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terça-feira, 10 de abril de 2012

João Paulo ironiza Dilson :'' Ele é adivinho ou chutador ''.


 
Ao desembarcar, há pouco, em Brasília, o deputado João Paulo sinalizou que disputa as prévias e rebateu as insinuações do presidente da Empresa de Transporte Intermunicipal, Dilson Peixoto, ontem, na CBN, de que não disputaria as prévias por não ter votos entre os filiados ao PT no Recife.
“Não sei aonde Dilson foi buscar essa pesquisa. Foi do instituto dele?”, ironizou João Paulo, para acrescentar: 'Ou ele é advinho ou está chutando'. O ex-prefeito deu a entender que pode, sim, entrar nas prévias. Ainda hoje, ele terá um encontro com o presidente da executiva nacional do PT, Rui Falcão, para discutir a situação do Recife.
“Não decidi nada ainda, mas, ao contrário do que sugere Dilson, o colégio eleitoral do PT do Recife não é massa de manobra”, alfinetou. João Paulo disse que está fazendo sondagens sobre sua candidatura a vários correligionários, tendo participado de encontros ontem que vararam a madrugada.

Esctito por Magno Martins.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Deputado Federal João Paulo decide não disputar as prévias do PT.

Publicado em: 02-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Recife




O deputado João Paulo (PT) decidiu neste final de semana, após várias reuniões com assessores, ficar fora das prévias do PT que irão definir o candidato do partido à prefeitura do Recife.

No entanto, a comunicação oficial da desistência só será feita após a Semana Santa porque o ex-prefeito quer manter o suspense até a data do encerramento para a inscrição nas prévias.

Ele vai apoiar a pré-candidatura do deputado Maurício Rands, em contraposição à do ex-aliado, João da Costa, com quem rompeu em 2010, atendendo à vontade majoritária do seu grupo político.

João Paulo chegou à conclusão de que não deveria correr o risco de ser derrotado numa prévia, haja vista não ter informações atualizadas sobre a situação do PT na capital, hoje totalmente controlado pelo prefeito João da Costa.

terça-feira, 27 de março de 2012

João Paulo alerta para desgaste das prévias e sinaliza que está na disputa .


POSTADO  EM 27 DE Março DE 2012





Em entrevista na manhã desta terça-feira a Geraldo Freire, na Rádio Jornal, o deputado federal João Paulo deu mais uma demonstração de que ainda não desistiu de disputar a Prefeitura do Recife nas eleições de outubro. Ele voltou a alertar para o desgaste de uma possível prévia – que classificou como um processo “doloroso” e que sempre traz o risco de uma “unidade artificial, e não verdadeira” no partido –, constatou que nem o prefeito João da Costa nem o deputado Maurício Rands demonstram unir o PT e a Frente Popular, defendeu que o PT é que tem que resolver a indicação – preservando o governador Eduardo Campos (PSB) – e anunciou: no dia 30 (próxima sexta-feira) abre-se o prazo para inscrição dos candidatos às prévias e, só aí, tomará sua decisão.

João Paulo considerou que a entrada de Rands no processo eleitoral “equilibrou” o jogo interno no PT, mas fez a ressalva de que o PTB do senador Armando Monteiro Neto já expressou que nada muda no processo, ou seja, “possivelmente” o partido também não apoia a indicação de Rands, da mesma forma que rejeita apoiar a reeleição de João da Costa. Diante da situação, ele pediu “maturidade” ao PT, enfatizando que prévia é sempre um processo desgastante e muito doloroso no partido.

Sem contar que, conforme destacou, quase sempre é um processo que não traz uma “unidade verdadeira ao partido, mas sim uma unidade artificial”.





Bem humorado ao responder uma pergunta de Geraldo Freire sobre o maior “mala” do processo de discussão eleitoral do PT, João Paulo disse que que há mala “pequena”, “grande”, “eficiente”, “ineficiente”, mas não citou nomes.

Em outra pergunta, mais adiante, negou que exista sentimento de vingança entre petistas no debate eleitoral e, em clara referência ao prefeito João da Costa – o ex-aliado político que chegou á Prefeitura com o seu apoio e agora pena para conseguir o apoio do PT e da Frente Popular para disputar a reeleição – lembrou que os frutos veem em razão do que se semeia.

João Paulo também elogiou o governador Eduardo Campos e o ex-presidente Lula, lembrou que as pesquisas continuam mostrando preferência por seu nome para a disputa municipal e insistiu que o PT precisa ter maturidade, de forma a buscar a unidade interna e também da Frente Popular. De sua parte, repetiu, tomará a decisão quando o partido abrir oficialmente o período de inscrição às prévias, na próxima sexta-feira.

Postado por Diogo Menezes

domingo, 25 de março de 2012

Ao votar em prévias ,FHC compara governo Dilma a balcão .


Para o ex-presidente, Dilma tem dificuldade na montagem dos ministérios porque sua política está voltada a interesses de partidos

Ricardo Galhardo, iG São Paulo | 25/03/2012














O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso comparou os ministérios do governo Dilma Rousseff a balcões. Segundo ele, as dificuldades enfrentadas por Dilma no Congresso existem porque a divisão dos cargos no governo não foi feita com base em um programa de governo mas para atender interesses políticos. As declarações foram feitas durante votação nas prévias do PSDB na capital paulista.


“A presidente Dilma está sentindo as dificuldades de uma montagem política que não está baseada nos interesses de um programa, mas nos interesses dos partidos e de balcões nos ministérios”, afirmou Fernando Henrique.



Foto: AE

Ex-presidente Fernando Henrique Cardoso vota nas prévias do PSDB em São Paulo

O ex-presidente não soube responder se as mudanças feitas por Dilma nas lideranças do governo na Câmara e no Senado surtirão efeito positivo. “Não adianta trocar seis por meia dúzia”, disse ele, pouco antes de votar nas prévias que vão definir o candidato tucano à prefeitura de São Paulo.

Poder Online

Além disso Fernando Henrique advertiu Dilma sob o risco de mergulhar na campanha de Fernando Haddad (PT). “Se entrar de cabeça pode quebrar a cabeça. É melhor não entrar de cabeça, entrar andando e conversando. Eu quando fui presidente tive o cuidado de apenas manifestar o voto no candidato da minha cidade, em São Paulo”, disse..

De acordo com ele, as prévias em São Paulo são um marco para o PSDB no sentido de aumentar a democracia partidária ao contrário, segundo ele, do PT. Para Fernando Henrique, o partido adversário regrediu na democracia interna e é obrigado a se submeter às decisões do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“No PT é tudo imposição. O Lula vai lá e manda: ‘vai ser a Dilma, vai ser o Haddad’. E foi. Deixou de funcionar democraticamente como no passado. O PSDB, ao contrário, está se aperfeiçoando para ser um partido mais aberto”, disse Fernando Henrique.

Voto em Serra

O ex-presidente declarou publicamente que votará em José Serra mas avaliou que o ex-governador não será um nome natural para a eleição presidencial de 2014 mesmo que vença a disputa paulistana. Fernando Henrique defendeu a realização de prévias para a escolha dos candidatos tucanos toda vez que houver mais de um nome colocado na disputa.


“Eu obviamente voto no Serra pelas nossas ligações históricas e pelas virtudes do Serra. Todos candidatos são preparados mas ele tem mais currículo”, disse o ex-presidente. “Sempre que houver mais de um candidato o PSDB deve fazer primárias”, completou.

Segundo Fernando Henrique, terminada a disputa interna todos os pré-candidatos devem garantir a unidade partidária.

“O mais importante destas prévias é que no final delas todo mundo esteja unido. Todos aceitaram as regras do jogo”, afirmou.

Prévia para definir candidato tucano não irá devidir partido ,diz Alckmin.


POSTADO  EM 25 DE Março DE 2012

Do Estadão.com

Ao votar na manhã deste domingo, no diretório zonal do Butantã, o governador Geraldo Alckmin afirmou que a prévia tucana não irá dividir o partido e que o processo legítima o candidato que vencer a disputa.

Três pré-candidatos estão concorrendo para ter o direito de representar o PSDB nas eleições municipais em são Paulo este ano: o ex-governador José serra, o secretário de energia José Aníbal e o deputado federal Ricardo Tripoli.

Alckmin, que declarou ter votado em Serra, disse que foi um ato de humildade do ex-governador se submeter ao processo de prévia da sigla. Para o governador, o importante é Serra ganhar a prévia independentemente da porcentagem que alcançar nas urnas. "Ele precisa apenas ser mais votado que os outros candidatos."

Postado por Diogo Menezes

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Prévias do PSDB de São Paulo estão mantidas para o dia 04 de março próximo.


Publicado em: 27-02-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil



Apesar de José Serra ter confirmado neste final de semana que vai disputar a prefeitura de São Paulo em outubro próximo, as prévias que o PSDB havia marcado para a definição do candidato não foram canceladas.

Elas estão mantidas para o próximo dia 4, mas com apenas três postulantes: o próprio Serra e os secretários José Aníbal e Ricardo Trípoli.

Os outros dois postulantes à candidatura – Bruno Covas e Andréa Matarazzo – retiraram seus nomes em favor de Serra, que tem o apoio (da boca pra fora) do governador Alckmin e do prefeito Gilberto Kassab (PSD).

Prévias do PSDB de São Paulo estão mantidas para o dia 04 de março próximo.


Publicado em: 27-02-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil



Apesar de José Serra ter confirmado neste final de semana que vai disputar a prefeitura de São Paulo em outubro próximo, as prévias que o PSDB havia marcado para a definição do candidato não foram canceladas.

Elas estão mantidas para o próximo dia 4, mas com apenas três postulantes: o próprio Serra e os secretários José Aníbal e Ricardo Trípoli.

Os outros dois postulantes à candidatura – Bruno Covas e Andréa Matarazzo – retiraram seus nomes em favor de Serra, que tem o apoio (da boca pra fora) do governador Alckmin e do prefeito Gilberto Kassab (PSD).

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Sob a sombra de Serra ,pré - candidatos pedem prévias no PSDB em São Paulo.

oferecimento
Tucanos Bruno Covas, Andrea Matarazzo, José Aníbal e Ricardo Trípoli participaram do 1º encontro com militância na capital paulista
Nara Alves, iG
quatro pré-candidatos do PSDB à Prefeitura de São Paulo realizaram na noite desta segunda-feira o primeiro debate, de uma série de quatro, sobre propostas de políticas públicas para a capital. No encontro, na zona norte da cidade, os secretários Bruno Covas, Andrea Matarazzo e José Aníbal, e o deputado Ricardo Trípoli, aproveitaram para ressaltar que o PSDB terá candidato próprio nas eleições municipais de 2012. E defenderam que o nome seja decidido nas prévias internas do partido.

Único pré-candidato a levar torcida e faixas, o secretário estadual do Meio Ambiente, Bruno Covas, lembrou uma frase do ex-governador Franco Montoro na fundação do PSDB, em 1988: "Longe das benesses oficiais, mas perto do pulsar das ruas, nasce um novo partido". Para Covas, a necessidade de prévias internas no PSDB é uma demanda que vem da militância. "Nós queremos prévias. Nós queremos escolher o nosso candidato a prefeito (...) Aqueles que estão perto das benesses e longe das ruas ficam anonimamente tentando desestabilizar o processo, mas não vão conseguir", disse.

O deputado Ricardo Trípoli também ressaltou a necessidade da votação interna e criticou o PT por ter desistido das prévias pela pré-candidatura do ministro da Educação, Fernando Haddad. "O que nos dá a maior satisfação é o fato de iniciarmos este processo de forma desacreditada. Diziam 'vocês estão na contramão da história'. Quem está na contramão é o partido adversário", afirmou.

Enquanto os discursos no palco reforçavam a necessidade de prévias, nos corredores pairava a dúvida sobre uma eventual candidatura de última hora do ex-governador José Serra, que tem repetido não ter intenção de concorrer em 2012. Ainda assim, caso Serra se torne o candidato do PSDB – o que unificaria o partido e eliminaria a necessidade de prévias –, todo o processo, incluindo os debates, poderá ter sido em vão. "Com Aécio Neves (senador e pré-candidato à Presidência) dominando o partido por cima e Geraldo Alckmin (governador de São Paulo) dominando no Estado, Serra não terá alternativa senão sair para prefeito. E pode acabar com uma máquina de R$ 30 bilhões ao ano", analisa um tucano.

A não realização de prévias frustraria grande parte da militância tucana. Para a representante da zona norte na Executiva Municipal do PSDB, Sandra Santana, o partido deveria "dar o exemplo" para outros partidos, que escolhem candidatos de forma "antidemocrática" e "ilegítima". "Outra política partidária é possível", defende. Segundo ela, militantes tucanos trabalharam nas noites de sábado para elaborar um documento apresentado aos pré-candidatos com sugestões de política públicas para a região.
Discurso de oposição

O prefeito da capital paulista, Gilberto Kassab (PSD), que assumiu o cargo após a saída de José Serra, em março de 2006, foi alvo dos pré-candidatos. Com exceção de Trípoli, os três pré-candidatos lançaram diversas críticas ao prefeito.

O secretário de Estado de Cultura, Andrea Matarazzo, criticou a falta de planejamento por parte da atual gestão. Ele lembrou a péssima qualidade dos pontos de ônibus, da iluminação, do saneamento, e ressaltou a falta de fiscalização. Matarazzo, ex-secretário de Subprefeituras, também ressaltou o enfraquecimento das subprefeituras. Já o secretário de Estado de Energia, José Aníbal, lembrou a incapacidade da atual gestão em solucionar o problema da chamada Cracolândia, região central da cidade conhecida pelo livre comércio e consumo de crack e outras drogas.