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sábado, 7 de abril de 2012

Armando Monteiro ainda não definiu se vai apoiar Maurício Rands .

 
POSTADO ÀS EM 07 DE Abril DE 2012





Do Jornal do Commercio

A indefinição sobre a posição final do grupo de partidos da Frente Popular que, hoje, defendem uma candidatura alternativa à Prefeitura do Recife vai se prolongar até o desfecho da prévia do PT municipal. Ou até que a disputa interna dos petistas responda a algumas incertezas. O lançamento do nome alternativo do atual secretário estadual de Governo, Maurício Rands – da tendência majoritária Construindo um Novo Brasil (CNB) – para disputar, em prévia interna, a indicação do PT com o prefeito João da Costa, não preencheu três pré-condições para a adesão e apoio dos alternativos: a certeza da vitória, a certeza de que unirá o PT e a clareza sobre o que fará de diferente da atual gestão.

“Não cabe lançar apoio ao nome alternativo do PT, porque não houve desfecho (da disputa). E se a prévia indicar outra direção? Vamos continuar com a tese de um nome alternativo na Frente Popular. Não podemos ficar à mercê do PT”, adiantou o presidente estadual do PTB, senador Armando Monteiro Neto. Nascido da insatisfação com a gestão corrente do Recife – da qual o PTB se desligou em janeiro de 2011 – e da oposição à recondução do prefeito João da Costa, o grupo vai continuar debatendo a construção do nome alternativo, ao mesmo tempo em acompanha a disputa no PT, segundo Armando.

A colocação da postura do grupo responde à indagação sobre o discurso adotado por João da Costa, alegando que o seu nome nunca foi problema para a unidade da Frente, uma vez que a alternativa Rands também não recebeu a adesão dos alternativos. “Nunca houve restrição pessoal ao prefeito João da Costa, mas questionamentos à gestão administrativa do Recife e ao seu desempenho de condutor político. Isso é um discurso (do prefeito) para explicar algo em proveito próprio. É um equívoco. Não podemos lançar apoio imediato a um nome alternativo do PT, porque o partido não resolveu a questão. O que existe é uma pré-candidatura que vai a uma prévia”, arguiu Armando.

Por outro lado, o discurso do até agora único pré-candidato alternativo do PT, Maurício Rands, de que – ao contrário do prefeito – seu nome abre a possibilidade de ter o apoio do grupo que prega uma candidatura alternativa da Frente Popular, também sofre ressalvas. “Rands nos perguntou como víamos o nome dele. Dissemos que ele tem credenciais, mas só pode ser considerado como opção depois que o PT resolver. Tudo é incerto. Caso ele ganhe, o PT ficará unido? E se ficar fraturado? O grupo pode considerar que, diante da fratura, cabe lançar candidato”, ponderou.

O senador revelou que um outro fator é levado em conta pelos alternativos: o ex-prefeito João Paulo. “Ele já se definiu? Afastou-se da prévia? Lançou apoio a um nome? Não. Como não sabemos se Rands construirá a unidade e o que faria de diferente do modelo que está aí, não cabe ao grupo decidir nada antes”, concluiu.

Postado por Diogo Menezes

terça-feira, 27 de março de 2012

Armando Monteiro avisa que entrada de Rands na sucessão ''não muda nada''.

POSTADO EM 27 DE Março DE 2012





Gilvan Oliveira/Jornal do Commercio

A entrada do secretário estadual de Governo, Maurício Rands, na disputa pela indicação do PT como candidato a prefeito do Recife não muda os planos do grupo que defende uma candidatura alternativa pelo lado governista. Foi o que garantiram, nesta segunda (26), o senador Armando Monteiro Neto (PTB), principal articulador do grupo, e o deputado federal e presidente estadual do PSC, Carlos Eduardo Cadoca. Armando informou que o grupo continuará seus encontros e a construção de uma agenda de propostas para a cidade.

Armando adotou a cautela ao falar da postulação de Rands ao mesmo tempo que demonstrou preocupação com “os custos políticos” que prévias petista podem gerar. Disse que não é possível afirmar ainda se Rands, caso saia vencedor do processo petista, aglutine as forças governistas, condição indispensável para o grupo desistir da tese de candidatura alternativa.

“Nosso grupo não tem que mudar o caminho, porque não há definição no PT. Não sabemos ao final que custo político terá a escolha do candidato por prévias. Ao final, o partido estará unido?”, questionou. Rands, na visão do senador, tem ”credenciais” para pleitear a candidatura pelo PT. Mas, advertiu ele, os aliados não podem considerá-lo como um candidato. “Só podemos avaliar após a definição do PT”, explicou.

Na mesma linha da cautela, Cadoca entende que o surgimento de Rands não deve interromper o trabalho do grupo. Ele avaliou a entrada em cena do secretário como “um fato novo”, mas que só deve ser avaliado caso ele se consolide como prefeiturável do PT. “Nos cabe aguardar que o PT resolva suas questões internas. A princípio, a avaliação é que o nome dele (Rands) poderia unir mais, mas isso a gente só pode ver depois da definição do nome”, considerou Cadoca.

domingo, 4 de março de 2012

Bloco de Armando Monteiro na hora da decisão .




Dirigentes de oito partidos irão analisar uma lista de nomes para escolher um candidato para fazer frente a João da Costa

Publicado em 03/03/2012


Do Jornal do Commercio



Se a visita da presidente Dilma Rousseff ao Recife, no início da semana que passou, serviu para fortalecer a gestão do prefeito João da Costa (PT) e alavancar sua candidatura à reeleição, também agitou o lado dos que defendem o lançamento de uma candidatura alternativa da Frente Popular à Prefeitura do Recife. Menos de uma semana depois da passagem de Dilma pela capital, dirigentes de oito partidos da ala governista – PTB, PSC, PDT, PP, PCdoB, PRB, PV e PSD – intensificaram os contatos individuais, e amanhã fazem a primeira reunião ampliada, com a presença de representantes de todas as siglas. Preocupados com o reforço recebido por Costa, eles colocarão sobre a mesa uma lista preliminar de nomes para analisar quem teria potencial para fazer frente ao prefeito nas urnas de outubro.

A reunião acontece no mesmo dia em que o governador Eduardo Campos (PSB) deverá conversar com o ex-presidente Lula, em São Paulo, a respeito do impasse criado no PT que tem impedido a consolidação da candidatura de João da Costa e, com isso, estimulado a divisão do bloco governista. Do outro lado, a ordem é ampliar a ofensiva em favor de uma nova opção.

“O nome colocado (de João da Costa) não une a Frente Popular, e, enquanto o PT não chega a um consenso, não podemos ficar esperando. Temos recebido cobranças das bases dos partidos”, justifica o deputado Carlos Eduardo Cadoca (PSC), anfitrião do encontro de amanhã – marcado para as 11h30, em seu escritório político – e um dos nomes cotados pelo grupo para a disputa.

Embora petistas e socialistas não tenham sido convidados para a reunião, o primeiro passo no sentido de ampliar o leque de opções da Frente Popular foi dado pelo PSB, ainda no ano passado, ao articular a transferência do domicílio eleitoral do ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho (PSB), de Petrolina para o Recife, ao final do prazo legal para quem pretende disputar as eleições. A explicação oficial de que teria sido uma “iniciativa pessoal” do ministro não convenceu, e terminou servindo como pontapé inicial da discussão sobre a tese das múltiplas candidaturas na frente.

Leia entrevista completa com Armando Monteiro na edição do JC.

sábado, 3 de março de 2012

''João da Costa não se consagrou ''diz Armando .


Ao lado do deputado federal João Paulo, o senador Armando Monteiro (PTB) afirmou ontem que a reunião programada para segunda-feira com os oito partidos que defendem uma candidatura alternativa à do prefeito do Recife, João da Costa (PT), será realizada porque há um sentimento generalizado de que é preciso oferecer à capital pernambucana um projeto mais ambicioso, mas amplo e mais integrador. “Está havendo isso (múltiplas candidaturas) porque ele (João da Costa) não se consagrou. É o diálogo que precisamos exercitar”, enfatizou o petebista, durante sua festa de aniversário preparada pela Federação das Indústrias(Fiep). Afinado politicamente com o senador, João Paulo afirmou que Armando representava uma força política coerente e que sabia o que queria. (Do Diario de Pernambuco)
Escrito por Magno Martins.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Armando afirma já ter uma alternativa a João da Costa .

Líder do PTB revela ter uma "ideia" que será levada aos partidos da Frente Popular, para o cenário de mais de uma candidatura governista


Publicado em 25/02/2012,


Bruna Serra


Firme na decisão de bancar uma candidatura alternativa ao prefeito João da Costa (PT), o senador Armando Monteiro Neto (PTB) disse nesta sexta-feira (24) – dia do seu aniversário – que já escolheu o desafiante do petista, dentro do bloco governista, para as eleições de outubro. O nome será, agora, levado aos partidos da Frente Popular, com os quais o senador costura há algum tempo o lançamento de uma segunda opção para a Prefeitura do Recife.

A partir da segunda-feira (27), Armando deve retomar os contatos com o PSD, PSC, PCdoB, PDT e PP, a fim de colocar a sua sugestão para apreciação dos líderes dessas legendas. “Semana que vem eu retomo aqueles contatos com os partidos da Frente. Eu tenho uma ideia de um nome, mas não posso antecipar”, afirmou o senador ao JC.

De acordo com interlocutores de Armando, duas rodadas de pesquisas internas já foram feitas, avaliando o potencial de aprovação e rejeição de todos os pré-candidatos apresentados como alternativos. Nessa disputa, relatam, não há espaço para amadorismos. O plano é divulgar a identidade do escolhido em uma entrevista coletiva, que contaria com a presença dos líderes de cada um dos partidos da Frente Popular dispostos a abandonar o barco de João da Costa.

Armando reitera que com a indecisão do PT para referendar o nome do prefeito, fortalece a cada dia a candidatura alternativa. “Sinto que há um terreno propício para essa ideia. Agora, eu reconheço que é uma tarefa complexa, que envolve vários partidos e interesses que não são tão convergentes, além da natural precedência da candidatura petista”, avaliou.

A alternativa pensada por Armando será apresentada como concorrente de João da Costa, que, segundo o próprio senador admite, deve ser mesmo o candidato petista. “Mas eu tenho uma ideia de um nome que poderia ser um nome que reunisse esses partidos com os quais conversei. Se houver clima, a gente já coloca para os aliados”, complementou.

Nos bastidores, o nome do deputado federal Paulo Rubem Santiago (PDT) circula como um dos favoritos na bolsa de apostas, ao lado do deputado estadual Silvio Costa Filho (PTB) e de outro federal, Carlos Eduardo Cadoca (PSC), que não esconde que torce para ser o escolhido. Já Paulo Rubem, questionado sobre a possibilidade, esquivou-se. “Não tenho a menor ideia. A partir de março estarei em conversas com o PV e com o PCdoB. Em Brasília, vou procurar Cadoca e Eduardo da Fonte (PP). Acho que precisamos conversar mais, não colocar um nome agora”.

 Jornal do Commercio

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Articulação do Senador Armando monteiro continuam restritas à Frente Popular.

Publicado em: 09-02-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco

Dando seguimento às suas conversas no sentido de construir uma “candidatura não petista”, mas dentro da Frente Popular, à prefeitura do Recife, o senador Armando Monteiro (PTB) conversou ontem em Brasília com o deputado Vilalba de Jesus (PRB), representante da Igreja Universal na Câmara Federal.
O senador já teve oportunidade de dizer que não está criando um novo GI (Grupo Independente) semelhante ao que criou, como dissidência, com cinco deputados federais, no governo Jarbas Vasconcelos. Suas articulações estão restritas aos partidos da Frente Popular.
Ele esteve anteriormente com os dirigentes do PDT (José Queiroz), PSC (Cabo), PCdoB (Luciano Siqueira), PV (Carlos Augusto Costa), PP (Eduardo da Fonte), PSD (André de Paula) e PRB (Vilalba de Jesus).

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

''Não somos um novo G I '' ,diz Armando ao explicar articulação do PTB .

Frente Popular
Em entrevista, líder trabalhista destaca busca de nome alternativo ao de João da Costa na Frente Popular
Publicado em 26/01/2012,
Em nova demonstração de que não pretende ficar à espera de uma definição do PT e do governador Eduardo Campos (PSB) sobre o processo sucessório no Recife, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) saiu nesta quarta (25) em busca de mais uma liderança da Frente Popular – Cadoca (PSC) –, a fim de fortalecer a tese de uma candidatura alternativa à do prefeito João da Costa (PT). Ele fez questão de frisar que o grupo não é dissidente da frente governista. “Não queremos criar um novo GI”, disse. Leia trechos da entrevista:
CANDIDATURAS
“Temos que esgotar esse processo de consulta e troca com todos os partidos. Cada vez mais se amplia a percepção dos demais partidos da Frente de que realmente temos que buscar alternativas. Tudo isso porque temos a constatação óbvia de que aquele que seria o candidato natural, que é o atual prefeito que pertence a um partido que já está há 12 anos na Prefeitura, tem revelado dificuldades para aglutinar outras forças. E o próprio PT tem tido dificuldades de conduzir o processo internamente.”
DIÁLOGO 
“Veja que o PTB sempre procura dialogar com os demais partidos. Não vamos para a mesa colocando nomes do PTB. Não há aqui candidatura do PTB para ser oferecida. O que há é o seguinte: todos concordam com a tese de múltiplas candidaturas? Então vamos tentar construir uma alternativa comum.”
SEM GI
“Não tem nada de GI. Primeiro que esse grupo não é independente, mas tem revelado uma interdependência da Frente. O GI era uma dissidência afirmada publicamente. Aqui, firmamos a posição de interdependência, ou seja, estamos procurando vários partidos da Frente para tentarmos construir uma alternativa comum. Aliás, para oferecer uma alternativa à própria Frente.”
O GOVERNADOR
“É evidente que o governador, na condição de líder, estará, em algum momento, chancelando esse processo. Mas entendo que ao próprio governador interessa que o processo flua para avaliar a expressão dessas forças.”
CONFLITO
“Há algumas pessoas que podem achar que estamos confrontando o comando do governador. Eu sempre acho que todo partido tem um grau de liberdade, uma identidade e uma autonomia. Agora, os interesses do partido não podem se sobrepor aos interesses do conjunto. Veja que nesta semana o PTB acabou declarando apoio ao candidato do PSB, em Cabrobó (Sertão)”.
PARA LEMBRAR: O QUE FOI O GI
Em 2003, a antiga União por Pernambuco, aliança que dava sustentação ao então governador Jarbas Vasconcelos (PMDB), sofreu baixas após a criação do chamado “Grupo Independente” (GI). Insatisfeitos com a falta de espaço político na administração do peemedebista, um grupo deputados federais criou a dissidência, enfraquecendo a Frente jarbista.
O GI visava conquistar a Prefeitura do Recife em 2004 para, em 2006, disputar o governo do Estado em 2006 – o candidato a goevrnador seria Armando. Mas a dissidência começou a fracassar quando não conseguiu eleger Joaquim Francisco prefeito do Recife em 2004.
OS DEPUTADOS FEDERAIS QUE FORMAVAM O GI:
Armando Monteiro Neto
Roberto Magalhães
Joaquim Francisco
José Múcio
José Chaves
Luiz Piauhylino