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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Jarbas confirma presença hoje nos cumprimentos a Eduardo Campos.


 


Publicado em: 10-08-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Pernambuco


 



Por intermédio de sua assessoria, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) confirmou que irá hoje à tarde ao Centro de Convenções, sede provisória do Governo de Pernambuco, para cumprimentar o governador Eduardo Campos pela data do seu aniversário.

O governador completou hoje 47 anos de idade, mas não cancelou nenhum dos compromissos de sua agenda administrativa.

Pela manhã ele inaugurou o Centro Odontológico da UPA de Nova Descoberta (Recife) e à noite irá a São Lourenço participar do encerramento das festividades dedicadas ao Dia do Padroeiro (missa campal celebrada pelo arcebispo Dom Fernando Saburido).

Antes (15h30), estará no seu gabinete para receber os cumprimentos dos auxiliares, autoridades, correligionários e amigos.

sexta-feira, 20 de julho de 2012


Ciúme político na Frente Popular


Publicado em: 20-07-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, Recife


 



Por: Pedro Tinôco

A movimentação e, principalmente, os holofotes e apoios que estão se voltando para o candidato a vereador e filho do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB), Jarbas Filho (PMDB), estão provocando uma ciumeira nunca vista na cena política recifense.

Em reserva, até candidatos tarimbados reclamam do “estrago” que o peemedebista está fazendo nas bases. Alguns dizem que a conta do “paparico” ao filho de Jarbas pode terminar sobrando para o candidato do PSB, Geraldo Júlio, que enfrentaria o “corpo-mole” dos demais proporcionais.

É como se diz no mundo político: “Ciúme político é pior que ciúme de mulher”.

domingo, 13 de maio de 2012

Pernambuco : Circulo vicioso .


De Marisa Gibson, na coluna Diario Político de hoje:
A longa espera e a grande expectativa pela definição dos candidatos a prefeito do Recife que concorrerão à eleição neste ano só é comparável ao processo sucessório de 1996, quando o suspense ficou por conta da escolha do candidato também da Frente Popular como acontece agora. Naquele ano, o governador Miguel Arraes foi o ultimo a definir o candidato a prefeito pela Frente, Roberto Freire (PPS), que ficou em quinto lugar com 22.065 votos. Jarbas Vasconcelos (PMDB), prefeito do Recife, já integrava a aliança União Por Pernambuco, iniciada em 1994, e a União pelo Recife elegeu Roberto Magalhães, então PFL, com 317.625 votos.
De lá prá cá, este grupo amarga um jejum de 12 anos fora do poder municipal, período em que o PT se instalou na Prefeitura do Recife. O curioso é que nestes 16 anos que separam 2012 de 1996, o cenário político quase não mudou em termos de personagens. As figuras máximas dos anos 90 eram Arraes, que já caminhava para o declíneo, e Jarbas que iniciaria o seu período de maior destaque a paratir de 1998.
Agora, o governador Eduardo Campos, neto e cria política de Arraes, é quem comanda a cena, secundado por Jarbas com quem iniciou uma reaproximação depois de anos de uma ferrenha inimizade política. A grande diferença é que hoje a oposição está reduzida à expressão mais simples e praticamente todos os grupos políticos dependem de uma maneira ou de outra do governador, sobretudo o PT, que se ancora na aliança com Eduardo para ganhar a eleição para prefeito do Recife.
Escrito por Magno Martins.

A briga velada na oposição .





Disse me disse nos bastidores entre pré-candidatos de oposição deixa claro que a falta de união não é exclusividade petista .





Se a briga à qual se submete o PT para definir seu candidato à Prefeitura do Recife não é só “pública e notória” como ganhou ares “oficiais” com a instalação do processo de prévia, do lado adversário o clima também não é de paz. A diferença, no entanto, é que a disputa entre os oposicionistas acontece nos bastidores. Na tentativa de fugir do isolamento – considerado “fatal”, por alguns –, cada um dos quatro pré-candidatos do grupo trabalha para atrair o apoio do outro, incomodando, inevitavelmente, o sonho majoritário do “colega”. A dois meses das convenções partidárias, todos já foram obrigados a reagir aos rumores de que suas respectivas candidaturas estariam “por um fio” e, sempre que isso aconteceu, abriu-se mais uma fratura na já fragilizada oposição. Sinal de que o “fogo-amigo” está longe de ser exclusividade da dinâmica petista.
A última “vítima” foi o deputado estadual Daniel Coelho (PSDB), curiosamente, um dos primeiros a anunciar de modo quase irrevogável seu ingresso na disputa. Na última semana, circulou a informação de que o partido poderia estar receoso quanto ao seu desempenho no pleito municipal e, por isso, estaria cogitando a hipótese de abrir mão da cabeça de chapa para aliar-se ao DEM ou ao chamado bloco dos alternativos, liderado pelo senador Armando Monteiro Neto (PTB). Para complementar as negativas apressadamente dadas pelo próprio presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, Daniel divulgou um manifesto no qual descartava a possibilidade de sair do páreo e atribuía os rumores ao “desespero de forças conservadoras”.
Em sua resposta, havia a pista de que o mal-estar estava criado no seio da oposição. O prefeiturável soltou que as especulações partiam de outros “projetos” que não estavam tão “consolidados”. De quebra, fez um apelo para que cada um tentasse legitimar sua candidatura dentro do próprio campo, isto é, sem destruir a do outro. A frase do tucano resume a atmosfera de desconfiança que reina no grupo antigovernista e não foi a primeira vez que ela se manifestou.
Episódio semelhante aconteceu com o deputado federal Mendonça Filho (DEM), também pré-candidato à PCR. Em abril, o democrata reagiu ao que chamou “jogo de bastidor” que estaria sendo travado com o objetivo de “macular” suas pretensões majoritárias. Na ocasião, os comentários de que desistiria da disputa ganharam força logo após a confirmação de que o deputado federal Raul Henry (PMDB), até então reticente, entraria na briga. A coincidência entre o surgimento dos rumores e a diminuição das chances de conseguir o apoio do aliado terminou provocando um desentendimento entre Mendonça e Henry. Até hoje, dizem, não completamente sanado.
Henry, aliás, foi o único a não atribuir as informações de que ficaria fora da eleição ao “jogo de bastidor”. Talvez porque fosse ele mesmo a fonte desse tipo de comentário. Antes de março deste ano, o próprio alimentava dúvidas sobre sua participação no pleito, alegando que ainda estava tentando reunir as condições políticas e financeiras necessárias à campanha.
Já o seu xará, Raul Jungmann (PPS), não teve a mesma sorte. Foi um dos primeiros a ter sua pré-candidatura colocada em xeque. Na época, o pós-comunista reagiu, atribuindo o ceticismo – que, aliás, permanece firme nos bastidores – quanto ao seu ingresso na disputa ao fato de ser considerado o ente mais fraco do grupo. O motivo: não possui mandato. Mal sabia ele que o seu “tapete” seria apenas o primeiro a ser puxado.
Na ausência de uma liderança para apitar o jogo na oposição, todos tentam cacifar sem projeto e nenhum dos quatro, até agora, emitiu qualquer sinal de recuo. Resta saber se, ao término dessa disputa velada, ainda haverá espaço para alguém ceder em benefício do outro ou mesmo em nome de um objetivo maior: derrotar o PT.

Leia mais na edição deste domingo do Jornal do Commercio

Palanque deve reunir ex. presiente cassado e algozes como PT e PMDB .



Em Maceió, PTB, de Collor, anunciou apoio à candidatura de Ronaldo Lessa, que deve ter adesão dos outros dois partidos

Ricardo Galhardo, iG São Paulo |


















O PTB de Alagoas, cujo principal líder é o senador Fernando Collor de Mello, anunciou apoio à candidatura de Ronaldo Lessa (PDT) à Prefeitura de Maceió. O anúncio foi feito em café da manhã que reuniu dez partidos em torno de Lessa na manhã desta sexta-feira, na capital alagoana. O PC do B também anunciou apoio. Lessa espera agora a adesão do PT e do PMDB, que enviaram representantes ao encontro.


O PTB foi representado por Fernando James Collor, filho do senador, ex-presidente da República e dirigente estadual do partido. Caso a articulação se concretize, Collor dividirá o palanque com alguns de seus principais algozes no processo de impeachment que completará 20 anos em dezembro.

“Convidei os partidos que estiveram comigo no segundo turno da eleição para governador, em 2010. Alguns têm pré-candidatos e o objetivo é evitar que cheguemos na eleição com quatro ou cinco nomes do nosso campo”, disse Lessa.

Segundo ele, as negociações para adesão do PT e do PMDB estão avançadas e podem se concretizar nas próximas semanas. “O PT não declarou apoio, mas o presidente estadual e outras lideranças estavam presentes. A tendência é nos apoiar. O PMDB depende de algumas articulações internas mas também considero tão certo quanto o PT”, disse Lessa.

Em documento que analisa o quadro partidário nacional, a direção nacional do PT considera muito provável a possibilidade de um palanque unindo o partido e Collor em torno de Lessa em Maceió.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Em Caruaru , Rivaldo Soares diz que João Lyra foi escalado para realizar serviço sujo para Eduardo Campos.

 


POSTADO EM 16 DE Abril DE 2012

Rivaldo Soares
Membro do Diretório Estadual do PMDB de Pernambuco.

Na pré-campanha de governador, em 2006, João Lyra Neto entrou no PDT com um objetivo pré-definido: detonar a candidatura de Armando Monteiro Neto, que aparecia em 3º lugar, com 8% nas pesquisas de intenção de votos. Já o socialista Eduardo Campos, recém saído do Ministério da Ciência e Tecnologia, amargava o 4º lugar na disputa com apenas 3%.

Aí, entrou em cena o demolidor de candidaturas, João Lyra Neto. Não sei se a mando de Eduardo ou por iniciativa própria, começou a tecer comentários depreciativos à candidatura de Armando, dizendo, João, que o PDT deveria apoiar Eduardo e não Armando. Isso, insistentemente na mídia.

Armando Monteiro caiu nas pesquisas, baixando seu percentual para 6%, o que fez com que desistisse da disputa, porque o PDT, partido de João Lyra e José Queiroz, já dava sinais de que não o apoiaria no pleito de governador, enfraquecendo-o. O resultado todos sabem: Eduardo convidou João Lyra para ser o seu vice, começou a crescer nas pesquisas e ganhou a eleição tendo Lyra como seu substituto eventual.

Agora João Lyra parece receber uma nova missão. O alvo de agora é o mesmo: a possível candidatura de Armando Monteiro ao governo do Estado, em 2014, mas que começa já, com as eleições municipais.

Cidades como Recife, Caruaru e Petrolina estão na mira do governador, pois nelas Armando não deve se fortalecer. O crescimento de João Paulo, em Recife, nem pensar. João Paulo tem uma forte proximidade com o senador Armando Monteiro e por isso Eduardo investe, com Maurício Rands, na completa desarticulação do PT, que poderá vir a ser um aliado de Armando no futuro.

Em Petrolina, do mesmo modo, o PT tem um candidato muito forte, o deputado Odacir Amorim, que lidera as pesquisas, mas que Eduardo articula para retirá-lo do páreo, fortalecendo a candidatura do filho do Ministro Fernando Bezerra Coelho, o candidato preferencial de Eduardo Campos ao governo de Pernambuco, em 2014.

E Caruaru? Aqui está a maior base eleitoral de Armando Monteiro no interior do Estado. Aqui o presidente estadual do PDT, José Queiroz, governa e é daqui o 1º suplente do senador Armando Monteiro, o empresário Douglas Cintra. Eduardo Campos não permitirá que Armando se fortaleça com a reeleição de José Queiroz. Nem pensar. Por esse motivo, o vice-governador foi escalado para DETONAR o companheiro de partido, José Queiroz, que é um forte aliado de Armando e quer que o senador do PTB vença as eleições de governador, em 2014, para que Douglas assuma o Senado da República.

João Lyra não está preocupado com a saúde do povo ou com os bairros abandonados da cidade, com as críticas que faz à administração do prefeito que ele ajudou a eleger e que inclusive tem grande parte do seu grupo político na prefeitura de Caruaru, como é o caso de Osório Chalegre, Aparecida Souza, José Pereira, André Alexey Lyra e o ex-secretário José Carlos Menezes, que passou um bom tempo no governo, destroçando a Feira da Sulanca. João Lyra Neto é tão culpado pela má administração, quanto José Queiroz o é. O fato de João Lyra estar atacando o companheiro de partido se remete ao ano de 2014, quando Eduardo Campos quer fazer cabelo, barba, bigode e deixar o hoje adversário, Armando Monteiro Neto, careca.

Até com Jarbas Vasconcelos, do PMDB, Eduardo está flertando. Fala-se que será de Jarbas a única vaga de senador, de 2014, quando Eduardo Campos deverá apoiar Fernando Bezerra para substituí-lo, no governo, não deixando nenhuma chance para Armando Monteiro e João Paulo, hoje, arqui-inimigos do governador.

João Lyra Neto está se notabilizando como um tarefeiro de primeira linha. É por isso que ele deu o mandato da filha Raquel nas mãos do governador, mesmo que isso significasse uma traição aos 31.000 eleitores de Caruaru, que elegeram Raquel deputada e assistiram estupefatos ela virar massa de modelar nas mãos do governador.

Postado por Jamildo Melo

terça-feira, 10 de abril de 2012

PMDB comemora com jantar , em Brasília o seu 46º aniversário.

Publicado em: 10-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil




O vice-presidente Michel Temer será a principal estrela do jantar que ocorrerá hoje, em Brasília, para assinalar os 46 anos de fundação do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB).

O partido foi fundado em 1966 para fazer “oposição consentida” ao então regime militar. Mas acabou se transformando numa grande frente democrática de combate ao governo dos generais.

Hoje, da chamada “velha guarda” do partido, isto é, dos que eram próximo ao presidente Ulysses Guimarães, resta muito pouca gente. Em Pernambuco, são remanescentes daquela época, entre outros, o senador Jarbas Vasconcelos, o presidente Dorany Sampaio e o vereador recifense Liberato Costa Júnior.

sábado, 7 de abril de 2012

Novas inserções do PMDB abrem espaço para Raul Henry na TV.

POSTADO EM 06 DE Abril DE 2012




Débora Duque/Jornal do Commercio

A pré-candidatura do deputado federal Raul Henry (PMDB) à Prefeitura do Recife ganha reforço, neste sábado (6), com novas inserções do partido na TV. No estilo discreto e sem ataques diretos à atual gestão, o prefeiturável estrela três programas que apresentam o mote “o PMDB tem soluções para o Recife”.

Todas as cenas foram gravadas em estúdio e têm como pano de fundo imagens da capital. Em cada vídeo, um tema específico é abordado pelo pré-candidato peemedebista. No primeiro deles, o foco é a saúde pública. No segundo e terceiro são tratadas as políticas para educação e juventude, respectivamente.

Os vídeos foram produzidos pela empresa Luni, com direção de Lula Queiroga, amigo de Henry. Também entram nas inserções a candidata à Prefeitura de Olinda Isabel Urquiza e postulantes à Câmara dos Vereadores do Recife – André Ferreira, Jayme Asfora e Liberato Costa Júnior.

Postado por Diogo Menezes

domingo, 1 de abril de 2012

Jarbas : distante dos aliados ,perto do rival.




Maior líder oposicionista no Estado, senador dá sinais de que não quer se envolver na disputa municipal, ao mesmo tempo em que responde aos acenos de Eduardo


Publicado em 31/03/2012,


Débora Duque

Principal liderança das oposições no Estado, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) tem se mantido a uma distância regulamentar dos debates sobre a eleição no Recife. Embora, nos bastidores, as conversas com pré-candidatos não sejam raras, publicamente, a postura do peemedebista tem sido a de silêncio total quando o assunto são os rumos dos oposicionistas na disputa. Apesar de o grupo, hoje, ocupar a planície nos três níveis – federal, estadual e municipal –, considera-se que o senador dispõe de legitimidade para conduzir o processo de escolha, se assim desejasse. Por que, então, estaria Jarbas assistindo a tudo de longe?

No final de 2011, o senador chegou a ser procurado pelos prefeituráveis Mendonça Filho (DEM), Raul Henry (PMDB) e Raul Jungmann (PPS) para que coordenasse as discussões a respeito da sucessão. Da lista tríplice, ele deveria escolher aquele que seria o segundo candidato da oposição, já que o ingresso do deputado Daniel Coelho (PSDB) na disputa é tido como irreversível. Jarbas, porém, rejeitou a proposta. Alegou não ter precedência para liderar a negociação e preferiu ficar de fora para evitar problemas, já que preserva boa relação com todos.

Leia matéria completa na edição do JC.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Áreas de baixa renda são desafio para Gabriel Chalita .

Nas eleições de 2008 e 2010, pré-candidato do PMDB teve votação abaixo da média em regiões onde o PT é mais forte

20 de fevereiro de 2012

DANIEL BRAMATTI - O Estado de S.Paulo

O mapa do eleitorado de Gabriel Chalita nas últimas duas eleições revela um padrão de votação oposto ao do PT na capital paulista. Quando concorreu a vereador, em 2008, e a deputado federal, em 2010, o atual pré-candidato do PMDB à Prefeitura teve desempenho abaixo de sua média nos extremos das zonas leste, sul e noroeste - áreas de baixa renda onde petistas colheram seus melhores resultados.

Nas duas eleições, o eleitorado de Chalita se distribuiu de forma similar. Em 2008, das 57 zonas eleitorais então existentes, obteve votação acima de sua média em 25 . Em 2010, dessas 25, 21 voltaram a aparecer no ranking dos melhores resultados (veja quadro).

O mapa indica que essas são as regiões com eleitorado mais receptivo ao discurso de Chalita, autor de livros de fundo religioso, ex-secretário estadual de Educação e ex-apresentador de programas da Rede Canção Nova, emissora de televisão ligada à Igreja Católica.

Como candidato a prefeito, o peemedebista terá menos adversários diretos e maior exposição na propaganda eleitoral, o que pode alterar a distribuição geográfica de seus eleitores.

Mas já houve casos em que o padrão de votação foi similar em eleições para a Câmara dos Deputados e para a Prefeitura de São Paulo. Em 2008, Paulo Maluf (PP) concorreu a deputado federal e teve votação acima da média em 28 zonas eleitorais da capital. Dois anos depois, quando se candidatou a prefeito, voltou a ter desempenho acima da média em 23 daquelas 28 zonas.

Sobreposição. Se o mapa eleitoral de Chalita se repetir em 2012, ele poderá tirar votos do PSDB, cujo eleitorado tem perfil geográfico mais parecido. Mas a área mais "chalitista" da cidade é também o principal alvo eleitoral do PT, que pretende quebrar a tradicional resistência da classe média paulistana a seus candidatos.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Vai ao ar na noite de hoje o programa político do PMDB.

Publicado em: 09-02-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil

O PMDB levará ao ar hoje (quinta), às 20h30, em cadeia nacional de rádio e televisão, o programa político do partido.
Além do vice-presidente da República, Michel Temer, e do presidente da legenda, senador Valdir Raupp (RO), terá espaço no programa o deputado federal Gabriel Chalita, pré-candidato do partido à prefeitura de São Paulo.
No programa anterior, o partido pôs na tela seus pré-candidatos a prefeito em diversas capitais, mas deixou de fora, a pedido do próprio, o deputado pernambucano Raul Henry (Recife).

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

PT e PMDB recuperam tempo para inserções estaduais no rádio e na tv.

Pleno do TRE acolhe argumentações dos partidos e concede o direito das veiculações

Publicado em 08/02/2012,

Gilvan Oliveira

Os diretórios estaduais do PT e do PMDB conseguiram, na Justiça Eleitoral, retomar o direito de veicular suas inserções partidárias no rádio e na TV. O pleno do TRE acolheu nesta terça-feira (8), por maioria, recursos dos dois partidos, que haviam perdido o prazo de solicitar o espaço na grade de programação.
Com a decisão, as inserções do PT foram marcadas para os dias 15, 17, 20 e 24 deste mês; e as do PMDB nos dias 6, 9, 11 e 13 de abril. O tempo é de 5 minutos diários.
Com a justificativa de que os responsáveis pelo comunicação do PT confundiram-se com as datas, o partido protocolou o pedido a reserva de datas para a inserção após o prazo estabelecido. O fato acirrou ainda mais o clima já tenso na sigla.
A falta da inserção prejudicaria muito o prefeito João da Costa, que tenta viabilizar-se como candidato à reeleição

sábado, 28 de janeiro de 2012

PMDB encolhe no governo Dilma Rousseff.

Principal aliado do PT, o partido perde posições importantes a cada troca de cargos no governo federal
Adriano Ceolin, iG Brasília | 27/01/2012
Mesmo com um lugar na vice-presidência da República, o PMDB diminui cada vez mais de tamanho no governo da presidenta Dilma Rousseff. Sem levar ameaças em conta, ela amplia a estratégia de tomar espaços de poder de lideranças do maior partido do País, que detém a maior bancada do Senado, a segunda maior na Câmara e o maior número de prefeitos.
A última vítima foi o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN). Há um semana ele tentava evitar a demissão de Elias Fernandes, seu afilhado político, da direção geral do Departamento Nacional de Obras contra Secas (Dnocs). Provável candidato a presidente da Câmara em 2013, Alves acabou vencido.
A próxima vítima tem tudo para ser o líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL). Ele é responsável pela indicação do ex-senador Sérgio Machado na presidência da Transpetro, uma empresa estatal subsidiária da Petrobras. Com a troca de comando na Presidência da companhia de petróleo -- saiu José Sérgio Gabrielli e entrou Maria das Graças Foster - Dilma sinalizou que fará muitas mudanças na empresa.
Em entrevista ao Poder Online, Renan tratou de negar a demissão Machado, a mesma coisa que fizera Alves no caso de Fernandes, do Dnocs no sábado passado.
O aviso sem nomes
Dilma avisou o vice-presidente da República (e presidente licenciado do PMDB), Michel Temer, que mexeria nos cargos de segundo escalão. Apesar da deferência, a presidenta não adiantou quais nomes seriam trocados.
A conversa se deu na primeira reunião entre os dois no último dia 17. No mesmo encontro, Dilma adiantou a Temer que não faria mudanças nos ministérios do PMDB. Revelou ainda que escolheria um nome técnico para o Ministério da Ciência e Tecnologia, como o iG antecipou.

Peemedebistas sabem que o maior estrago será mesmo em diretorias e empresas subsidiárias da Petrobras. No Congresso, lideranças da sigla tentam evitar, pelo menos, a substituição de Sérgio Machado. Temer foi avisado que ele pode ser preservado, mas não há garantia alguma até agora.
No Dnocs, as demissões de Elias Fernandes e do diretor administrativo-financeiro Albert Gradvolh só foram o começo da reestruturação que será feita no órgão vinculado ao Ministério da Integração Nacional. O ministro da Integração, Fernando Bezerra, é do PSB e já disse que tentará promover as mudanças no Dnocs “em comum acordo com o PMDB”. A palavra final, porém, será de Dilma.
Ataque inicial
Apesar do ataque da presidente aos postos do PMDB ter se agravado mais recentemente, a desidratação teve início ainda nos primórdios do governo Dilma. Durante a transição.
Do governo Luiz Inácio Lula da Silva, o PMDB manteve as pastas de Agricultura, Minas e Energia e Defesa. Mas teve de trocar as poderosas Comunicações e Saúde por Assuntos Estratégicos, Previdência e Turismo. Nessas duas últimas, o partido foi obrigado a aceitar secretários-executivos indicados pelo Palácio do Planalto. E, ainda no Turismo, o PMDB assistiu a cobiçada Embratur cair nas mãos do PCdoB.
Formado o governo Dilma, a esperança do PMDB passou a ser retomar espaço no segundo escalão. Henrique Eduardo Alves chegou a bater de frente com o então chefe da Casa Civil, Antonio Palocci. O vice Michel Temer teve de intervir e adiar a formação do segundo escalão. Os cargos acabaram sendo ocupados a conta a gotas, sempre de acordo com a vontade do Palácio do Planalto
No fim de fevereiro, Dilma começou a minar os espaços do PMDB no setor elétrico. O primeiro alvo foi o deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que detinha, desde 2007, a indicação do presidente de Furnas.
Parceiros em articulações na bancada do PMDB na Câmara, Alves e Cunha se uniram para impedir a exoneração de Carlos Nadalutti Filho, presidente de Furnas na época. Não deu certo. No dia 4 de fevereiro de 2011, Flavio Decat foi nomeado no lugar de Nadalutti. Restou a Alves dizer: “Vamos virar a página”. O iG ainda mostrou que haveria outras trocas no setor elétrico.  Ao longo do ano, listas para nomeações do PMDB no segundo escalão foram encaminhadas do Congresso para a Casa Civil.
Uma delas, a que o iG teve acesso, havia 20 nomes. A lista circulou na mesma noite que foi votado o aumento do salário mínimo na Câmara, que o PMDB tentou usar como barganha por cargos. Alguns nomes o partido conseguiu emplacar, como o ex-deputado federal Geddel Vieira Lima na vice-presidência da Caixa de Pessoa Jurídica.
Comandadas por peemedebistas, as pastas da Agricutura e do Turismo foram alvo de denúncias ao longo de 2011. Ministro originário do governo Lula, Wagner Rossi (PMDB-SP) não resistiu e Dilma acabou emplacando o amigo Mendes Ribeiro (PMDB-RS) no lugar dele.
No Turismo, Pedro Novais (PMDB-MA) desgatou-se por conta de uma operação da Polícial Federal que encontrou irregularidades na pasta. Sobreviveu, mas, na sequência, descobriu-se que ele contratou no seu gabinete na Câmara uma funcionária para lhe serviços domésticos. Acabou demitido.
Para substituir Novais, o PMDB apresentou uma lista de nomes. Dilma só aceitou um, do deputado Gastão Vieira (PMDB-MA). Ele é ligado ao grupo político do senador José Sarney (PMDB-AP), um dos poucos peemedebistas com prestígio junto à presidenta.
Em 2011 o partido ainda perdeu a Defesa. Após declarar ter votado em José Serra (PSDB) em 2010, Nelson Jobim forçou sua saída do governo. Em seu lugar, assumiu o ex-ministro das Relações Exteriores Celso Amorim, que é filiado ao PT.
Ainda durante a campanha de 2010, os atritos com o PMDB por cargos já existiam. Dono do Ministério das Comunicações e de postos-chave nos Correios, o PMDB perdeu diretorias da empresa estatal com o aval do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da sua candidata, Dilma.
A intervenção foi coordenada pelo então ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que, não por acaso, ganhou a pasta das Comunicações no governo Dilma.

sábado, 31 de dezembro de 2011

PMDB terá candidato próprio á prefeitura de Taquaritinga .

 
Publicado em: 30-12-2011 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Agreste, Blog

Em reunião que se realizará na próxima quarta-feira (04.01.12), o PMDB de Taquaritinga do Norte oficializará a decisão de lançar candidato próprio para competir com o prefeito Evilásio Araújo (PSB).
A reunião será prestigiada pelas principais lideranças peemedebistas da cidade, dentre elas, o vereador DEMIR, que será o candidato a prefeito e o presidente do diretório municipal Ronaldo César.
“A iniciativa da presidência do PMDB e dos seus membros é a construção de um plano de governo para apresentar ao povo de Taquaritinga do Norte, que seja capaz de mudar o quadro de desgoverno que vive nossa cidade e que possa trazer uma nova realidade para todos” garantiu Ronaldo César.
Além do PMDB, outro partido de Oposição também pretende lançar um candidato. É o PSD do ex-prefeito Jânio Arruda.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Jarbas ''Dilma tem uma formação de não convivência com a corrupção ''.

 
Publicado em: 28-12-2011 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil

O senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) está mudando, aos poucos, o conceito que tinha sobre Dilma Dousseff.
Durante a campanha presidencial, ele achava-a simplesmente uma candidata despreparada, uma “invenção” de Lula e sem o mínimo de bagagem para ser presidente da República.
Hoje, durante entrevista à Rádio Jornal, disse que ela tem uma “boa postura”, pois fala muito menos que o seu antecessor, Lula, e tem dado demonstrações de que “quer acertar”.
Declarou também que sua alta popularidade constatada por pesquisas de opinião é fruto do “crédito de confiança” que a população brasileira lhe dá.
Entretanto, fez uma crítica à presidente da República dizendo que ele deixou a “faxina” pela metade. Ou seja, demitiu seis ministros envolvidos em “malfeitos”, mais pela pressão da imprensa do que por iniciativa própria, mas manteve a “máquina aparelhada”, isto é, sob o controle dos partidos.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Na Paraíba : Sérgio Guerra admitiu aliança com PMDB .

 


Presidente Nacional do PSDB e Deputado Federal Sérgio Guerra . 


Muita gente ficou sem entender quando assistiu neste final de semana, no programa Canal Livre, o presidente Nacional do PSDB, ex-senador Sérgio Guerra, defender a possibilidade de alianças municipais com o PMDB para as eleições de 2012 e citar a Paraíba como exemplo.

Atrapalhado ou não, Guerra falou como se tivesse totalmente informado sobre a afinidade do senador Cícero Lucena, presidente do PSDB paraibano, com o ex-governador José Maranhão, comandante do PMDB.

Segundo um telespectador, o presidente nacional do PSDB chegou a elogiar a gestão do prefeito Veneziano Vital do Rego em Campina Grande, um adversário declarado do senador tucano Cássio Cunha Lima.

Quem vai entender a dinâmica da política?

Por Luís Tôrres
Joseilson Chagas