em: 21-10-2011
Por: Inaldo Sampaio
Em: Agreste, Blog





Do advogado e pastor evangélico Manassés Simões, presidente do PV em Santa Cruz do Capibaribe e pré-candidato a prefeito no próximo ano, enviou hoje ao Blog o seguinte desabafo:

I- O deputado Édson Vieira, integrante do PSDB que faz oposição ao governador Eduardo Campos, tem se esforçado para impedir o projeto da Frente Popular em Santa Cruz do Capibaribe, pois tanto ele como alguns de seus aliados têm abordado os pré-candidatos do Partido Verde, que é integrante da citada Frente, na covarde tentativa de desestimulá-los a participarem do processo democrático nas eleições de 2012.

II- Todavia , as investidas do deputado têm sido em vão, visto que a candidatura do Partido Verde é um fato concreto na Capital da Sulanca. Com efeito, tal prática demonstra o nível da enfraquecida oposição pernambucana, em especial o PSDB, que, representado pelo deputado Édson Vieira, tem se caracterizado em Santa Cruz do Capibaribe por esta prática nefasta e antidemocrática

II- Considero esta prática uma afronta direta à Frente Popular representada pelo Partido Verde.

Manassés Simões

Presidente da Executiva Municipal do Partido Verde em Santa Cruz do Capibaribe



quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Racha : PT arrependido por não lançar João Paulo a PCR?

Grupo da Frente Popular.

È possível que o PT já esteja arrependido de não ter assumido a pretendida  pré candidatura do Deputado Federal João Paulo á prefeito .
Porém a essa altura não adianta chorar o leite derramado esse raciocínio está também no título da matéria que é de Marisa Gibson na sua coluna de hoje no diario de Pernambuco .
Tese que se sustenta muito se formos seguir ao pé da letra tudo do recado que o governador Eduardo Campos mandou o ministro Fernando Bezerra Coelho passr pelo jornal em entrevista hoje a Rosália Rangel .
'' Emfim depois das declarações de Fernando Bezerra Coelho que já prepara uma proposta para Recife para ser discutida pela sociedade e pelo seu partido o encontro de ontem entre o governador Eduardo Campos PSB e o senador Humberto Costa  PT para amenizar as turbulências que agitam á frente popular perdeu completamente o sentido ''.Argumentou com toda a razão a jornalista .


Fonte: Magno Martins.