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terça-feira, 17 de abril de 2012

Maioria dos deputados estaduais do PT apóia a candidatura de Maurício Rands.


Publicado em: 17-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Recife




A maioria dos deputados estaduais do Partido dos Trabalhadores apóia a indicação do deputado Maurício Rands como seu candidato a prefeito do Recife, segundo informações do próprio, que ontem recebeu o apoio do também deputado João Paulo.

Estão com Rands os deputados estaduais Sérgio Leite, Manoel Santos, Isaltino Nascimento, Isabel Cristina e Odacy Amorim´.

E com o prefeito João da Costa o deputado federal Fernando Ferro, os estaduais André Campos e Teresa Leitão, o ex-presidente regional do partido, Jorge Perez e o presidente do PT do Recife Oscar Barreto.

O presidente estadual do partido, deputado Pedro Eugênio, mesmo pertencendo à mesma tendência de Rands, garante que está “neutro” e que vai se comportar diante da disputa Rands x João da Costa como “magistrado”.

''O PT não pode ser visto como um cartório '' afirma o deputado maurício Rands.

Publicado em: 17-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Recife

(Maurício Rands ao centro de óculos ) .


Em entrevista hoje à Rádio Jornal, o deputado federal Maurício Rands declarou que o PT não é um “partido cartorial” como muita gente ligada ao prefeito João da Costa estaria imaginando.

“Não há voto de cabresto no PT nem deveria haver na democracia, e o presidente do diretório zonal não controla os votos dos filiados. Isso pode existir em outros partidos mas no nosso, não”, acrescentou o parlamentar.

Foi uma resposta indireta do deputado ao prefeito João da Costa (PT), com quem irá disputar as prévias no dia 20 de maio, e que ontem recebeu o apoio dos presidentes de 11 dos 14 diretórios zonais.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

João Paulo vai anunciar na tarde de hoje o seu apoio a Maurício Rands.



Publicado em: 16-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Recife




Rompido com o prefeito João da Costa (PT) há mais de dois anos, o deputado federal João Paulo (PT) dará coletiva de imprensa às 16h30 desta segunda-feira, na sede do diretório estadual do PT, para explicar os motivos pelos quais vai apoiar o colega Maurício Rands nas prévias do partido que vai escolher o seu candidato à prefeitura da capital.

A política tem dessas surpresas: João Paulo aparece em 1º lugar em todas as pesquisas, como candidato a prefeito, mas se inviabilizou dentro do partido depois que rompeu com João da Costa.

Sem opção, portanto, ele vai declarar seu apoio a Maurício Rands, que é ligado politicamente ao senador Humberto Costa

sábado, 7 de abril de 2012

Armando Monteiro ainda não definiu se vai apoiar Maurício Rands .

 
POSTADO ÀS EM 07 DE Abril DE 2012





Do Jornal do Commercio

A indefinição sobre a posição final do grupo de partidos da Frente Popular que, hoje, defendem uma candidatura alternativa à Prefeitura do Recife vai se prolongar até o desfecho da prévia do PT municipal. Ou até que a disputa interna dos petistas responda a algumas incertezas. O lançamento do nome alternativo do atual secretário estadual de Governo, Maurício Rands – da tendência majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB) – para disputar, em prévia interna, a indicação do PT com o prefeito João da Costa, não preencheu três pré-condições para a adesão e apoio dos alternativos: a certeza da vitória, a certeza de que unirá o PT e a clareza sobre o que fará de diferente da atual gestão.

“Não cabe lançar apoio ao nome alternativo do PT, porque não houve desfecho (da disputa). E se a prévia indicar outra direção? Vamos continuar com a tese de um nome alternativo na Frente Popular. Não podemos ficar à mercê do PT”, adiantou o presidente estadual do PTB, senador Armando Monteiro Neto. Nascido da insatisfação com a gestão corrente do Recife – da qual o PTB se desligou em janeiro de 2011 – e da oposição à recondução do prefeito João da Costa, o grupo vai continuar debatendo a construção do nome alternativo, ao mesmo tempo em acompanha a disputa no PT, segundo Armando.

A colocação da postura do grupo responde à indagação sobre o discurso adotado por João da Costa, alegando que o seu nome nunca foi problema para a unidade da Frente, uma vez que a alternativa Rands também não recebeu a adesão dos alternativos. “Nunca houve restrição pessoal ao prefeito João da Costa, mas questionamentos à gestão administrativa do Recife e ao seu desempenho de condutor político. Isso é um discurso (do prefeito) para explicar algo em proveito próprio. É um equívoco. Não podemos lançar apoio imediato a um nome alternativo do PT, porque o partido não resolveu a questão. O que existe é uma pré-candidatura que vai a uma prévia”, arguiu Armando.

Por outro lado, o discurso do até agora único pré-candidato alternativo do PT, Maurício Rands, de que – ao contrário do prefeito – seu nome abre a possibilidade de ter o apoio do grupo que prega uma candidatura alternativa da Frente Popular, também sofre ressalvas. “Rands nos perguntou como víamos o nome dele. Dissemos que ele tem credenciais, mas só pode ser considerado como opção depois que o PT resolver. Tudo é incerto. Caso ele ganhe, o PT ficará unido? E se ficar fraturado? O grupo pode considerar que, diante da fratura, cabe lançar candidato”, ponderou.

O senador revelou que um outro fator é levado em conta pelos alternativos: o ex-prefeito João Paulo. “Ele já se definiu? Afastou-se da prévia? Lançou apoio a um nome? Não. Como não sabemos se Rands construirá a unidade e o que faria de diferente do modelo que está aí, não cabe ao grupo decidir nada antes”, concluiu.

Postado por Diogo Menezes

terça-feira, 27 de março de 2012

Armando Monteiro avisa que entrada de Rands na sucessão ''não muda nada''.

POSTADO EM 27 DE Março DE 2012





Gilvan Oliveira/Jornal do Commercio

A entrada do secretário estadual de Governo, Maurício Rands, na disputa pela indicação do PT como candidato a prefeito do Recife não muda os planos do grupo que defende uma candidatura alternativa pelo lado governista. Foi o que garantiram, nesta segunda (26), o senador Armando Monteiro Neto (PTB), principal articulador do grupo, e o deputado federal e presidente estadual do PSC, Carlos Eduardo Cadoca. Armando informou que o grupo continuará seus encontros e a construção de uma agenda de propostas para a cidade.

Armando adotou a cautela ao falar da postulação de Rands ao mesmo tempo que demonstrou preocupação com “os custos políticos” que prévias petista podem gerar. Disse que não é possível afirmar ainda se Rands, caso saia vencedor do processo petista, aglutine as forças governistas, condição indispensável para o grupo desistir da tese de candidatura alternativa.

“Nosso grupo não tem que mudar o caminho, porque não há definição no PT. Não sabemos ao final que custo político terá a escolha do candidato por prévias. Ao final, o partido estará unido?”, questionou. Rands, na visão do senador, tem ”credenciais” para pleitear a candidatura pelo PT. Mas, advertiu ele, os aliados não podem considerá-lo como um candidato. “Só podemos avaliar após a definição do PT”, explicou.

Na mesma linha da cautela, Cadoca entende que o surgimento de Rands não deve interromper o trabalho do grupo. Ele avaliou a entrada em cena do secretário como “um fato novo”, mas que só deve ser avaliado caso ele se consolide como prefeiturável do PT. “Nos cabe aguardar que o PT resolva suas questões internas. A princípio, a avaliação é que o nome dele (Rands) poderia unir mais, mas isso a gente só pode ver depois da definição do nome”, considerou Cadoca.

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Maurício Rands compara divergência entre João Paulo e Joâo da Costa à ''briga de marido e mulher ''.

Publicado em: 20-12-2011 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco


 O Secretário de Governo Maurício Rands ,vereador Léo ,o repórter Nadjo Feitosa. 

O deputado federal e secretário do governo, Maurício Rands (PT), comparou nesta terça-feira a divergência entre João Paulo e o prefeito do Recife, João da Costa, a uma “briga de marido e mulher” na qual não se deve pôr a mão.
A comparação foi feita durante entrevista concedida à Rádio CBN do Recife no programa ancorado pelo jornalista Aldo Vilela.
Rands admitiu que o PT está desconfortável com a briga entre o atual prefeito e o seu antecessor, mas não crê que por causa disto o partido irá perder o controle da prefeitura da capital.
Segundo ele, a gestão municipal não é apenas do PT mas do conjunto dos partidos que formam a Frente Popular.
Além disso, acrescentou, as oposições não têm um projeto alternativo para a capital pernambucana.