Mostrando postagens com marcador Presidente Dilma Rousseff. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Presidente Dilma Rousseff. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Dilma confirma a Eduardo que será candidata .


 




Em sua terceira conversa desde o início de novembro com o presidente do PSB, governador Eduardo Campos, na última segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff (PT) afirmou categoricamente que é candidata à reeleição. O socialista, que tenta viabilizar sua própria candidatura, mas continua na base de apoio ao governo, não se posicionou em relação ao eventual apoio à reeleição de Dilma. Comprometeu-se apenas a ajudá-la a fazer uma boa administração neste ano de 2013.

Setores do PT gostariam que o ex-presidente Lula fosse candidato em 2014, já que Dilma mantém uma relação mais distante com o partido. Essa opção também funciona como uma espécie de garantia caso algo vá mal no governo. Já a presidente tem evitado falar publicamente sobre o assunto porque não quer antecipar o debate eleitoral, o que poderia prejudicar sua administração.

Integrantes do PSB e interlocutores de Eduardo Campos contaram que, na conversa de segunda-feira, no Palácio do Planalto, Dilma afirmou que será candidata à reeleição e pediu apoio do presidente do partido para atravessar 2013, principalmente por causa da crise econômica e da necessidade de retomar o crescimento do país. A informação foi divulgada pela agência Reuters, e confirmada pelo Globo.

sábado, 19 de janeiro de 2013

PT :tenta conter avanço de Eduardo Campos no Nordeste.



POSTADO ÀS 13:15 EM 18 DE Janeiro DE 2013

Campos/JC Imagem

Da Agência Estado

A presidente Dilma Rousseff desembarca nesta sexta-feira (18) no Piauí diante da constatação do PT de que a recuperação do prestígio político da sigla no Nordeste, região sob forte influência do governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB), é crucial para o projeto de reeleição em 2014. Até o início de março, Dilma deve visitar ao menos seis Estados da região.

A avaliação dos petistas é que o partido precisa melhorar a articulação política com governadores e prefeitos na região, principalmente após o resultado das eleições de 2012, da qual o PSB saiu fortalecido. Além disso, o Planalto precisa driblar o desgaste político gerado pela paralisação nos canteiros de obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) na região.

O giro de Dilma pelo Nordeste inclui ainda Pernambuco, Ceará, Alagoas, Paraíba e Rio Grande do Norte. A região também está na mira do ex-presidente Lula. O Nordeste tem sido tradicionalmente um reduto eleitoral do PT. Nas últimas três eleições presidenciais (2002, 2006 e 2010), deu ampla margem de vitória para os candidatos do partido - Lula e Dilma. Em 2010, a petista teve 10,7 milhões de votos a mais na região que José Serra (PSDB).

A direção do PT acredita que poderia ter se saído melhor na disputa pelas prefeituras do Nordeste na eleição do ano passado - avalia também ter patinado em algumas costuras políticas. Além do prestígio de Campos e do PSB na região, o PT teme efeitos da retomada de poder da oposição de redutos emblemáticos como a volta do DEM a Salvador, com Antonio Carlos Magalhães Neto.

Em 2008, 24% das prefeituras obtidas pelo PT estavam no Nordeste. Em 2012, o porcentual subiu para 30%, mas o partido perdeu espaço político nas capitais.

A direção do PT avalia que é preciso começar agora a preparar o terreno para 2014, quando poderá se dar um embate entre Dilma e Campos, um dos governadores mais bem avaliados do País. Não por acaso o PT marcou a reunião do Diretório Nacional, em março, em Fortaleza.

Postado por Gabriela López

2014 : Dada a largada , Dilma parte na frente.



O comportamento da presidente Dilma Rousseff ontem no interior do Piauí mostra, sem nenhuma dúvida, que a campanha por um segundo mandato começou. Ela estava descontraída, vestiu um gibão e um chapéu de couro oferecido pelo prefeito de São Julião, seu colega petista José Neci, que também fez referências sobre a continuação dela no Palácio do Planalto depois de 2014. Apesar de faltar mais de um ano para o novo pleito, a largada já foi dada, pelo menos pelo PT.

Pelo que se viu, Dilma quer se reaproximar do Nordeste, região que seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nadava de braçada, como diz o ditado. Mas, neste governo, estava um pouco esquecida. E a chefe da nação foi levar ao estado do Piauí aquilo que o sertanejo mais quer: água. Hoje, o Nordeste vive uma de suas piores secas, como a própria presidente acentuou na solenidade realizada em São Julião.

Ao contrário dos opositores – ou mesmo aliados que almejam o Palácio do Planalto – Dilma saiu à frente. E, nos próximos meses, ela terá a ajuda de Lula, que começará sua caravana da cidadania, desta vez não como candidato, mas como um ex-presidente que deixou o cargo com um dos maiores índices de popularidade no país.(Coluna de Luiz Carlos Azedo - Correio Braziliense)
Escrito por Magno Martins .

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Dilma participará de comícios em três capitais no segundo turno.


 


POSTADO EM 16 DE Outubro DE 2012


Da Agência Estado

A presidente Dilma Rousseff vai reforçar as campanhas para o segundo turno dos petistas Fernando Haddad, em São Paulo, e Nelson Pelegrino, em Salvador (BA), além de subir no palanque de Vanessa Grazziotin, candidata do PC do B à Prefeitura de Manaus (AM). A princípio programado para sexta-feira (19), o comício de Haddad foi transferido para sábado (20), a pedido do PT paulistano, segundo informou o Palácio do Planalto. A mudança ocorreu para evitar o esvaziamento, já que o comício coincidiria com o último capítulo da novela Avenida Brasil, da TV Globo.

Em compensação, os eleitores de Salvador que quiserem ver Dilma dando apoio a Pelegrino vão perder o final da novela ou esperar para assistir à reprise do folhetim no sábado, pois a visita da presidente à capital baiana teve de ser antecipada para o dia 19. Pelegrino disputa o segundo turno com Antonio Carlos Magalhães Neto, do DEM.

Já o comício de Manaus, no qual Dilma tentará ajudar a senadora Vanessa Grazziotin na briga com o candidato do PSDB, Arthur Virgílio, foi marcado para a próxima segunda-feira. Apesar dos apelos, a presidente não irá a Fortaleza (CE), onde há confronto direto entre o PT e o PSB do governador do Ceará, Cid Gomes.

Dilma gravou, no fim de semana, mensagens de apoio a candidatos do PT e aliados, que serão exibidas na propaganda eleitoral. Os ministros Alexandre Padilha (Saúde), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) também fizeram gravações nos últimos dias.

REFORMA MINISTERIAL - Além de ter batido o martelo sobre sua participação nos comícios em São Paulo - onde esteve no primeiro turno para pedir votos em Haddad -, Salvador e Manaus, Dilma reuniu nesta segunda-feira (15) seis ministros do PT, no Palácio da Alvorada. De acordo com informação de um dos participantes, a presidente avisou a eles que poderá necessitar de alguns ajustes na equipe, logo após a eleição, para acomodar representantes de partidos que passaram a fazer parte da aliança de candidatos petistas no segundo turno.

As principais apostas são de que Dilma abrirá uma vaga no ministério para o deputado Gabriel Chalita, candidato derrotado do PMDB que fechou apoio a Haddad. Chalita poderia entrar na vaga de Aloizio Mercadante no Ministério da Educação. Nesse cenário, Mercadante seria removido para outra pasta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Postado por Gabriela López

sábado, 13 de outubro de 2012

Dilma Prepara festa para reaproximar Eduardo de Lula .



DO BLOG DE KOTSCHO
 
Animada com os bons resultados conquistados pelo PT nas Eleições de domingo, contrariando as previsões negativas das pesquisas e dos "analistas" da grande imprensa, a presidente Dilma Rousseff já está se movimentando para apoiar com força o partido no segundo turno.
O primeiro passo é trazer para a campanha decisiva outro vencedor das eleições municipais, o governador pernambucano Eduardo Campos, presidente do PSB, partido que mais cresceu em número de votos e prefeituras.
É com esse objetivo que está sendo organizado um grande ato de apoio à candidatura de Fernando Haddad em São Paulo, já para a próxima semana, em que a presidente Dilma estará presente no palanque ao lado de Lula e Campos.
O encontro deverá servir também para reaproximar os dois velhos amigos, já que o ex-presidente Lula e Eduardo Campos se afastaram no primeiro turno em razão das disputas entre PT e PSB em várias capitais importantes.
No próprio domingo das Eleições, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o senador mineiro Aécio Neves, provável candidato do PSDB em 2014, tomaram a iniciativa de estabelecer pontes com o PSB. Ambos fizeram muitos elogios ao governador pernambucano, fiel aliado de Dilma e de Lula, mas os resultados das urnas certamente não vão ajudar os tucanos a sair do isolamento.

Escrito por Magno Martins .

domingo, 15 de julho de 2012

De Temer a Eduardo : '' O apressado come cru '' .


 
Vice-presidente faz elogios a Dilma, mas afirma que 'o que vai acontecer em 2014 está ainda muito distante' . Em recado indireto às pretensões do PSB nas eleições presidenciais, o peemedebista diz que 'o apressado come cru'.
Leia alguns trechos relacionados com Pernambuco e o PSB do governador Eduardo Campos
ELIANE CANTANHÊDE *


Apesar de elogiar o desempenho da presidente Dilma Rousseff, o vice-presidente Michel Temer, principal líder do PMDB, disse que se criou a ideia de que todo governante tem de se candidatar à reeleição, 'mas esse não é um conceito absoluto'.
Segundo ele, 'tudo' está em jogo nas próximas eleições presidenciais. 'Quem foi bem deve se reeleger. Agora, o que vai acontecer em 2014 está ainda muito distante.'
Em entrevista à Folha, na última quarta-feira, em seu gabinete, Temer também mandou um recado indireto ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB, cujos movimentos sugerem uma corrida ou à Vice ou à Presidência em 2014: 'O apressado come cru'.
Folha - Por que, enquanto o PT e o PSB estão às turras em Belo Horizonte, Recife e Fortaleza, o PMDB anda tão calado?
Michel Temer - Acho melhor agir do que falar e, na qualidade de vice-presidente, eu tenho de ser discreto, mas essa discrição não significa uma inação política.
Para neutralizar os arroubos do PSB e do governador Eduardo Campos?
O PSB tem um papel a desempenhar no Brasil e no apoio importantíssimo que dá ao governo e acho natural que busque ampliar seu raio de ação, especialmente nas eleições municipais. Veja o PMDB: é um partido forte, significativo, pelo número de governadores, prefeitos, vereadores, por ter a maior bancada na Câmara e no Senado.
A disputa do PSB com o PT nas eleições municipais é parte do jogo de 2014 e de 2018?
Disputas locais não podem contaminar a aliança nacional. Isso precisa ficar claro.
Quando Dilma reuniu líderes de PT e PSB, dois de cada lado, as orelhas do PMDB arderam?
Se arderam, foi do lado direito, porque, quando é do lado direito, dizem que é porque falaram bem. Suponho que PT e PSB, juntos, só podem ter falado bem do PMDB.
O sr. tem certeza?
Tenho. O PMDB colabora muito com o governo e com essa aliança. Então, se se reuniram PT e PSB, eu tenho cá comigo, talvez com uma certa ingenuidade, eles só podem ter falado bem do PMDB.
E se não?
Problema deles, porque o PMDB é um partido que tem vida própria, significação política histórica.
Ao sair do encontro com o PT e Dilma, Eduardo Campos disse que querem inventar um 'inimigo oculto' só para obterem favores fisiológicos da presidente. Todo mundo entendeu que falava do PMDB.
Pois o PMDB entendeu que o governador só poderia estar falando de outro partido porque, para nós, essa história de fisiologia está superada. Nesses governos de coalizão, é mais do que natural que os partidos participem do governo. Veja aí, PT, PSB, PMDB, todos participam. E, comparada numericamente com os outros partidos, a participação do PMDB é a menor.
Já que Campos falou genericamente sobre 'fisiológicos', vamos falar também em tese: tem gente na aliança botando o carro à frente dos bois?
Cada um tem seu estilo. Eu acho que, em política, é preciso administrar o tempo, porque quem se apressa acaba se dando mal. O apressado come cru. A afoiteza e, mais do que a afoiteza, as palavras duras e deselegantes, acabam gerando um clima muito desfavorável para as instituições. Numa democracia, as instituições -e os partidos são instituições- deverão ser sempre preservadas.
Isso tudo é recado para Eduardo Campos?
Não... o Eduardo Campos sabe muito mais do que eu.
Como o sr. vê o embate do PSB com o PT?
Todas as notícias eram de que as queixas do PSB eram contra o PT. Depois de umas conversas é que, veladamente, começaram a dizer que a relação com o PT era boa e o problema era com os outros. Como esses outros eram indefinidos, você tem de ignorar.
O PSB recuou de atacar o PT e se virou contra o PMDB?
Sabe que eu acho que não? Até porque todas as conversas do Eduardo Campos comigo e com todos do PMDB são sempre de parceria. Então, não vejo clima de beligerância, pelo menos nas manifestações dele.
Quem estaria, então, criando esse tal inimigo oculto do PSB e do PT?
Confesso que não sei dizer. É preciso perguntar ao próprio Eduardo Campos. Aliás, seria útil, até, que houvesse uma definição, porque essa coisa, digamos, muito insinuante, em matéria política, não é nada bom.
Fala-se muito que o que está por trás é a Presidência em 2014, mas não seria a Vice?
O que está em jogo é tudo em 2014! Primeiro ponto é que, depois de instituída a reeleição no Brasil, a ideia é a seguinte: quem foi eleito tem de concorrer à reeleição, para não perder o poder. Estabeleceu-se esse conceito que não é um conceito absoluto. Segundo ponto é que, havendo a reeleição, quem foi bem no governo deve se reeleger. Agora, o que vai acontecer em 2014 está ainda muito distante. Quem está pensando só em 2014 está sendo afoito, apressado. E, aí, come cru.
Eduardo Campos disse que Lula está acima dos partidos e não deveria entrar na campanha. Obviamente, um pedido para o ex-presidente não entrar na campanha do PT em Recife. O que o sr. acha?
Em São Paulo, seria muito útil para o [Gabriel] Chalita [candidato do PMDB] que ele não entrasse, mas não acredito nisso. (* Folha de S.Paulo)
Escrito por Magno Martins,

sábado, 14 de julho de 2012

Planalto : tudo para vetar Eduardo Campos contra Dilma Rousseff em 2014 .



Quando sinaliza que vai enfrentar o governo e disputar a presidência da Câmara, o PSB está de olho sobretudo em 2014. Um dirigente do partido analisa que, com o PMDB no comando da Casa e também do Senado, 'não haverá força no mundo' capaz de tirar dos peemedebistas a vaga de vice na sucessão de Dilma Rousseff. A informação é de Mônica Bergamo, na coluna de hoje da Folha de S.Paulo. Ela apimenta mais o tema:
''Mas a sigla não entraria na briga sem aval do Planalto nos bastidores. Aposta no interesse do governo de impedir que o governador Eduardo Campos (PE), melindrado sem a vice, saia candidato à Presidência em 2014. E cause um estrago no Nordeste, onde Dilma é boa de voto.''
Escrito por Magno Martins.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Dilma será indenizada por tortura e prisão na didatura .


A presidente Dilma Rousseff receberá do governo do Rio, até o fim de junho, uma indenização de R$ 20 mil por ter sido interrogada e torturada no estado durante a ditadura militar. A notícia foi publicada nesta quinta-feira na coluna “Informe do Dia”. O requerimento foi feito por Dilma em 2004. Além do Rio, a presidente também pediu reparação em São Paulo e em Minas Gerais, estados onde foi interrogada, processada, julgada e condenada. Dilma fez parte da luta armada contra a ditadura na organização VAR-Palmares. Em 16 de janeiro de 1970, ela foi presa por subversão. Foi brutalmente torturada, submetida a choques e pau de arara. Acabou condenada a quatro anos de prisão.
O secretário estadual de Assistência Social, Rodrigo Neves, disse nesta quinta-feira que Dilma doará o dinheiro. A assessoria de imprensa do Planalto, no entanto, não confirmou a informação.(O Globo)
Escrito por Magno Martins .

domingo, 13 de maio de 2012

Para Serra o bom do governo Dilma é cópia de idéias dele .




Neste domingo, o jornal Estado de S. Paulo traz uma entrevista reveladora com o tucano José Serra, que lidera as pesquisas para a prefeitura de São Paulo, com 31% das intenções de voto, segundo o Ibope. O candidato do PSDB acredita que sua campanha em 2010, condicionou o comportamento do governo Dilma. “Muitas das coisas que o governo faz, sem dúvida, foram resultado da minha campanha”, disse ele. “Juros, infraestrutura, mesmo a questão da liberdade de imprensa”. Plagiado por Dilma? “Eu não acho que, na vida pública, cópia seja plágio. Cópia, se bem feita, de maneira honesta e não eleitoreira, é uma virtude.”
Serra não descartou totalmente a possibilidade de concorrer novamente à presidência em 2014. Ao ser perguntado sobre o que faria se houver um clamor para que ele seja candidato, Serra não fechou as portas, como fez em 2004, chegando até a assinar uma promessa em cartório de que permaneceria os quatro anos na prefeitura. “Eu não pensei nisso porque eu estou com o propósito de me eleger prefeito e governar quatro anos. Não creio que vá haver um clamor”, disse ele.(Informações do portal BR247)
Escrito por Magno Martins.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sai a primeira lista de 82 nomes citados por Cachoeira .


 
Andreza Matais e Rubem Valente
Da Folha de São Paulo
Em depoimento sigiloso à CPI do Cachoeira, o delegado Matheus Mela Rodrigues, que coordenou a Operação Monte Carlo, citou uma lista com 82 nomes que tiveram relações ou foram apenas citados em conversas de Carlos Augusto Ramos, O Carlinhos Cachoeira.
A lista inclui os nomes de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), de governadores, senadores, deputados federais, prefeitos e até mesmo da presidente Dilma Rousseff.
O presidente da CPI, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB), fez um apelo aos parlamentares para que não comentassem com a imprensa os nomes da lista, uma vez que o fato de estarem citados em conversas do grupo não significa que tenham envolvimento com o esquema de Cachoeira.
Os nomes podem ter sido usados pelo grupo do contraventor sem conhecimento dos citados. A Folha teve acesso a lista dos nomes citados pelo delegado e alguns dos nomes foram citados em gravações telefônicas que já são conhecidas.
O nome da presidente Dilma Rousseff, por exemplo, é citado em conversas do grupo de Cachoeira ao comentar a crise no Ministério dos Transportes. Outro a aparecer na lista, o senador José Sarney (PMDB-AP), teve por acaso conversas gravadas pela operação da PF, conforme revelou a coluna de 'Mônica Bergamo' no mês passado.
Nelas, Raimundo Costa Ferreira, o Ferreirinha, funcionário da Infraero, faz relatos sobre nomeações na estatal, que administra aeroportos do país. O servidor da estatal foi monitorado por supostamente atuar pelo grupo de Cachoeira no aeroporto de Brasília.
O caso do senador Aécio Neves (PSDB-MG) também é conhecido. Interceptações telefônicas revelaram que o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) intercedeu diretamente junto ao tucano para empregar uma prima de Cachoeira no governo de Minas.
Aécio afirmou que, na época em que Demóstenes fez o pedido, não sabia do envolvimento do senador com Cachoeira e diz ter se sentido 'traído'. Na lista, porém, faltam nomes de pessoas que já foram citadas em gravações que vazaram, como do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, por exemplo, citado em áudios da operação Monte Carlo.
O delegado cuidou da Operação Monte Carlo, deflagrada em novembro de 2010 e que resultou na prisão de Carlinhos Cachoeira e membros de seu grupo em fevereiro deste ano. Os 82 nomes citados se referem a esta operação, e não à Vegas, ação policial semelhante encerrada em 2009.
Constam três ministros do STF, Gilmar Mendes, Luiz Fux e Dias Toffoli; dos governadores Antonio Anastasia (PSDB-MG), Marconi Perillo (PSDB-GO), Beto Richa (PSDB-PR) e Agnelo Queiroz (PT-DF).
A CPI mista no Congresso investiga as relações do grupo de Cachoeira com agentes públicos e privados. Veja abaixo lista que a Folha conseguiu identificar de deputados federais, senadores, ministros e governadores citados na lista por odem alfabética:
Senador Aécio Neves (PSDB-MG)
Deputado distrital do DF Agaciel Maia (PTC-DF)
Governador Agnelo Queiroz (PT-DF)
Presidente DEM-DF Alberto Fraga
Secretário de Indústria e Comércio de Goiás Alexandre Baldy
Governador de Minas Gerais Antonio Anastasia
Suplente de senador Ataides de Oliveira
Procurador-geral da Justica de Goiás Benedito Torres
Governador do Paraná Beto Richa (PSDB)
Senador Blairo Maggi (PR-MT)
Senador Demostenes Torres (sem partito-DF)
Diretor da Delta Carlos Pacheco
Diretor Regional da Delta no Centro-Oeste Claudio Abreu
Jornalista Claudio Humberto
Ex-chefe de gabinete de Agnelo Queiroz Claudio Monteiro
Ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli
Presidente Dilma Rousseff
Ex-presidente do Detran de Goiás Edivaldo Cardoso
Ex-senador Eduardo Siqueira Campos (PSDB-TO)
Ex-chefe de gabinete do governo de Goiás Eliane Pinheiro
Vereador de Goiânia Elias Vaz (PSOL)
Secretário Estadual de Comunicação de Santa Catarina Ênio Branco
Dono da construtora Delta Fernando Cavendish
Vereador de Anápolis Fernando Cunha
Presidente da Caesb Fernando Leite
Prefeito de Águas Lindas (GO) Geraldo Messias (PP)
Prefeito de Nerópolis (GO) Gil Tavares (PTB)
Escrito por Magno Martins.

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Presidente Dilma Rousseff já está em Sergipe para debater seca com os governadores do Nordeste.

Publicado em: 23-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil




Acompanhado de vários ministros, a presidente Dilma Rousseff desembarcou no Aeroporto de Aracaju hoje de manhã e às 15h participa de uma reunião com os governadores do Nordeste para discutir a seca na região.

A presidente seguiu do aeroporto para a cidade de Rosário do Catete, a cerca de 40 km de Aracaju, para assistir à assinatura de um convênio entre a Petrobrás e a Vale do Rio Doce.

Ela almoça com os governadores do Nordeste e mais o de Minas Gerais, Antonio Anastásia, no Palácio Olímpio Campos e às 15h participa da reunião sobre a seca. Dos Estados nordestinos, o mais afetado com a estiagem é a Bahia, que tem mais de uma centena de municípios sob “estado de emergência” (Pernambuco tem 29).

Da reunião deve sair um plano emergencial para enfrentar a seca no Nordeste.