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sábado, 13 de outubro de 2012

Veja : Jardineiro da casa de Collor recebe do senado .



Três funcionários contratados pelo gabinete do senador Fernando Collor (PTB) prestam serviços particulares a ele, de acordo com reportagem publicada pela revista 'Época' desta semana. Segundo a publicação, Acemilton Gonçalves da Silva atua como jardineiro na Casa da Dinda, atual residência de Collor, mas é contratado como assistente parlamentar do senador, com salário de R$ 2.200 mensais pagos pelo Senado. Silva foi contratado em 2007 por meio de um ato secreto, uma das medidas administrativas do Senado que não eram tornadas públicas.
Outras duas funcionárias do gabinete, as assistentes parlamentares Carmen Valéria Soares Rocha e Sandra Regina Sasaki, também prestam serviços para Collor, segundo a revista. Elas recebem, de acordo com a publicação, R$ 6.400 mensais.
A reportagem afirma que elas atuam no Centro de Memória do Presidente Fernando Collor, que tem documentos sobre o período em que Collor ocupou a Presidência.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Escrito por Magno Martins .

domingo, 13 de maio de 2012

Palanque deve reunir ex. presiente cassado e algozes como PT e PMDB .



Em Maceió, PTB, de Collor, anunciou apoio à candidatura de Ronaldo Lessa, que deve ter adesão dos outros dois partidos

Ricardo Galhardo, iG São Paulo |


















O PTB de Alagoas, cujo principal líder é o senador Fernando Collor de Mello, anunciou apoio à candidatura de Ronaldo Lessa (PDT) à Prefeitura de Maceió. O anúncio foi feito em café da manhã que reuniu dez partidos em torno de Lessa na manhã desta sexta-feira, na capital alagoana. O PC do B também anunciou apoio. Lessa espera agora a adesão do PT e do PMDB, que enviaram representantes ao encontro.


O PTB foi representado por Fernando James Collor, filho do senador, ex-presidente da República e dirigente estadual do partido. Caso a articulação se concretize, Collor dividirá o palanque com alguns de seus principais algozes no processo de impeachment que completará 20 anos em dezembro.

“Convidei os partidos que estiveram comigo no segundo turno da eleição para governador, em 2010. Alguns têm pré-candidatos e o objetivo é evitar que cheguemos na eleição com quatro ou cinco nomes do nosso campo”, disse Lessa.

Segundo ele, as negociações para adesão do PT e do PMDB estão avançadas e podem se concretizar nas próximas semanas. “O PT não declarou apoio, mas o presidente estadual e outras lideranças estavam presentes. A tendência é nos apoiar. O PMDB depende de algumas articulações internas mas também considero tão certo quanto o PT”, disse Lessa.

Em documento que analisa o quadro partidário nacional, a direção nacional do PT considera muito provável a possibilidade de um palanque unindo o partido e Collor em torno de Lessa em Maceió.