| Lembra o carnaval (2010), quando Dilma Rousseff era pré-candidata e ela veio para o Galo? Quando cheguei no camarote, recebi a informação de que só podia entrar sozinho, sem as pessoas do nosso núcleo de confiança e que ajudaram na eleição do prefeito. A imprensa, naquela hora, também foi barrada. Eu fiquei muito incomodado, subi “na tora” e perguntei a Félix Valente (então chefe de gabinete do prefeito) de quem era aquela orientação. Ele disse que era do prefeito. Então, eu dei um abraço em Dilma e fui embora rápido. Finalmente qual foi o mistério, o segredo tão bem guardado entre João Paulo e João da Costa, o fato grave entre os dois que detonou a amizade, a ligação político-pessoal que preservaram durante os dois mandatos do deputado? Pois João Paulo veio agora, depois de tanto tempo, detalhar fatos que mais ou menos explicam o que realmente houve entre os dois. Excelente entrevista feita por Aline Moura, no DP, publicada neste domingo, desnuda muita coisa, com narração do próprio João Paulo. Eis alguns trechos da entrevista: Dizem que o senhor queria mandar na prefeitura. Sim, mas o que é que eles iam dizer, se não fosse isso? Tinha que ter algum argumento para justificar o rompimento. Ele sabe disso e sabe que nunca quisemos intervir no governo. Ele sabe porque conviveu comigo, sabe qual é a nossa formação, de diálogo, de descentralizar. Queríamos contribuir, o que era normal. Talvez, a única forma de ele se consolidar como líder fosse o rompimento comigo. A sociologia explica que isso pode acontecer com uma pessoa que se elege num grau de dependência muito grande. Talvez, ele não soube administrar o sucesso e a importância política que tem o prefeito do Recife. O começo de tudo Acho que começou com o não atendimento de telefonemas, com o distanciamento que ele estava tendo com alguns secretários e que começou a virar perseguição. Esses elementos foram suficientes para o distanciamento e se concretizou com a saída de muitos companheiros do governo, como Lygia Falcão, que era companheira do nosso núcleo de confiança… Planos para pós-eleição Quando saímos do governo no final de 2008, a ideia era criar um núcleo para discutir as dificuldades da prefeitura, as crises e nós iríamos continuar pensando numa questão estratégica para o estado e para o país. Iríamos discutir aquelas questões de alta relevância de forma estratégica como era antes. Ele parou de atender a telefonemas? Na verdade, sou muito assim: tenho uma relação de respeito. Eu ligo para uma pessoa duas, três, quatro vezes, mas, se a pessoa não liga, paro de ligar. Acho que houve esse distanciamento ao longo do tempo e, a meu ver, foi se agravando ainda mais, inviabilizando uma possibilidade de aproximação e de apoio à reeleição. A primeira-dama, Marília Bezerra, teve algo a ver com essa crise entre vocês dois? Falam muito que teve, mas não existe uma situação que possa comprovar isso, até porque elegemos João da Costa e não Marília. Por isso, nossa relação, por princípio, tinha que ser com ele. Acho que querer responsabilizar Marília é um erro, porque quem é o prefeito não é ela. João da Costa disse ter semelhanças com Dilma, é um perfil mais técnico, mais tímido… Primeiro, a formação de Dilma é de uma mulher que participou de uma organização comunista, revolucionária, que foi presa e torturada. Ela é uma mulher que está fazendo uma excelente gestão e tem uma alta popularidade, uma mulher que, apesar de todas as dificuldades com o Congresso, tem encantado o Brasil e feito um contraponto a uma prática política que é vivida por muita gente. A outra característica de Dilma é a lealdade e Lula me afirmou isso: “João Paulo, você precisa ver a Dilma. Essa mulher é tão leal que às vezes eu fico incomodado”. Então, sinceramente, não vejo semelhança nenhuma (entre ela e o prefeito). Justificativas As dificuldades recaem principalmente na política. Temos o claro entendimento das dificuldades que os secretários têm de serem recebidos pelo prefeito, a dificuldade dele com a Câmara, com os movimentos sociais, com os servidores e nós sentimos que houve uma quebra significativa, uma queda da autoestima grande na cidade e na gestão. Houve uma ruptura dentro do próprio governo com a saída de vários secretários do PT e do PTB. Há uma preocupação não só minha, mas do governador e de Humberto Costa que, se ele continuar, há perspectiva de se quebrar a Frente Popular. Foi essa a impressão que levou companheiros como Humberto a sair do governo e colocar a candidatura de Rands Por que Rands e não João Paulo ou João da Costa Mesmo sabendo que eu tinha 51% das intenções de voto e a preferência da população, eu não tinha as condições internas para disputar as prévias. Eu podia confiar que o sentimento da sociedade contagiasse a parte cartorial do partido, mas isso seria um risco. Então, acho que Rands construiu melhor essa condição (no partido) e tenho o sentimento de que ele pode fazer um governo de esquerda que extrapola os limites de uma boa gestão. ''Chutou por fora numa barra sem goleiro'' O atual prefeito teve as maiores condições que um prefeito já teve nessa cidade. Pegou um governo com 88% de aprovação, com apoio dos governos estadual e federal, com apoio de uma Frente, mas, falando na linguagem do futebol, ele estava na marca do pênalti, numa barra sem goleiro e ainda conseguiu chutar para fora Esse é um momento extremamente delicado. Mas as prévias serão não só um momento de formação da nossa militância, mas a oportunidade para a sociedade perceber que há necessidade de fazer a troca do prefeito. |
| Escrito por Magno Martins. |
Mostrando postagens com marcador João da Costa. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador João da Costa. Mostrar todas as postagens
domingo, 22 de abril de 2012
João Paulo conta tudo : por que rompeu com João da Costa .
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
brigas PT,
João da Costa,
João Paulo do PT,
rompe
domingo, 1 de abril de 2012
Costa : estratégia para esvaziar ato da CNB .
Mesmo sem novidades, prefeito do Recife marca coletiva no mesmo horário em que a CNB anunciava Maurício Rands, numa clara estratégia para esvaziar ato do grupo rival
Publicado em 31/03/2012,
Rafael Guerra
O prefeito João da Costa (PT) não perdeu tempo e, em contraponto ao anúncio oficial da pré-candidatura de Maurício Rands (PT) à prefeitura do Recife pela tendência petista Construindo um Novo Brasil (CNB), convocou uma coletiva de imprensa, no fim da manhã de ontem, no diretório municipal do PT, para ratificar sua posição de que vai tentar se viabilizar dentro do partido para concorrer à reeleição. Como não houve nenhuma grande novidade apresentada, ficou claro que o evento foi uma estratégia do prefeito para ocupar espaço e mostrar força na disputa interna do Partido dos Trabalhadores.
Em seu discurso, João da Costa lembrou que, apesar de encarar com naturalidade, as prévias do partido podem causar um prejuízo muito grande. “O PT sempre perdeu com prévias, mas estamos em contato permanente com a direção nacional do partido e vamos continuar a fazer esse debate dentro do PT. Mostraremos o que a nossa gestão tem feito para terminar as prévias de forma vitoriosa e construir logo a unidade”, afirmou o João da Costa.
Fonte : Jornal do commercio .
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
brigas PT,
estratégia,
esvaziar,
João da Costa
domingo, 4 de março de 2012
Recife de cofre cheio eleva a cobiça de aliados .
Próximo gestor terá, na carteira, aproximadamente R$ 5 bilhões para investir na cidade
Publicado em 03/03/2012
Do Jornal do Commercio
Por que todos os governistas cobiçam a cabeça da chapa majoritária da Frente Popular no Recife e, consequentemente, querem rifar o prefeito João da Costa (PT)? Por que o chefe do Executivo municipal precisa brigar até mesmo dentro do PT para viabilizar sua reeleição? Essas duas indagações podem ser respondidas com um único argumento: o próximo gestor terá, na carteira, aproximadamente R$ 5 bilhões para investir na cidade. Esses recursos estão assegurados por meio de convênios e empréstimos captados pela atual administração junto ao governo federal e bancos internacionais, parte deles já está sendo utilizada em projetos que começam agora e prosseguem nos próximos anos.
Em tempos de dificuldades para garantir investimentos e turbinar a máquina pública, a perspectiva de assumir uma gestão que está com o orçamento turbinado reforça o Recife na “joia da coroa” da campanha eleitoral deste ano em Pernambuco. Esse termo é utilizado para expressar o interesse coletivo em torno de alguma coisa, e foi originalmente criado pelos ingleses para se referir à Índia por conta das riquezas da antiga colônia.
A Prefeitura do Recife tem projetos para investir os R$ 5 bilhões em diversas áreas, como infraestrutura, educação, saúde, habitação e meio ambiente. Por isso, o problema maior de João da Costa é político, e não administrativo.
Leia matéria completa na edição do JC.
Em tempos de dificuldades para garantir investimentos e turbinar a máquina pública, a perspectiva de assumir uma gestão que está com o orçamento turbinado reforça o Recife na “joia da coroa” da campanha eleitoral deste ano em Pernambuco. Esse termo é utilizado para expressar o interesse coletivo em torno de alguma coisa, e foi originalmente criado pelos ingleses para se referir à Índia por conta das riquezas da antiga colônia.
A Prefeitura do Recife tem projetos para investir os R$ 5 bilhões em diversas áreas, como infraestrutura, educação, saúde, habitação e meio ambiente. Por isso, o problema maior de João da Costa é político, e não administrativo.
Leia matéria completa na edição do JC.
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
Candidato á prefeito do Recife,
João da Costa,
PT
sábado, 25 de fevereiro de 2012
Armando afirma já ter uma alternativa a João da Costa .
Líder do PTB revela ter uma "ideia" que será levada aos partidos da Frente Popular, para o cenário de mais de uma candidatura governista
Publicado em 25/02/2012,
Bruna Serra
Firme na decisão de bancar uma candidatura alternativa ao prefeito João da Costa (PT), o senador Armando Monteiro Neto (PTB) disse nesta sexta-feira (24) – dia do seu aniversário – que já escolheu o desafiante do petista, dentro do bloco governista, para as eleições de outubro. O nome será, agora, levado aos partidos da Frente Popular, com os quais o senador costura há algum tempo o lançamento de uma segunda opção para a Prefeitura do Recife.
A partir da segunda-feira (27), Armando deve retomar os contatos com o PSD, PSC, PCdoB, PDT e PP, a fim de colocar a sua sugestão para apreciação dos líderes dessas legendas. “Semana que vem eu retomo aqueles contatos com os partidos da Frente. Eu tenho uma ideia de um nome, mas não posso antecipar”, afirmou o senador ao JC.
De acordo com interlocutores de Armando, duas rodadas de pesquisas internas já foram feitas, avaliando o potencial de aprovação e rejeição de todos os pré-candidatos apresentados como alternativos. Nessa disputa, relatam, não há espaço para amadorismos. O plano é divulgar a identidade do escolhido em uma entrevista coletiva, que contaria com a presença dos líderes de cada um dos partidos da Frente Popular dispostos a abandonar o barco de João da Costa.
Armando reitera que com a indecisão do PT para referendar o nome do prefeito, fortalece a cada dia a candidatura alternativa. “Sinto que há um terreno propício para essa ideia. Agora, eu reconheço que é uma tarefa complexa, que envolve vários partidos e interesses que não são tão convergentes, além da natural precedência da candidatura petista”, avaliou.
A alternativa pensada por Armando será apresentada como concorrente de João da Costa, que, segundo o próprio senador admite, deve ser mesmo o candidato petista. “Mas eu tenho uma ideia de um nome que poderia ser um nome que reunisse esses partidos com os quais conversei. Se houver clima, a gente já coloca para os aliados”, complementou.
Nos bastidores, o nome do deputado federal Paulo Rubem Santiago (PDT) circula como um dos favoritos na bolsa de apostas, ao lado do deputado estadual Silvio Costa Filho (PTB) e de outro federal, Carlos Eduardo Cadoca (PSC), que não esconde que torce para ser o escolhido. Já Paulo Rubem, questionado sobre a possibilidade, esquivou-se. “Não tenho a menor ideia. A partir de março estarei em conversas com o PV e com o PCdoB. Em Brasília, vou procurar Cadoca e Eduardo da Fonte (PP). Acho que precisamos conversar mais, não colocar um nome agora”.
Jornal do Commercio
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
João da Costa ganha espaço já em coletiva de visita presidencial .
POSTADO EM 24 DE Fevereiro DE 2012
Como sempre acontece às vésperas de visitas presidenciais, a Secretaria de Imprensa da Presidência da República realiza na segunda-feira, dia 27 de fevereiro, às 15 horas, uma entrevista coletiva no Recife/PE, para tratar da agenda da presidenta Dilma Rousseff na terça-feira (28 de fevereiro) na capital.
Incomum, é a participação na coletiva do prefeito do Recife, João Costa. Bem, mas é ano eleitoral e o homem busca a reeleição.
Incomum, é a participação na coletiva do prefeito do Recife, João Costa. Bem, mas é ano eleitoral e o homem busca a reeleição.
Com a presença da presidente na inauguração de um conjunto habitacional da Via Mangue, o prefeito estará recebendo a primeira dose do combustível que precisa para tentar consolidar sua candidatura. Mais que uma agenda administrativa, a presença de Dilma é um reforço ao prefeito na novela de indefinição do PT.
Além de Costa, o evento terá a participação do superintendente Regional da Caixa no Recife/PE, Paulo Nery e a gerente de projetos do Departamento de Urbanização do Ministério das Cidades, Alessandra D'Ávila Vieira.
Postado por Jamildo Melo
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
Coletiva,
João da Costa,
visita Pernambuco Dilma Rousseff
sábado, 28 de janeiro de 2012
Sem avisar a imprensa ,pré candidato Mendonça Filho vai á PCR.
Em nova investida contra o "tarifaço" do IPTU, deputado do DEM faz requerimento pedindo explicações à gestão João da Costa
Publicado em 27/01/2012,
Bruna Serra
Um dia depois de acionar o Supremo Tribunal Federal (STF), pedindo a concessão de liminar para suspensão imediata do aumento do IPTU no Recife, o DEM estadual protocolou nesta quinta (26), no Centro de Atendimento ao Contribuinte da Prefeitura, um requerimento administrativo solicitando “informações técnicas e jurídicas” que embasaram o aumento do tributo.
No documento, o deputado federal e pré-candidato a prefeito Mendonça Filho (DEM) e a vereadora Priscilla Krause (DEM) – um dos principais nome das oposições na Câmara Municipal – levantam diversos questionamentos sobre a licitude do reajuste, que chegou a 60% em alguns imóveis. Os dois estiveram na sede da prefeitura pela manhã, sem comunicar a imprensa da movimentação.
Já de olho na eleição, Mendonça intensificou suas ações depois que a pesquisa JC/IPMN – divulgada no último domingo (22) – apontou ele com 20% das intenções de voto, em um dos cenários pesquisados, em empate técnico com o prefeito João da Costa (PT).
Entre os mais de dez questionamentos anexados ao requerimento, os opositores querem saber que lei, decreto ou instrução normativa ampara o reajuste repassado à população. “Essa história desse aumento está nebulosa. Temos seis mil pessoas, cidadãos que estão com um aumento absurdo, alguns chegam a 60%. O secretário de Finanças (Petrônio Magalhães) confessou que também em 2010 foi adotado um reajuste acima da inflação”, cobrou Mendonça Filho.
O deputado federal afirma que o seuj partido continuará a pressionar o executivo municipal para que as devidas explicações sejam repassadas. Ontem, ele e a vereadora Priscilla Krause foram recebidos pelo coordenador do centro de Atendimento da PCR, no edifício-sede da prefeitura.
Leia mais na edição do Jornal do Commercio
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
imprensa,
João da Costa,
Mendonça Filho,
prefeitura do Recife
domingo, 22 de janeiro de 2012
João Paulo é visto como o maior opositor de João da Costa .
Para 20% dos entrevistados na pesquisa do IPMN, o ex-prefeito é quem representa melhor a oposição
Publicado em 21/01/2012,
Do JC Online
Há muito apontado como um personagem central da sucessão do Recife, embora dificilmente consiga garantir a candidatura, o deputado federal e ex-prefeito João Paulo é visto por 20% dos entrevistados pelo IPMN como o político que “melhor representa a oposição ao prefeito João da Costa”. É o maior percentual apontado neste quesito do levantamento do instituto, mostrando não só que a “briga dos Joões” do PT pernambucano está na cabeça do eleitor, mas também que o ex-prefeito é o nome que vem logo na mente de quem pensa nos adversários do atual gestor.
Na segunda colocação aparece o ex-governador e atual deputado federal Mendonça Filho (DEM), com 11,3%, seguido do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), com 10,8%, e do deputado tucano (ex-PV) Daniel Coelho, com 3,8% (veja quadro). O ssenador Humberto Costa, que assim como João Paulo é do PT, foi citado por 2,1% dos entrevistados.
Em várias outras tabelas da pesquisa, João Paulo mostra sua força eleitoral, no momento: ele é apontado como o “melhor prefeito do Recife nos últimos anos (50% dos entrevistados)”; o “mais preparado para ser eleito prefeito (42%)”; o que mais o eleitor acredita que “cumprirá com as suas promessas de campanha, caso seja eleito (36%)”; o que mais “merece ser eleito prefeito do Recife (39%)”; o que mais o eleitor “admira (37%)” etc.
João Paulo também aparece como o político que mais o eleitor “conhece muito (74%)”. Embora, vale lembrar, sua rejeição no quadro “não votaria de maneira nenhuma” seja de 34%, enquanto o “apoio” no quadro “votaria com certeza” seja de 49%, e 18% dizem que “poderia votar”.
Marcadores:
. oposição,
..Nadjo Feitosa,
João da Costa,
João Paulo do PT
João Paulo é o mais forte . João da Costa e Mendonça Filho empatam .
POSTADO EM 21 DE Janeiro DE 2012
Blog de Jamildo
No JC deste domingo, já nas ruas
A primeira pesquisa do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) sobre o cenário da sucessão eleitoral do Recife, em parceria com o Jornal do Commercio, reforça o dilema que o PT vive, hoje, dividido com a “briga dos Joões” – o prefeito João da Costa e o ex-prefeito e hoje deputado federal João Paulo –, ao mesmo tempo em que demonstra que os candidatos das oposições estão com dificuldades para ganhar a simpatia do eleitor. O de melhor performance entre os oposicionistas na pesquisa é Mendonça Filho (DEM), que aparece em empate técnico com o prefeito.
No dilema do PT, o ponto mais impactante da pesquisa, montada em seis cenários de pré-disputa (veja quadros) e em várias tabelas do questionário intitulado Sentimentos dos eleitores, é que João Paulo é, disparado, o nome mais forte para a eleição. Embora dificilmente ele consiga entrar na disputa, uma vez que o quadro considerado mais plausível por observadores e atores do cenário político estadual, hoje, seja o da candidatura à reeleição do prefeito João da Costa.
Em relação ao atual gestor, a pesquisa do IPMN, realizada nos dias 16 e 17 últimos (segunda e terça-feira), ouvindo 816 eleitores do Recife, tem dados que podem ser analisados como “positivos” e outros como “negativos”. O mais positivo é que, em confronto com os nomes colocados como pré-candidatos das oposições, João da Costa mantém-se competitivo, mas não na distância que o cenário coloca para João Paulo, quando o ex-prefeito é quem aparece como o nome do PT, este em larga vantagem (sempre observando os quadros publicados nesta página).
Sem contar que, nos cenários nos quais o ex-prefeito João Paulo fica fora da disputa (ou seja, o nome do PT é João da Costa), o número de eleitores que dizem “não saber em quem votar”, que “não sabem ou não responderam” ou que sinalizam para o voto em branco ou nulo é muito alto. O que significa que todos podem crescer, inclusive o prefeito.
No lado “negativo” para João da Costa, destacam-se a rejeição forte ao nome do prefeito e à sua gestão, embora a performance tímida das oposições ajude o gestor e pré-candidato.
A primeira pesquisa do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) sobre o cenário da sucessão eleitoral do Recife, em parceria com o Jornal do Commercio, reforça o dilema que o PT vive, hoje, dividido com a “briga dos Joões” – o prefeito João da Costa e o ex-prefeito e hoje deputado federal João Paulo –, ao mesmo tempo em que demonstra que os candidatos das oposições estão com dificuldades para ganhar a simpatia do eleitor. O de melhor performance entre os oposicionistas na pesquisa é Mendonça Filho (DEM), que aparece em empate técnico com o prefeito.
No dilema do PT, o ponto mais impactante da pesquisa, montada em seis cenários de pré-disputa (veja quadros) e em várias tabelas do questionário intitulado Sentimentos dos eleitores, é que João Paulo é, disparado, o nome mais forte para a eleição. Embora dificilmente ele consiga entrar na disputa, uma vez que o quadro considerado mais plausível por observadores e atores do cenário político estadual, hoje, seja o da candidatura à reeleição do prefeito João da Costa.
Em relação ao atual gestor, a pesquisa do IPMN, realizada nos dias 16 e 17 últimos (segunda e terça-feira), ouvindo 816 eleitores do Recife, tem dados que podem ser analisados como “positivos” e outros como “negativos”. O mais positivo é que, em confronto com os nomes colocados como pré-candidatos das oposições, João da Costa mantém-se competitivo, mas não na distância que o cenário coloca para João Paulo, quando o ex-prefeito é quem aparece como o nome do PT, este em larga vantagem (sempre observando os quadros publicados nesta página).
Sem contar que, nos cenários nos quais o ex-prefeito João Paulo fica fora da disputa (ou seja, o nome do PT é João da Costa), o número de eleitores que dizem “não saber em quem votar”, que “não sabem ou não responderam” ou que sinalizam para o voto em branco ou nulo é muito alto. O que significa que todos podem crescer, inclusive o prefeito.
No lado “negativo” para João da Costa, destacam-se a rejeição forte ao nome do prefeito e à sua gestão, embora a performance tímida das oposições ajude o gestor e pré-candidato.
Postado por Jamildo Melo
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
empatam,
João da Costa,
João Paulo do PT,
Mendonça Filho
Para 75% , João da Costa não merece a reeleição .
POSTADO EM 21 DE Janeiro DE 2012
No JC deste domingo, já nas ruas
São várias as tabelas do levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) que apontam para uma “reprovação” do prefeito João da Costa (PT). Se o petista mostra-se competitivo quando é relacionado contra os pré-candidatos das oposições, ao mesmo tempo recebe indicativos de que muitos eleitores, hoje, não desejam que ele permaneça à frente da administração. Embora, vale ressaltar, nos itens em que ele aparece confrontado com os nomes das oposições, geralmente 40% dos eleitores indicam não saber ainda em quem votar, o que é um forte sinalizador de mudanças no cenário. Mas, hoje, o quadro ressalta esta “dificuldade”.
Na tabela em que é perguntada a opinião do eleitor se “João da Costa merece ser reeleito prefeito do Recife?”, por exemplo, o resultado é um “soco no estômago”: 75% dizem “não”, enquanto 20% consideram “sim” e 4% não souberam ou não quiseram responder. Em outra tabela, 77% afirmam que “não” admiram o atual gestor da capital pernambucana, enquanto 19% revelam admiração.
No quadro que relaciona vários políticos e pergunta “qual destes você tem medo que venha a ser prefeito do Recife?”, o mais relacionado – com 34% – é o próprio João da Costa, que é seguido pelo senador peemedebista Jarbas Vasconcelos, ex-prefeito (duas vezes) e ex-governador (também duas vezes). Essa pergunta é feita porque o instituto conjuga os sentimentos dos eleitores com as intenções de voto, conforme lembra o cientista político e professor da UFPE Adriano Oliveira, um dos coordenadores do levantamento.
O interessante é que, para João da Costa, o cenário apontado no quadro do “medo” é semelhante ao que indica a rejeição, quando é relacionado uma lista de políticos e pede-se ao entrevistado que indique em quais deles “você votaria com certeza”, “poderia votar” e “não votaria de maneira nenhuma” (veja arte na página ...). Neste, 70% escolheram o “não votaria de maneira nenhuma” para o atual prefeito.
São várias as tabelas do levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) que apontam para uma “reprovação” do prefeito João da Costa (PT). Se o petista mostra-se competitivo quando é relacionado contra os pré-candidatos das oposições, ao mesmo tempo recebe indicativos de que muitos eleitores, hoje, não desejam que ele permaneça à frente da administração. Embora, vale ressaltar, nos itens em que ele aparece confrontado com os nomes das oposições, geralmente 40% dos eleitores indicam não saber ainda em quem votar, o que é um forte sinalizador de mudanças no cenário. Mas, hoje, o quadro ressalta esta “dificuldade”.
Na tabela em que é perguntada a opinião do eleitor se “João da Costa merece ser reeleito prefeito do Recife?”, por exemplo, o resultado é um “soco no estômago”: 75% dizem “não”, enquanto 20% consideram “sim” e 4% não souberam ou não quiseram responder. Em outra tabela, 77% afirmam que “não” admiram o atual gestor da capital pernambucana, enquanto 19% revelam admiração.
No quadro que relaciona vários políticos e pergunta “qual destes você tem medo que venha a ser prefeito do Recife?”, o mais relacionado – com 34% – é o próprio João da Costa, que é seguido pelo senador peemedebista Jarbas Vasconcelos, ex-prefeito (duas vezes) e ex-governador (também duas vezes). Essa pergunta é feita porque o instituto conjuga os sentimentos dos eleitores com as intenções de voto, conforme lembra o cientista político e professor da UFPE Adriano Oliveira, um dos coordenadores do levantamento.
O interessante é que, para João da Costa, o cenário apontado no quadro do “medo” é semelhante ao que indica a rejeição, quando é relacionado uma lista de políticos e pede-se ao entrevistado que indique em quais deles “você votaria com certeza”, “poderia votar” e “não votaria de maneira nenhuma” (veja arte na página ...). Neste, 70% escolheram o “não votaria de maneira nenhuma” para o atual prefeito.
Postado por Jamildo Melo
Marcadores:
brigas PT,
João da Costa,
Reeleição ccj Nadjo Feitosa
sábado, 31 de dezembro de 2011
''Tenho o direito de ser julgado nas ruas , e não apenas no PT' '' , diz João da Costa .
POSTADO EM 31 DE Dezembro DE 2011
Do Jornal do Commercio
João da Costa parte para o ano eleitoral na mesma situação que se encontrava há quatro anos: enfrentando contestação dentro do próprio partido e a desconfiança de aliados sobre sua viabilidade eleitoral. Mas em 2012, ao contrário de 2008, ele não conta com apoio de caciques petistas, tendo que se viabilizar como candidato pelas próprias pernas. Nesta entrevista ao JC, o prefeito alerta o PT para que tenha “coerência” e “maturidade” no debate sobre a escolha do candidato à sucessão e dá sinais que vai em busca do seu “direito” de tentar a reeleição. A a seguir, trechos da entrevista:
JORNAL DO COMMERCIO – A gente percebe alguns movimentos no PT de resistência a uma candidatura sua à reeleição. Caso elas persistam, o senhor cogita ir a prévias?
JOÃO DA COSTA – Tenho sempre defendido que prévias não são o melhor caminho. É um direito do filiado, que hoje tem uma regulamentação do congresso (do PT) para que não seja um filiado individual tumultuando um processo político. Tem que ter 25% de apoio do último PED (Processo de Eleições Diretas do partido) do diretório municipal. No PT não tem resistência, tem disputa política como tem em qualquer lugar.
JOÃO DA COSTA – Tenho sempre defendido que prévias não são o melhor caminho. É um direito do filiado, que hoje tem uma regulamentação do congresso (do PT) para que não seja um filiado individual tumultuando um processo político. Tem que ter 25% de apoio do último PED (Processo de Eleições Diretas do partido) do diretório municipal. No PT não tem resistência, tem disputa política como tem em qualquer lugar.
JC – Essa disputa não ficou mais explícita que em anos anteriores?
COSTA – Não. Em outras ocasiões chegou até a ter prévias. Essa é a cultura do PT. Às vezes, isso traz um desgaste, mas não influencia no reconhecimento da população no trabalho do PT. (...) Não posso partir de uma estratégia de construção de unidade dizendo que vou disputar prévias. Tenho que fazer todo um esforço agora para dialogar na construção de uma unidade política, que não é só responsabilidade do condutor: depende da estratégia de cada partido, depende do desejo de lideranças legítimas, que, às vezes, disputam o mesmo espaço, e isso tudo num processo político você tem que levar em conta. Então eu tenho meu desejo pelo direito de ser candidato à reeleição, de ter meu trabalho julgado, e não ser antecipadamente julgado só politicamente dentro do meu partido, mas também pela população. É um desejo e um direito. Outros têm o desejo de querer voltar, outros de querer disputar: isso faz parte do processo político. Nas conversas, nós vamos ter que levar isso em conta.
JC – O senhor sente em declarações de integrantes da CNB e até do ex-prefeito João Paulo indicativos de que querem lhe tirar a condição de candidato natural à reeleição?
COSTA – Não espero que isso tenha presidido essas decisões. Não acredito que esses movimentos têm como objetivo encurtar mandato. Tive muitos problemas nos dois primeiros anos, de ordem política e pessoal, e isso trouxe consequências. Quando eu tive um mínimo de governabilidade e de saúde a gente teve resultados para mostrar. Não acho que seja bom para ninguém antecipar processos, encurtar mandatos para forçar decisões antecipadas. As pessoas têm que lembrar que o processo de definição de filiações é que causou trauma. A mudança de Fernando Bezerra Coelho (de Petrolina) para o Recife, de outros para tal lugar, o lançamento de candidaturas nada teve a ver com minha ação. A partir disso colocar tudo como sendo o Recife é porque a cidade tem um peso importante.
COSTA – Não. Em outras ocasiões chegou até a ter prévias. Essa é a cultura do PT. Às vezes, isso traz um desgaste, mas não influencia no reconhecimento da população no trabalho do PT. (...) Não posso partir de uma estratégia de construção de unidade dizendo que vou disputar prévias. Tenho que fazer todo um esforço agora para dialogar na construção de uma unidade política, que não é só responsabilidade do condutor: depende da estratégia de cada partido, depende do desejo de lideranças legítimas, que, às vezes, disputam o mesmo espaço, e isso tudo num processo político você tem que levar em conta. Então eu tenho meu desejo pelo direito de ser candidato à reeleição, de ter meu trabalho julgado, e não ser antecipadamente julgado só politicamente dentro do meu partido, mas também pela população. É um desejo e um direito. Outros têm o desejo de querer voltar, outros de querer disputar: isso faz parte do processo político. Nas conversas, nós vamos ter que levar isso em conta.
JC – O senhor sente em declarações de integrantes da CNB e até do ex-prefeito João Paulo indicativos de que querem lhe tirar a condição de candidato natural à reeleição?
COSTA – Não espero que isso tenha presidido essas decisões. Não acredito que esses movimentos têm como objetivo encurtar mandato. Tive muitos problemas nos dois primeiros anos, de ordem política e pessoal, e isso trouxe consequências. Quando eu tive um mínimo de governabilidade e de saúde a gente teve resultados para mostrar. Não acho que seja bom para ninguém antecipar processos, encurtar mandatos para forçar decisões antecipadas. As pessoas têm que lembrar que o processo de definição de filiações é que causou trauma. A mudança de Fernando Bezerra Coelho (de Petrolina) para o Recife, de outros para tal lugar, o lançamento de candidaturas nada teve a ver com minha ação. A partir disso colocar tudo como sendo o Recife é porque a cidade tem um peso importante.
JC – Houve então imprudência do PT nessas movimentações todas?
COSTA – Um processo de movimentações desses se fosse precedido de conversas políticas, de articulação, talvez tivesse gerado menos trauma. Eu não participei desse processo, pode ser até que tenha tido.
COSTA – Um processo de movimentações desses se fosse precedido de conversas políticas, de articulação, talvez tivesse gerado menos trauma. Eu não participei desse processo, pode ser até que tenha tido.
JC – Esse limite de fevereiro colocado pela corrente petista Construindo um Novo Brasil (CNB), o senhor trabalha com esse marco?
COSTA – Olha, eu já vi que esse prazo era agosto. Então, na política, a gente pode ter um prazo como referência.
COSTA – Olha, eu já vi que esse prazo era agosto. Então, na política, a gente pode ter um prazo como referência.
JC - E qual é o prazo que o senhor se dá?
COSTA – O prazo do tempo para construir um entendimento político. Às vezes o prazo pode ser rápido: o PT já produziu entendimento em Porto Alegre, São Paulo, Salvador; mas não produziu em Belo Horizonte, Fortaleza, Recife. Os tempos podem ser diferentes, dependem das conjunturas políticas e das necessidades de se construir a unidade, quanto mais rápido melhor. Isso não quer dizer que tem que ser tal dia.
COSTA – O prazo do tempo para construir um entendimento político. Às vezes o prazo pode ser rápido: o PT já produziu entendimento em Porto Alegre, São Paulo, Salvador; mas não produziu em Belo Horizonte, Fortaleza, Recife. Os tempos podem ser diferentes, dependem das conjunturas políticas e das necessidades de se construir a unidade, quanto mais rápido melhor. Isso não quer dizer que tem que ser tal dia.
JC – O senador Humberto Costa declarou que, caso não seja construída a unidade em torno do seu nome, esperava do senhor uma atitude altruística de abrir mão da reeleição. O senhor trabalha com essa possibilidade?
COSTA – Não podemos colocar as coisas como se o único responsável pela construção da unidade fosse o prefeito. Temos 16 partidos, temos interesses. O processo da unidade vai depender de como a gente vai se conduzir, mas também da vontade política dos atores. Se tem um ator que quer a vaga do prefeito João da Costa, que diz: ‘Não concordo com a unidade com esse (referindo-se a ele mesmo), mas se for eu tem unidade’. Aí o prefeito pode dizer: ‘Se for fulano eu também não concordo’, e aí não tem unidade. Mas não podemos fazer esse jogo, por que não vai ter unidade nunca. Então o que vale para João da Costa tem que valer para o resto. O único político de Pernambuco a ser altruísta tem que ser João da Costa? Quando o senador Humberto Costa, que tem sido um grande parceiro, tenho que reconhecer isso, sempre tem procurado discutir as coisas sob a ótica do partido, disse isso, quis dizer que a gente tem que levar em conta interesses maiores. Na medida em que a gente vai recuperando o governo, com um conjunto de obras, de intervenções a gente está fazendo isso pensando nos interesses maiores. Isso é que vai prevalecer no final. Não pode ser uma pesquisa hoje, um indicador agora: o que define isso é a política. Peço coerência, maturidade, humildade para a gente poder ter ambiente para poder construir uma frente, que se ela estiver unida é bom para todo mundo.
COSTA – Não podemos colocar as coisas como se o único responsável pela construção da unidade fosse o prefeito. Temos 16 partidos, temos interesses. O processo da unidade vai depender de como a gente vai se conduzir, mas também da vontade política dos atores. Se tem um ator que quer a vaga do prefeito João da Costa, que diz: ‘Não concordo com a unidade com esse (referindo-se a ele mesmo), mas se for eu tem unidade’. Aí o prefeito pode dizer: ‘Se for fulano eu também não concordo’, e aí não tem unidade. Mas não podemos fazer esse jogo, por que não vai ter unidade nunca. Então o que vale para João da Costa tem que valer para o resto. O único político de Pernambuco a ser altruísta tem que ser João da Costa? Quando o senador Humberto Costa, que tem sido um grande parceiro, tenho que reconhecer isso, sempre tem procurado discutir as coisas sob a ótica do partido, disse isso, quis dizer que a gente tem que levar em conta interesses maiores. Na medida em que a gente vai recuperando o governo, com um conjunto de obras, de intervenções a gente está fazendo isso pensando nos interesses maiores. Isso é que vai prevalecer no final. Não pode ser uma pesquisa hoje, um indicador agora: o que define isso é a política. Peço coerência, maturidade, humildade para a gente poder ter ambiente para poder construir uma frente, que se ela estiver unida é bom para todo mundo.
JC – O PTB saiu do governo há um ano. De lá para cá, o senhor procurou o partido para voltar ao governo, estabeleceu um canal de conversas para uma reaproximação ou o PTB nunca demonstrou interesse nessas conversas?
COSTA – Não teve nem uma coisa nem outra. Quando reassumi na volta da minha cirurgia (janeiro), o PTB saiu no dia em que tomei posse. Não teve tempo enquanto prefeito, nem como paciente em restabelecimento, para essa conversa. Mas disse que não deixaria de apoiar o governo na Câmara, de contribuir. Acho que houve um gesto do PTB em me convidar à sua confraternização (de fim de ano). As condições estão amadurecidas para a gente retomar um diálogo político.
COSTA – Não teve nem uma coisa nem outra. Quando reassumi na volta da minha cirurgia (janeiro), o PTB saiu no dia em que tomei posse. Não teve tempo enquanto prefeito, nem como paciente em restabelecimento, para essa conversa. Mas disse que não deixaria de apoiar o governo na Câmara, de contribuir. Acho que houve um gesto do PTB em me convidar à sua confraternização (de fim de ano). As condições estão amadurecidas para a gente retomar um diálogo político.
JC – O PTB se mostra refratário em apoiar a sua reeleição. Caso não consiga o apoio do PTB, o senhor levaria sua candidatura adiante, mesmo com defecções na Frente Popular?
COSTA – Não posso partir do princípio que o resultado está dado, se não eu nem começo. Tenho que partir do que é fundamental a gente construir. A entrevista de Fernando Bezerra Coelho (Ministro da Integração Nacional, publicada pelo JC(no último dia 27) é muito coerente, dizendo: ‘Olha, teve movimentos, tem posição do PSB, mas é importante construir a unidade política, é preciso ter humildade para construí-la’. Isso mostra que a gente está acumulando de forma a criar um ambiente para que isso possa ser construído.
COSTA – Não posso partir do princípio que o resultado está dado, se não eu nem começo. Tenho que partir do que é fundamental a gente construir. A entrevista de Fernando Bezerra Coelho (Ministro da Integração Nacional, publicada pelo JC(no último dia 27) é muito coerente, dizendo: ‘Olha, teve movimentos, tem posição do PSB, mas é importante construir a unidade política, é preciso ter humildade para construí-la’. Isso mostra que a gente está acumulando de forma a criar um ambiente para que isso possa ser construído.
Postado por Helder Lopes
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Maurício Rands compara divergência entre João Paulo e Joâo da Costa à ''briga de marido e mulher ''.
Publicado em: 20-12-2011 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco
| O Secretário de Governo Maurício Rands ,vereador Léo ,o repórter Nadjo Feitosa. |
O deputado federal e secretário do governo, Maurício Rands (PT), comparou nesta terça-feira a divergência entre João Paulo e o prefeito do Recife, João da Costa, a uma “briga de marido e mulher” na qual não se deve pôr a mão.
A comparação foi feita durante entrevista concedida à Rádio CBN do Recife no programa ancorado pelo jornalista Aldo Vilela.
Rands admitiu que o PT está desconfortável com a briga entre o atual prefeito e o seu antecessor, mas não crê que por causa disto o partido irá perder o controle da prefeitura da capital.
Segundo ele, a gestão municipal não é apenas do PT mas do conjunto dos partidos que formam a Frente Popular.
Além disso, acrescentou, as oposições não têm um projeto alternativo para a capital pernambucana.
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
Brigas políticas,
João da Costa,
João Paulo do PT,
Maurício Rands
terça-feira, 29 de novembro de 2011
João da Costa mantém a esperança no apoio de João Paulo .
POSTADO EM 29 DE Novembro DE 2011
Apesar de os fatos sinalizarem em sentido contrário, o prefeito do Recife, João da Costa (PT), se mostrou otimista sobre a reaproximação com o deputado federal João Paulo (PT), seu padrinho político e ex-aliado. Em entrevista que marcou a estreia do programa Ponto Final, na TV Jornal, o prefeito afirmou ter “quase certeza” que o ex-prefeito subirá no seu palanque à reeleição em 2012.
“É um desejo, uma esperança e tenho quase certeza que vai acontecer”, afirmou ele ao jornalista Aldo Vilela, que comanda o programa de entrevistas, que será exibido sempre às 23h30. João da Costa, porém, não entrou em detalhes sobre a razão que o leva a ter certeza desse apoio.
Assim como o deputado, o prefeito também nega que existam manobras no PT para reaproximá-los. Mas, ao contrário de João Paulo, ele diz que apoiaria a iniciativa.
Na entrevista, o prefeito – sempre fazendo questão de frisar que está buscando viabilizar sua candidatura à reeleição – rebateu aliados que criticaram sua gestão sem polemizar, principalmente as declarações do ministro Fernando Bezerra Coelho (Integração Nacional), de que o Recife não estaria acompanhando “o bom momento econômico” que vive o Estado.
“Temos uma das menores taxas de desemprego da história. Os dados desmentem (as críticas)”, afirmou.
Postado por Helder Lopes
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
João da Costa,
João Paulo do PT,
Joãospolíticas
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Deputado Eduardo da Fonte adimite reunificação da Frente Popular , desde que o candidato não seja João da Costa
![]() |
| Deputado Federal Eduardo da Fonte. |
Segundo deputado federal mais votado no Recife, em 2010, com cerca de 58 mil votos, Eduardo da Fonte (PP) reafirmou hoje ao Blog o seu propósito de disputar também, no próximo ano, a prefeitura da capital, caso o PT represente João da Costa.
Para ele, só há um jeito de a Frente Popular permanecer unida: se o deputado João Paulo (PT) for o candidato.
Se o PT marchar com João da Costa (PT), acrescenta, dificilmente haverá unidade porque a tese das múltiplas candidaturas defendida pelo secretário de Agricultura, Ranilson Ramos, tende a prosperar.
O deputado fez questão de deixar claro que nada tem de pessoal contra o atual prefeito do Recife. Apenas acha que ele não faz uma boa gestão e defende outra opção na Frente Popular. Se não for possível, vai iniciar conversações com outros partidos
Marcadores:
..Nadjo Feitosa,
Eduardo da Fonte,
Frente Popular,
João da Costa

.jpg)

