|
|
|
|
Mostrando postagens com marcador . oposição. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador . oposição. Mostrar todas as postagens
sábado, 19 de janeiro de 2013
Vereadores de oposição pedem a criação da Guarda Municipal para Taquaritinga do Norte .
terça-feira, 16 de outubro de 2012
PSDB precisa dar clareza à oposição ao PSB.
POSTADO EM 16 DE Outubro DE 2012
Ana
Lúcia Andrade, do Jornal do Commercio
O PSDB com Daniel Coelho vibra com o tamanho que saiu das urnas. O PSDB sob o comando do deputado federal Sérgio Guerra cuida do projeto nacional do partido, que pode se cruzar com o do PSB de Eduardo Campos. Diante da encruzilhada, a legenda, refiro-me ao comando, terá de indicar com muita exatidão que postura de oposição adotará ao governo socialista no Recife. Até como forma de preservar seus vereadores, que são os que responderão pela linha de frente desse trabalho.
Da clareza tucana dependerá a dimensão que essa “nova” oposição pode ganhar. Manter a amplitude do grupo, envolvendo os partidos já engajados (PPS, PSOL e DEM), e quem sabe até ratear uma “aliança branca” com a ala petista que na eleição se colocou claramente contra o PSB, também resultam da postura dos tucanos.
Para além do PSDB, há quem entenda, no bloco oposicionista que se forma, que o tom da oposição dependerá também da maneira de agir do prefeito eleito do Recife, Geraldo Julio (PSB). Principalmente na relação com o Legislativo. É aguardada a interlocução que o socialista fará com a Câmara no debate dos grandes projetos estruturadores para a cidade, por exemplo. O prefeito eleito é quem dará o primeiro passo. A reação (ou não) virá depois.
O PSDB com Daniel Coelho vibra com o tamanho que saiu das urnas. O PSDB sob o comando do deputado federal Sérgio Guerra cuida do projeto nacional do partido, que pode se cruzar com o do PSB de Eduardo Campos. Diante da encruzilhada, a legenda, refiro-me ao comando, terá de indicar com muita exatidão que postura de oposição adotará ao governo socialista no Recife. Até como forma de preservar seus vereadores, que são os que responderão pela linha de frente desse trabalho.
Da clareza tucana dependerá a dimensão que essa “nova” oposição pode ganhar. Manter a amplitude do grupo, envolvendo os partidos já engajados (PPS, PSOL e DEM), e quem sabe até ratear uma “aliança branca” com a ala petista que na eleição se colocou claramente contra o PSB, também resultam da postura dos tucanos.
Para além do PSDB, há quem entenda, no bloco oposicionista que se forma, que o tom da oposição dependerá também da maneira de agir do prefeito eleito do Recife, Geraldo Julio (PSB). Principalmente na relação com o Legislativo. É aguardada a interlocução que o socialista fará com a Câmara no debate dos grandes projetos estruturadores para a cidade, por exemplo. O prefeito eleito é quem dará o primeiro passo. A reação (ou não) virá depois.
Postado por
Gabriela López
Marcadores:
. oposição,
2012 Nadjo Feitosa .,
clareza,
PSB,
PSDB
sábado, 7 de abril de 2012
bloco das oposições no Recife unido apenas no discurso.
POSTADO EM 06 DE Abril DE 2012
Débora Duque/Jornal do Commercio
Se no PT, a fissura interna se apresenta como um fato consumado na pré-campanha do Recife, nas oposições o contexto não é diferente. A unidade do grupo permanece, por enquanto, apenas no plano das intenções. A três meses do início da campanha oficial, nenhum dos quatro pré-candidatos mostrou, publicamente, qualquer sinal de recuo. Muito pelo contrário. Embora as articulações ainda estejam em curso, o que todos os pretensos postulantes têm buscado é emplacar suas respectivas candidaturas. E, na falta de um critério objetivo para retirá-las em prol de algum aliado, já se admite a possibilidade de um fracionamento completo do campo oposicionista.
A mais recente demonstração dessa ordem partiu do deputado federal Mendonça Filho (DEM). Apesar das resistências veladas ao seu nome - semeadas, inclusive, no próprio partido –, ele contrariou as especulações de que seu ingresso na disputa estava condicionado ao apoio das demais legendas. Obstinado, disse que não foge à batalha e mostrou-se disposto a ir à “briga”, mesmo sozinho. A ofensiva somou-se a dos demais pré-candidatos. No intervalo de um mês, o deputado federal Raul Henry (PMDB) retomou o fôlego para participar do pleito e Raul Jungmann (PPS) oficializou, em ato, sua pré-candidatura.
Primeiro a indicar que não abriria mão da disputa, o deputado estadual Daniel Coelho (PSDB) vê a tese de que estaria “isolado” cair por terra junto com as chances da formação do bloquinho PMDB-DEM-PPS. “Era um discurso falso dizer que o PSDB estava afastado dos demais. O que há são estratégias partidárias. É legítimo. Ninguém tem o direito de pedir para o outro partido desistir”, pontuou.
Do outro lado, Jungmann ainda não descarta as chances de haver algum tipo de composição até as convenções, em junho. Nos bastidores, comenta-se a possibilidade de o pós-comunista declarar apoio a candidatura de Henry. No entanto, ele avisa que a postulação do PPS é “irreversível” e diz, inclusive, enxergar “vantagens” na fragmentação da oposição. “Teremos muitas vozes criticando o governo e ocupando espaços. A desvantagem é que essas vozes, talvez, não ganhem tanta amplitude. Mas é o que se apresenta no momento e temos que conviver com isso”, afirma.
Ao contrário dos pleitos anteriores, segundo ele, todos os candidatos da oposição encontram-se em condições políticas e financeiras “semelhantes”. “Não há candidato natural. Não há coordenação. Não tem como rifar ninguém, a não ser pela livre e espontânea vontade de cada um”, assinalou.
Apesar da falta de consenso, Henry é um dos que ainda apostam nas alianças. Para ele, o ideal é que a oposição lance, no máximo, três candidatos. Admite, porém, a dificuldade para construir uma solução comum aos demais. “Nós podemos chegar ao cenário de quatro candidaturas, mas também podemos ter menos. Só que cada partido tenta consolidar legitimamente seu projeto e isso tem que ser respeitado”, disse. A solução, segundo ele, é intensificar o diálogo e, claro, zelar pela boa convivência entre os quatro possíveis candidatos. Até porque, dependendo do desfecho eleitoral, todos precisarão marchar unidos num eventual segundo turno.
Se no PT, a fissura interna se apresenta como um fato consumado na pré-campanha do Recife, nas oposições o contexto não é diferente. A unidade do grupo permanece, por enquanto, apenas no plano das intenções. A três meses do início da campanha oficial, nenhum dos quatro pré-candidatos mostrou, publicamente, qualquer sinal de recuo. Muito pelo contrário. Embora as articulações ainda estejam em curso, o que todos os pretensos postulantes têm buscado é emplacar suas respectivas candidaturas. E, na falta de um critério objetivo para retirá-las em prol de algum aliado, já se admite a possibilidade de um fracionamento completo do campo oposicionista.
A mais recente demonstração dessa ordem partiu do deputado federal Mendonça Filho (DEM). Apesar das resistências veladas ao seu nome - semeadas, inclusive, no próprio partido –, ele contrariou as especulações de que seu ingresso na disputa estava condicionado ao apoio das demais legendas. Obstinado, disse que não foge à batalha e mostrou-se disposto a ir à “briga”, mesmo sozinho. A ofensiva somou-se a dos demais pré-candidatos. No intervalo de um mês, o deputado federal Raul Henry (PMDB) retomou o fôlego para participar do pleito e Raul Jungmann (PPS) oficializou, em ato, sua pré-candidatura.
Primeiro a indicar que não abriria mão da disputa, o deputado estadual Daniel Coelho (PSDB) vê a tese de que estaria “isolado” cair por terra junto com as chances da formação do bloquinho PMDB-DEM-PPS. “Era um discurso falso dizer que o PSDB estava afastado dos demais. O que há são estratégias partidárias. É legítimo. Ninguém tem o direito de pedir para o outro partido desistir”, pontuou.
Do outro lado, Jungmann ainda não descarta as chances de haver algum tipo de composição até as convenções, em junho. Nos bastidores, comenta-se a possibilidade de o pós-comunista declarar apoio a candidatura de Henry. No entanto, ele avisa que a postulação do PPS é “irreversível” e diz, inclusive, enxergar “vantagens” na fragmentação da oposição. “Teremos muitas vozes criticando o governo e ocupando espaços. A desvantagem é que essas vozes, talvez, não ganhem tanta amplitude. Mas é o que se apresenta no momento e temos que conviver com isso”, afirma.
Ao contrário dos pleitos anteriores, segundo ele, todos os candidatos da oposição encontram-se em condições políticas e financeiras “semelhantes”. “Não há candidato natural. Não há coordenação. Não tem como rifar ninguém, a não ser pela livre e espontânea vontade de cada um”, assinalou.
Apesar da falta de consenso, Henry é um dos que ainda apostam nas alianças. Para ele, o ideal é que a oposição lance, no máximo, três candidatos. Admite, porém, a dificuldade para construir uma solução comum aos demais. “Nós podemos chegar ao cenário de quatro candidaturas, mas também podemos ter menos. Só que cada partido tenta consolidar legitimamente seu projeto e isso tem que ser respeitado”, disse. A solução, segundo ele, é intensificar o diálogo e, claro, zelar pela boa convivência entre os quatro possíveis candidatos. Até porque, dependendo do desfecho eleitoral, todos precisarão marchar unidos num eventual segundo turno.
Postado por Diogo Menezes
Marcadores:
. oposição,
..Nadjo Feitosa,
Bloco,
Candidato á prefeito do Recife,
discurso,
unidos
terça-feira, 27 de março de 2012
Oposição silencia sobre contrato digital de R$ 150 milhões .
Rivânia Queiroz Um escândalo veio à tona no último domingo no programa Fantástico, da TV Globo. Uma empresa nacional faz contrato milionário em João Pessoa (PB) para torná-la a primeira capital digital do País. Trata-se da Ideia Digital Sistemas, Consultoria e Comércio LTDA. O escândalo na vizinha paraibana, sob o comando de um socialista, o governador Ricardo Coutinho, respinga em terras pernambucanas. Sobre a atuação da empresa por aqui, nenhum comentário. A oposição calou-se. Ninguém na Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) teve coragem de afrontar o Palácio. Procurado, o deputado estadual e pré-candidato à sucessão municipal, Daniel Coelho (PSDB), informou que não iria tratar do assunto por estar com a cabeça em outro foco e sugeriu que o líder da oposição o fizesse. O líder Antônio Moraes (PSDB), por sua vez, avisou que vai colher mais informações sobre a denúncia do Fantástico e deve reunir sua bancada, ainda nesta semana, para avaliar o assunto. “Tony Gel (deputado estadual) está viajando e deve retornar amanhã. Vou marcar uma reunião com o pessoal para a gente analisar o teor da denúncia”, adiantou o líder da oposição na Alepe. No mercado há 20 anos, a empresa Ideia Digital infiltrou-se por aqui em dezembro do ano passado. Através de uma licitação milionária, a empresa propôs informatizar mais de 500 escolas pernambucanas, ao custo de R$ 150 milhões. Desse montante, foram pagos pelo governador Eduardo Campos, também do PSB, R$ 14,3 milhões. Essa ata de preço praticada em Pernambuco, que ainda não teria sido publicada, segundo assegura o Palácio do Campo das Princesas, foi a mesma oferecida ao governo paraibano pela empresa para supostamente superfaturar equipamentos e pagar propina. Após ter conhecimento da denúncia, o Governo de Pernambuco informou que abrirá uma auditoria sobre a licitação e cancelou o contrato. Escrito por Magno Martins. |
Marcadores:
. oposição,
..Nadjo Feitosa,
contrato digital,
silencia
sábado, 24 de março de 2012
Jarbas aceita conversar com o governo Dilma , mas permanecerá na Oposição .
Em entrevista à Folha de São Paulo desta sexta-feira, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE) disse que a substituição de Romero Jucá (RR) por Eduardo Braga (AM) como líder do governo no Senado foi como “trocar seis por meia dúzia”.
Entretanto, não se nega a conversar com o novo líder se porventura for procurado, mas em hipótese nenhuma se tornará um “aliado do governo”.
“Eu quero saber o que é que ela (Dilma) vai fazer porque estamos com quase 15 meses de governo e o país é completamente medíocre”, disse o senador pernambucano.
Ele disse que não duvida das boas intenções da presidente, acha que ela tem ojeriza à corrupção, “mas convive com o mal feito”.
Marcadores:
. oposição,
..Nadjo Feitosa,
Jarbas,
Presidente Dilma
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
oposições entre aguardar ou não o rumo do PT.
Partidos intensificam articulações para definição de uma estratégia eleitoral, mas há divergências sobre o "tempo" da decisão
Publicado em 25/01/2012,
Ayrton Maciel
Com janeiro terminando, Carnaval chegando, março beirando à porta, o PT em ebulição e a Frente Popular dispersa, as oposições resolveram intensificar as conversas sobre o melhor caminho - estratégico e tático - para derrotar o candidato ou os candidatos da aliança governista no Recife, nas eleições de outubro.
O bloco de oposições formado pelo PMDB, DEM, PPS e PMN (o PSDB está excluído por já ter apresentado o deputado estadual Daniel Coelho como seu candidato), vai multiplicar as negociações para tentar superar diferenças e consolidar uma posição, que pode ser a candidatura única ou dois candidatos. Para aparar as diferenças, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) vai entrar como moderador das negociações, após o Carnaval.
Com três pré-candidatos colocados há algum tempo - os deputados federais Mendonça Filho (DEM) e Raul Henry (PMDB) e o ex-deputado Raul Jungmann (PPS) -, o primeiro passo da nova fase será conseguir conciliar o time das oposições que definirá se vão atacar em bloco ou por um único front. Henry e Jungmann defenderam nesta terça (24) que o bloco busque a construção de uma unidade de ação, mas deixe a definição sobre um ou dois candidatos - mais o do PSDB - para depois que o PT e a Frente Popular decidirem se sairão com uma ou múltiplas candidaturas.
Mendonça Filho concorda em esperar, mas não em atrelar o tempo das oposições ao tempo dos governistas.
“Queremos construir um caminho conjunto. A oposição e o governo podem ter um ritmo de decisão semelhante, porém, a oposição não pode ficar a reboque de João da Costa (prefeito, PT) e seus aliados. O saco de gatos é grande por lá. Quando será o desfecho? Pode-se aguardar, mas não condicionar nossa posição a isso”, pregou o democrata.
“Queremos construir um caminho conjunto. A oposição e o governo podem ter um ritmo de decisão semelhante, porém, a oposição não pode ficar a reboque de João da Costa (prefeito, PT) e seus aliados. O saco de gatos é grande por lá. Quando será o desfecho? Pode-se aguardar, mas não condicionar nossa posição a isso”, pregou o democrata.
Leia Jornal do Commercio
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Kassab está no fim da fila para as alianças com o PT ,diz Haddad.
Em entrevista ao iG, candidato do PT à Prefeitura de São Paulo quer priorizar palanque com siglas históricas
Adriano Ceolin e Priscilla Borges, iG Brasília | 23/01/2012 Fernando Haddad deixa Educação nesta terça-feira
O ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou hoje que o prefeito Gilberto Kassab e o seu partido, o PSD, estão ‘no fim fila’ na lista de legendas que buscam fazer aliança com o PT para disputar a Prefeitura de São Paulo.
“É um fato novo (a proposta de aliança), mas está circunscrito a uma possibilidade remota. Em função de que os movimentos que os partidos estão fazendo não conduzem a essa direção”, disse Haddad em entrevista exclusiva ao iG.
Segundo Haddad, ele e o presidente municipal do PT paulistano, Antonio Donato, decidiram que a discussão do programa de governo irá anteceder a formação da chapa. “E vamos dialogar com os partidos que estão próximos da gente”, afirmou, em referências a siglas históricas com o PCdoB e outros que apoiam o governo da presidenta Dilma Rousseff no Congresso.
Questionado diretamente se Kassab estava no fim da fila, Haddad ironizou. “Mas ele (Kassab) também não nos colocou no fim da fila?”. O ministro, que será substituído por Aloízio Mercadante (PT-SP), disse que apoio de Kassab a PT depende ainda das negociações com o PSDB.
A proposta de aliança entre o PT e o PSD foi feita há duas semanas. Kassab encontrou-se com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ofereceu um nome do seu partido para ocupar a vaga de vice na chapa a ser encabeçada por Haddad. O ministro é cético sobre o acordo.
“A gente tem de discutir o que está acontecendo. Não uma eventualidade. Houve um gesto de aproximação, que é real. Mas esse gesto tem tantos condicionantes, que é o PSDB não lançar o (José) Serra, o PSDB se recusar apoiar o candidato do prefeito (Afif Domingos)”, disse
Ainda na entrevista, Haddad hesitou em responder o que achava pessoalmente do atual prefeito: “Eu...(demora 15 segundos)... É difícil colocar as coisas nesses termos porque, na verdade, existe uma perspectiva histórica. Eu fiz parte de três governos: governo Marta, governo Lula e governo Dilma.”
Kassab chegou à Prefeitura de São Paulo depois de ser vice de José Serra (PSDB), em 2004. Antes, o prefeito paulistano foi deputado federal pelo PFL (atual DEM) e atuou como secretário do prefeito Celso Pitta, lançado na vida pública por Paulo Maluf (PP).
Gabriel Chalita
Haddad elogiou seu virtual adversário Gabriel Chalita, deputado federal e pré-candidato a prefeito pelo PMDB. "Tenho uma relação de amizade com o Chalita", disse. "Como presidente Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), ele teve uma postura correta com o Ministério da Educação", disse.
Segundo Haddad, Chalita não colocou em questão assuntos partidários no meio das discussões. "Na época ele estava no PSDB. Se fosse outra pessoa que estivesse na presidência do Consed, talvez nós não teríamos conseguido aprovar p Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)", afirmou.
Apesar de considerar difícil, Haddad afirmou que ainda vai lutar para ter uma aliança com o PMDB: "Eu gostaria muito de ter o PMDB aliado na chapa. Uma aliança na chapa com os partidos do governo Dilma é muito mais tranquilo para todos nós. Nós procuramos o PMDB e continuamos mantendo conversas".
Lula e governo do Estado
Ainda na entrevista, Haddad revelou que a ideia de sair da Educação para disputar um cargo eletivo surgiram em 2009 por meio do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele contou que o plano inicial era disputar o governo do Estado de São Paulo, em 2010, e não a prefeitura da capital.
"Presidente me sonda há algum tempo sobre essa possibilidade (disputar cargo público). Desde 2009 ele vem me sondando e, na verdade, eu entendo que eu já estava manifestando desde então o desejo de cuidar da minha vida", afirmou.
"Havia tido uma conversa em relação ao governo do Estado e depois ele disse 'olha, vamos retomar'. Eu imaginava que as condições do município eram mais desfavoráveis a uma novidade até do que no Estado. Estranhei e falei: “mas presidente?”, ele disse: “não, há um espaço'", contou Haddad.
Marcadores:
. oposição,
..Nadjo Feitosa,
Gilberto Kassab,
Haddad,
Prefeitura de São Paulo
domingo, 22 de janeiro de 2012
João Paulo é visto como o maior opositor de João da Costa .
Para 20% dos entrevistados na pesquisa do IPMN, o ex-prefeito é quem representa melhor a oposição
Publicado em 21/01/2012,
Do JC Online
Há muito apontado como um personagem central da sucessão do Recife, embora dificilmente consiga garantir a candidatura, o deputado federal e ex-prefeito João Paulo é visto por 20% dos entrevistados pelo IPMN como o político que “melhor representa a oposição ao prefeito João da Costa”. É o maior percentual apontado neste quesito do levantamento do instituto, mostrando não só que a “briga dos Joões” do PT pernambucano está na cabeça do eleitor, mas também que o ex-prefeito é o nome que vem logo na mente de quem pensa nos adversários do atual gestor.
Na segunda colocação aparece o ex-governador e atual deputado federal Mendonça Filho (DEM), com 11,3%, seguido do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), com 10,8%, e do deputado tucano (ex-PV) Daniel Coelho, com 3,8% (veja quadro). O ssenador Humberto Costa, que assim como João Paulo é do PT, foi citado por 2,1% dos entrevistados.
Em várias outras tabelas da pesquisa, João Paulo mostra sua força eleitoral, no momento: ele é apontado como o “melhor prefeito do Recife nos últimos anos (50% dos entrevistados)”; o “mais preparado para ser eleito prefeito (42%)”; o que mais o eleitor acredita que “cumprirá com as suas promessas de campanha, caso seja eleito (36%)”; o que mais “merece ser eleito prefeito do Recife (39%)”; o que mais o eleitor “admira (37%)” etc.
João Paulo também aparece como o político que mais o eleitor “conhece muito (74%)”. Embora, vale lembrar, sua rejeição no quadro “não votaria de maneira nenhuma” seja de 34%, enquanto o “apoio” no quadro “votaria com certeza” seja de 49%, e 18% dizem que “poderia votar”.
Marcadores:
. oposição,
..Nadjo Feitosa,
João da Costa,
João Paulo do PT
terça-feira, 6 de dezembro de 2011
Oposição vota contra projeto que amplia prazo de contratos temporários.
![]() |
| Deputado Estadual Líder da oposição Antônio Moraes PSDB . |
Publicado em: 06-12-2011 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco
Com os votos contrários do líder da oposição, Antonio Moraes (PSDB), e dos deputados Daniel Coelho (PSDB), Gustavo Negromonte(PMDB), Tony Gel (DEM), Severino Ramos (PMN) e Maviael Cavalcanti (DEM), foi aprovado na tarde desta terça-feira, na Assembleia Legislativa, o projeto de lei nº 645/2011 que trata da contratação de servidores, por tempo determinado, para atender às necessidades de excepcional interesse público.
O Governo propôs a contratação, por dois anos, podendo renová-las por igual período. Uma emenda proposta pelo líder governista Waldemar Borges (PSB) ampliou o prazo, sugerindo uma nova prorrogação por mais dois anos.
Para o deputado Daniel Coelho (PSDB), com a aprovação deste projeto o Governo do Estado “cria a categoria dos temporários como regra e não como exceção”.
O líder Antonio Moraes pediu uma maior atenção do Ministério Público sobre a questão. “Muitos prefeitos do interior estão sendo orientados pelo Ministério para realização e concurso público. Agora o prazo do Estado foi ampliado. Espero que o Ministério Público se pronuncie”, disse ele.
Para o deputado Tony Gel (DEM), a proposta do líder governista “é um guarda-chuva mal intencionado e ainda por cima flagrantemente inconstitucional porque nenhum parlamentar pode legislar sobre matéria que cause impacto financeiro ao Executivo”.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Cassio Cunha Lima diz que está pronto para reforçar oposição .
POSTADO ÀS 10:40 EM 14 DE Novembro DE 2011
De oglobo.com.br
![]() |
| Senador da Paraíba Cassío Cunha Lima . |
Primeiro senador beneficiado pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de suspender a aplicação da Lei da Ficha Limpa na eleição passada, o tucano Cassio Cunha Lima (PB) não só rejeita a pecha de parlamentar "ficha suja" como acredita que teria garantido o mandato que assumiu agora mesmo se a lei já tivesse em vigor em 2010. E, a despeito da polêmica em torno de sua candidatura e posse como senador, chega ao Senado declarando-se pronto para engrossar o coro da oposição contra os desmandos na administração pública. Cássio não hesita em apontar a defesa da ética na vida pública como uma das bandeiras que a oposição deve abraçar diante da sucessão de escândalos enfrentados pelo governo de Dilma Rousseff. Disposto a colaborar com o projeto do PSDB de voltar a governar o país, ele cobra o fim dos conflitos internos do partido, adiantando que considera hoje seu colega de bancada Aécio Neves (MG) com o melhor perfil para representar a legenda na disputa presidencial de 2014.
O GLOBO: O senhor chega como um reforço para a oposição, que tem tido dificuldades de atuar contra a ampla maioria da presidente Dilma, e adota o discurso da ética...
CASSIO CUNHA LIMA: A dificuldade de se fazer oposição com um desequilíbrio numérico muito forte exige da nossa parte muita qualidade naquilo que se faz e que se diz. Temos quadros qualificados que podem contribuir para um debate de uma agenda que o Brasil tanto necessita no campo da ética. O presidente Fernando Henrique (Cardoso) promoveu um avanço para o país, não tenho dificuldade nenhuma em admitir que Lula promoveu também, mas esse modelo de sustentação política que o governo do PT encontrou se exauriu. Seis ministros já caíram e ministérios se transformaram em verdadeiros feudos, capitanias hereditárias, que são usados, pelo que estamos vendo, como financiadores das máquinas partidárias.
O senhor considera que a "faxina" promovida pela presidente está dando resultados?
CASSIO: A presidente não tinha condições políticas de manter qualquer um deles (dos ministros acusados) para não comprometer de forma definitiva a sua imagem e a própria governabilidade. O que assusta é o volume de escândalos num curto período de tempo, o que demonstra claramente que há algo de errado no 'layout' da política brasileira, que precisa ser corrigido.
Com esse discurso, o senhor não teme ser provocado por colegas por ter tido problemas com a Lei da Ficha Limpa na eleição passada?
CASSIO: Se a lei tivesse vigorado para 2010, eu teria muitas chances de vencer no Supremo também. Até porque no TSE eu tive o voto de dois dos três ministros que compõem o STF, e no final obtive o registro. Por uma razão simples, eu já havia sido punido com a inegibilidade de três anos, e no estado democrático de direito ninguém pode ser punido duas vezes pelo mesmo fato. Tenho a consciência tranquila. Eu sofri uma punição no campo eleitoral, não foi por compra de votos, mas interpretação subjetiva de um programa social que nós tínhamos no governo do estado, muito semelhante ao Bolsa Família, que teria interferido no resultado da eleição (ele foi acusado de distribuir cheque-cidadão às vésperas da eleição).
Mas prevalece junto à parcela significativa da população o sentimento de que a impunidade reina no país, na política. Seu pai mesmo (Ronaldo Cunha Lima) renunciou ao mandato de deputado federal para se livrar de uma condenação no Supremo.
CASSIO: As pessoas não podem perder de vista que todos nós temos direitos individuais. E a Constituição garante o direito de defesa. Meu pai nada mais fez do que exercer seu direito de defesa. Pouca gente registra, por exemplo, que foi ele o autor de um projeto de lei, logo que chegou ao Senado, que propunha o fim do foro privilegiado. Ele queria ser julgado pelo júri popular e se a proposta dele tivesse sido aprovada naquela altura, talvez já tivesse sido julgado.
Qual sua opinião sobre a Lei da Ficha Limpa?
CASSIO: A Lei da Ficha Limpa é um avanço, agora é preciso que ela esteja em consonância com outros princípios constitucionais e com conquistas da humanidade. Não podemos imaginar o que vai acontecer daqui a 50 anos, mas é preciso proteger as minorias das maiorias. A democracia tem essa característica também. Ter uma lei que pode atingir fatos do passado é extremamente grave e preocupante. A presunção de inocência é uma conquista da humanidade.
O senhor concorda com o resultado da pesquisa encomendada recentemente pelo PSDB, que concluiu que os tucanos não souberam defender seu legado e, por isso, acabaram perdendo parte de suas bandeiras para o PT?
CASSIO: Não acredito que essa tenha sido a razão para o insucesso nas últimas eleições. Acho que o PSDB precisa primeiro resolver o conflito de São Paulo, onde o partido tem uma disputa muito viva com o PT. Claro que estamos falando de um estado importante, mas temos o restante do Brasil, onde nem sempre o PT ou mesmo outros partidos da base aliada se contrapõem ao PSDB e a outras legendas da oposição. Só a partir do momento que conseguirmos compreender que não há como reproduzir São Paulo no resto do Brasil é que vamos conseguir ampliar nossas alianças, alargar o nosso campo de oposição para que possamos preservar o legado do presidente Fernando Henrique e apresentar os caminhos que o PSDB defende para o Brasil. Para onde vamos? Tenho certeza, por exemplo, que esse movimento da ética, da transparência é um desejo muito claro da sociedade.
Como resolver esse problema interno que acabou atrapalhando o PSDB nas últimas três campanhas presidenciais?
CASSIO: Todas essas questões, conflitos e contradições se resolvem pela via da conversa e do diálogo. Essa é a grande arma da política. E despersonalizar o debate é muito importante. Não vejo que haja uma fila, mas é preciso descentralizar as alternativas para que não fiquemos batendo na mesma tecla. Para ter chances novamente de governar o Brasil, será preciso enfrentarmos esses problemas internos, que passa notadamente pelas questões paulistas. É preciso que projetos pessoais não sejam colocados acima do interesse do Brasil e do próprio PSDB.
Qual seria hoje o nome mais forte do partido para a eleição de 2014?
CASSIO: Acho que, no momento, o senador Aécio desponta de forma muito visível como a grande alternativa do PSDB para os próximos pleitos. É claro que o nome de José Serra é sempre muito forte, mas neste instante o senador Aécio se apresenta como alguém que teria talvez uma maior capacidade de aglutinar novas forças.
Quando o senhor acha que essa candidatura deve ser definida?
CASSIO: Acho que esse timing deve ser definido a partir do momento em que quem tiver disposição de concorrer à Presidência tenha coragem de queimar navios. Queimar navios era a primeira providência tomada por generais quando desembarcavam as tropas. Ou seja, era vencer ou vencer, não tinha recuo, não tinha volta. É preciso que isso fique claro em relação àqueles que estão se colocando como postulantes. A partir daí temos de abrir movimentos para dialogar com partidos que estão na base do governo, dentro de uma nova coalizão e composição de forças. Há partidos importantes na base governista que podem dialogar conosco como PSB, PTB, PP, PR. Sem falar nas facções do PMDB que já estabecem diálogo conosco. Vejo o PSDB com uma responsabilidade enorme de reaglutinar essas forças. E indiscutivelmente Aécio tem um perfil muito talhado para esse desafio.
O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, vem ensaiando movimentos para se colocar no jogo político de 2014, seja como vice na chapa petista ou até mesmo como candidato próprio à sucessão presidencial. Isso preocupa a oposição?
CASSIO: O governador Eduardo Campos é um dos melhores quadros da política brasileira. Além de ter com ele uma relação muito fraterna, eu o admiro no campo político. Ninguém é candidato a vice-presidente. Ele se coloca como um nome a ser lembrado como candidato à Presidência da República. E tem méritos para isso. Acho que a participação dele só vem a contribuir e somar.
O senhor chega ao Senado com uma pauta pesada pela frente. Dá para adiantar como o senhor vai votar, por exemplo, em relação à DRU?
CASSIO: A DRU foi criada em 1994, ou seja, por nós. Vamos votar contra a que título? Temos de ter coerência. O governador José Serra, por exemplo, apresentou a proposta de um salário mínimo de R$ 600 na eleição passada. Fosse ele o presidente, a proposta teria valido. Mas para uma bancada como a nossa, com ex-governadores que conhecem de perto a realidade dos estados e municípios, votar por votar para marcar uma posição não é o nosso estilo, não acho que seja a melhor postura. Você pode fazer uma oposição de resultados, apoiando uma iniciativa do governo como a DRU, que é colocada como essencial, fazendo negociações de alto nível em torno de temas, projetos e propostas, diferentemente do que se fez em alguns instantes.
O GLOBO: O senhor chega como um reforço para a oposição, que tem tido dificuldades de atuar contra a ampla maioria da presidente Dilma, e adota o discurso da ética...
CASSIO CUNHA LIMA: A dificuldade de se fazer oposição com um desequilíbrio numérico muito forte exige da nossa parte muita qualidade naquilo que se faz e que se diz. Temos quadros qualificados que podem contribuir para um debate de uma agenda que o Brasil tanto necessita no campo da ética. O presidente Fernando Henrique (Cardoso) promoveu um avanço para o país, não tenho dificuldade nenhuma em admitir que Lula promoveu também, mas esse modelo de sustentação política que o governo do PT encontrou se exauriu. Seis ministros já caíram e ministérios se transformaram em verdadeiros feudos, capitanias hereditárias, que são usados, pelo que estamos vendo, como financiadores das máquinas partidárias.
O senhor considera que a "faxina" promovida pela presidente está dando resultados?
CASSIO: A presidente não tinha condições políticas de manter qualquer um deles (dos ministros acusados) para não comprometer de forma definitiva a sua imagem e a própria governabilidade. O que assusta é o volume de escândalos num curto período de tempo, o que demonstra claramente que há algo de errado no 'layout' da política brasileira, que precisa ser corrigido.
Com esse discurso, o senhor não teme ser provocado por colegas por ter tido problemas com a Lei da Ficha Limpa na eleição passada?
CASSIO: Se a lei tivesse vigorado para 2010, eu teria muitas chances de vencer no Supremo também. Até porque no TSE eu tive o voto de dois dos três ministros que compõem o STF, e no final obtive o registro. Por uma razão simples, eu já havia sido punido com a inegibilidade de três anos, e no estado democrático de direito ninguém pode ser punido duas vezes pelo mesmo fato. Tenho a consciência tranquila. Eu sofri uma punição no campo eleitoral, não foi por compra de votos, mas interpretação subjetiva de um programa social que nós tínhamos no governo do estado, muito semelhante ao Bolsa Família, que teria interferido no resultado da eleição (ele foi acusado de distribuir cheque-cidadão às vésperas da eleição).
Mas prevalece junto à parcela significativa da população o sentimento de que a impunidade reina no país, na política. Seu pai mesmo (Ronaldo Cunha Lima) renunciou ao mandato de deputado federal para se livrar de uma condenação no Supremo.
CASSIO: As pessoas não podem perder de vista que todos nós temos direitos individuais. E a Constituição garante o direito de defesa. Meu pai nada mais fez do que exercer seu direito de defesa. Pouca gente registra, por exemplo, que foi ele o autor de um projeto de lei, logo que chegou ao Senado, que propunha o fim do foro privilegiado. Ele queria ser julgado pelo júri popular e se a proposta dele tivesse sido aprovada naquela altura, talvez já tivesse sido julgado.
Qual sua opinião sobre a Lei da Ficha Limpa?
CASSIO: A Lei da Ficha Limpa é um avanço, agora é preciso que ela esteja em consonância com outros princípios constitucionais e com conquistas da humanidade. Não podemos imaginar o que vai acontecer daqui a 50 anos, mas é preciso proteger as minorias das maiorias. A democracia tem essa característica também. Ter uma lei que pode atingir fatos do passado é extremamente grave e preocupante. A presunção de inocência é uma conquista da humanidade.
O senhor concorda com o resultado da pesquisa encomendada recentemente pelo PSDB, que concluiu que os tucanos não souberam defender seu legado e, por isso, acabaram perdendo parte de suas bandeiras para o PT?
CASSIO: Não acredito que essa tenha sido a razão para o insucesso nas últimas eleições. Acho que o PSDB precisa primeiro resolver o conflito de São Paulo, onde o partido tem uma disputa muito viva com o PT. Claro que estamos falando de um estado importante, mas temos o restante do Brasil, onde nem sempre o PT ou mesmo outros partidos da base aliada se contrapõem ao PSDB e a outras legendas da oposição. Só a partir do momento que conseguirmos compreender que não há como reproduzir São Paulo no resto do Brasil é que vamos conseguir ampliar nossas alianças, alargar o nosso campo de oposição para que possamos preservar o legado do presidente Fernando Henrique e apresentar os caminhos que o PSDB defende para o Brasil. Para onde vamos? Tenho certeza, por exemplo, que esse movimento da ética, da transparência é um desejo muito claro da sociedade.
Como resolver esse problema interno que acabou atrapalhando o PSDB nas últimas três campanhas presidenciais?
CASSIO: Todas essas questões, conflitos e contradições se resolvem pela via da conversa e do diálogo. Essa é a grande arma da política. E despersonalizar o debate é muito importante. Não vejo que haja uma fila, mas é preciso descentralizar as alternativas para que não fiquemos batendo na mesma tecla. Para ter chances novamente de governar o Brasil, será preciso enfrentarmos esses problemas internos, que passa notadamente pelas questões paulistas. É preciso que projetos pessoais não sejam colocados acima do interesse do Brasil e do próprio PSDB.
Qual seria hoje o nome mais forte do partido para a eleição de 2014?
CASSIO: Acho que, no momento, o senador Aécio desponta de forma muito visível como a grande alternativa do PSDB para os próximos pleitos. É claro que o nome de José Serra é sempre muito forte, mas neste instante o senador Aécio se apresenta como alguém que teria talvez uma maior capacidade de aglutinar novas forças.
Quando o senhor acha que essa candidatura deve ser definida?
CASSIO: Acho que esse timing deve ser definido a partir do momento em que quem tiver disposição de concorrer à Presidência tenha coragem de queimar navios. Queimar navios era a primeira providência tomada por generais quando desembarcavam as tropas. Ou seja, era vencer ou vencer, não tinha recuo, não tinha volta. É preciso que isso fique claro em relação àqueles que estão se colocando como postulantes. A partir daí temos de abrir movimentos para dialogar com partidos que estão na base do governo, dentro de uma nova coalizão e composição de forças. Há partidos importantes na base governista que podem dialogar conosco como PSB, PTB, PP, PR. Sem falar nas facções do PMDB que já estabecem diálogo conosco. Vejo o PSDB com uma responsabilidade enorme de reaglutinar essas forças. E indiscutivelmente Aécio tem um perfil muito talhado para esse desafio.
O governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos, vem ensaiando movimentos para se colocar no jogo político de 2014, seja como vice na chapa petista ou até mesmo como candidato próprio à sucessão presidencial. Isso preocupa a oposição?
CASSIO: O governador Eduardo Campos é um dos melhores quadros da política brasileira. Além de ter com ele uma relação muito fraterna, eu o admiro no campo político. Ninguém é candidato a vice-presidente. Ele se coloca como um nome a ser lembrado como candidato à Presidência da República. E tem méritos para isso. Acho que a participação dele só vem a contribuir e somar.
O senhor chega ao Senado com uma pauta pesada pela frente. Dá para adiantar como o senhor vai votar, por exemplo, em relação à DRU?
CASSIO: A DRU foi criada em 1994, ou seja, por nós. Vamos votar contra a que título? Temos de ter coerência. O governador José Serra, por exemplo, apresentou a proposta de um salário mínimo de R$ 600 na eleição passada. Fosse ele o presidente, a proposta teria valido. Mas para uma bancada como a nossa, com ex-governadores que conhecem de perto a realidade dos estados e municípios, votar por votar para marcar uma posição não é o nosso estilo, não acho que seja a melhor postura. Você pode fazer uma oposição de resultados, apoiando uma iniciativa do governo como a DRU, que é colocada como essencial, fazendo negociações de alto nível em torno de temas, projetos e propostas, diferentemente do que se fez em alguns instantes.
Postado por Helder Lopes
Marcadores:
. oposição,
..Nadjo Feitosa,
Cassio Cunha Lima,
reforço
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Líder da Oposição denúncia abandono do Parque Dois Irmãos.
Publicado em: 26-10-2011 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco
![]() |
| Deputado Estadual Antônio Moraes PSDB. |
O líder da Oposição na Assembleia Legislativa, Antonio Moraes (PSDB) denunciou nesta quarta-feira o abandono em que se encontra o Parque Estadual Dois Irmãos no bairro do mesmo nome, no Recife.
Ele visitou o local no último sábado em companhia e ficou estarrecido com o que viu: animais sem conforto e sem higiene, alojados em áreas reduzidas.
Ele fez um apelo à Secretaria de Meio Ambiente para que realize intervenções no espaço com urgência para que ele volte a ser aquilo que já foi no passado: um importante espaço de lazer para as crianças pernambucanas.
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Oposição , em defesa do polo de confecções.
POSTADO ÀS 18:00 EM 20 DE Outubro DE 2011
Antonio Moraes
Lider da Bancada de Oposição
Desde a semana passada Pernambuco e o Brasil foram surpreendidos com a notícia da apreensão de dois contêineres no Porto de Suape, com lixo hospitalar vindo dos Estados Unidos. Surpresa ainda maior foi saber o destino deste material, uma empresa do Polo de Confecções do Agreste, que forrava bolsos de roupas. Dias depois, mais tristes novidades. Lençois de hospitais do exterior, com manchas que podem ser de sangue, também estavam sendo comercializados em outras cidades do interior pernambucano.
A notícia atingiu em cheio não só a empresa denunciada, mas todo o polo de confecções do agreste. As vendas já caíram o que é muito preocupante já que estamos bem próximos das festas de fim de ano, período com grande volume de vendas e onde os comerciantes já trabalham com maior estoque prevendo as compras de natal e ano novo.
Como bem disse o deputado Edson Vieira, que representa a região na Assembleia Legislativa, durante pronunciamento ontem no plenário, mais de 20 mil empresas atuam nas cidades de Caruaru, Toritama e Santa Cruz, responsáveis pela produção de 1 bilhão de peças por ano, o que responde a 73% da produção do Estado. O Polo gera também mais de 100 mil empregos.
Os números destacados acima mostram o quanto o polo de confecções é importante para a economia do agreste e de Pernambuco. Hoje jornais trazem que o FBI vai investigar o caso. O Governo do Estado anunciou uma campanha publicitária, entre outras ações. É preciso urgentemente também ter normas mais rígidas na importação para evitar que novos casos como este voltem a acontecer.
A Bancada de Oposição vai ficar atenta ao encaminhamento destas medidas que estão sendo tomadas. Ações emergenciais já foram divulgadas, mas é preciso mais do que nunca de uma política de estado permanente em todos os níveis, para não deixar que consequências piores assolem o polo de confecções de Pernambuco que é muito maior do que qualquer ação criminosa.
Lider da Bancada de Oposição
Desde a semana passada Pernambuco e o Brasil foram surpreendidos com a notícia da apreensão de dois contêineres no Porto de Suape, com lixo hospitalar vindo dos Estados Unidos. Surpresa ainda maior foi saber o destino deste material, uma empresa do Polo de Confecções do Agreste, que forrava bolsos de roupas. Dias depois, mais tristes novidades. Lençois de hospitais do exterior, com manchas que podem ser de sangue, também estavam sendo comercializados em outras cidades do interior pernambucano.
A notícia atingiu em cheio não só a empresa denunciada, mas todo o polo de confecções do agreste. As vendas já caíram o que é muito preocupante já que estamos bem próximos das festas de fim de ano, período com grande volume de vendas e onde os comerciantes já trabalham com maior estoque prevendo as compras de natal e ano novo.
Como bem disse o deputado Edson Vieira, que representa a região na Assembleia Legislativa, durante pronunciamento ontem no plenário, mais de 20 mil empresas atuam nas cidades de Caruaru, Toritama e Santa Cruz, responsáveis pela produção de 1 bilhão de peças por ano, o que responde a 73% da produção do Estado. O Polo gera também mais de 100 mil empregos.
Os números destacados acima mostram o quanto o polo de confecções é importante para a economia do agreste e de Pernambuco. Hoje jornais trazem que o FBI vai investigar o caso. O Governo do Estado anunciou uma campanha publicitária, entre outras ações. É preciso urgentemente também ter normas mais rígidas na importação para evitar que novos casos como este voltem a acontecer.
A Bancada de Oposição vai ficar atenta ao encaminhamento destas medidas que estão sendo tomadas. Ações emergenciais já foram divulgadas, mas é preciso mais do que nunca de uma política de estado permanente em todos os níveis, para não deixar que consequências piores assolem o polo de confecções de Pernambuco que é muito maior do que qualquer ação criminosa.
Postado por Jamildo Melo
Marcadores:
. oposição,
defesa,
Nadjo Feitosa,
polo de confecções
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Taquaritinga do Norte : Jânio Arruda no PSD.
![]() |
| Jânio Arruda Ex . prefeito de Taquaritinga do Norte . |
Depois de militar toda sua vida política PFL depois no DEM o ex. prefeito de Taquaritinga do Norte Jânio Arruda é o mais novo integrante do PSD ele atendeu um pedido do amigo André de Paula que foi votado por Jânio Arruda em quatro eleições .
Com a ida de Jânio Arruda para o partido da base do governo do estado , o ex. prefeito deixa de ser oposição á Eduardo Campos.
Fonte : Blog do Magno Martins .
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Vereador Carga pesada acusa prefeito de Brejo de fazer campanha eleitoral fora do prazo da lei.
![]() |
| Vereador Carga Pesada do Brejo da Madre de Deus . |
Na cidade de Caruaru afirmou o vereador os adesivos estão espalhados pelas ruas mas não fazem propaganda explícita dizem apenas ''ELA VEM AI , se referindo a ex. deputada estadual Mirian Lacerda, mas aqui no Brejo é diferente estão usando o dinheiro público para fazer propaganda eleitoral do doutor sem se quer respeitar a justiça eleitoral que por sua vez também não toma nenhuma providência disse o parlamentar Brejense.
Blog do Inaldo Sampaio.










