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O ex-prefeito de Bezerros, Amaro Rufino, foi condenado a nove anos de
prisão, por uso indevido de dinheiro público. Ainda em 2001, Rufino chegou a
ter prisão preventiva decretada, sob suspeita de fraudar licitações. Os
direitos políticos de Rufino estão suspensos pelo mesmo prazo de condenação.
A sentença foi expedida pela juíza Christiana Brito Caribe, da 2ª Vara da
Comarca de Bezerros.
Escrito por Magno Martins.
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sexta-feira, 20 de julho de 2012
Ex. prefeito de Bezerros condenado a nove anos de prisão .
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sexta-feira, 18 de maio de 2012
Dilma será indenizada por tortura e prisão na didatura .
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O secretário estadual de Assistência Social, Rodrigo Neves, disse
nesta quinta-feira que Dilma doará o dinheiro. A assessoria de imprensa do
Planalto, no entanto, não confirmou a informação.(O Globo)
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Escrito por Magno Martins .
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domingo, 6 de novembro de 2011
Neguinho Texeira condenado á prisão .
Justiça
Decisão foi em primeira instância e cabe recurso. Os crimes apontados teriam ocorrido em 2007, quando o político era presidente da Câmara de Vereadores de Caruaru
Publicado em 04/11/2011, às 13h51
O ex-prefeito e ex-vereador de Caruaru Manoel Teixeira de Lima (sem partido) foi condenado, pela segunda vez, a prisão, desta vez a quatro anos e um mês, além de 280 dias-multa, o que equivale a aproximadamente R$ 2,6 mil. A sentença foi proferida pelo juiz Gleydson Gleber de Lima Pinheiro, titular da 3ª Vara Criminal de Caruaru. Neguinho Teixeira, como é conhecido, foi enquadrado no artigo 89 da Lei 8.666/93, que prevê multa e detenção pela dispensa de licitação na contratação de vários serviços quando presidia a Câmara de Vereadores. O juiz determinou ainda que a pena seja cumprida em regime semi-aberto, no Centro de Ressocialização de Canhotinho, Agreste.
A sentença, que é em primeira instância, foi publicada no dia 31 de outubro – segunda-feira – e, até a tarde de ontem, o réu ainda não havia sido intimado. Algumas pessoas próximas ao acusado informaram que o político deixou o Estado e foi morar no interior do Piauí, atuando no setor de confecções. A reportagem tentou entrar em contato com o seu advogado, mas os telefones estavam desligados. O réu tem um prazo de 25 dias para recorrer. Na mesma sentença, o juiz determinou também a cassação dos direitos políticos do condenado pelo mesmo prazo da pena.
O mesmo magistrado já havia condenado Neguinho Teixeira a 3,8 anos de prisão por dispensa de licitação na renovação de contratos com uma empresa de transporte público e determinou também sua prisão, no passado, por ameaças à testemunha e tentativa de obstrução do trabalho da Justiça. Ele ficou detido durante quase três meses, na Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru.
Neste primeiro caso, as ameaças teriam ocorrido através de telefonemas e envio de mensagens SMS, inclusive uma ocorrendo no momento em que uma das testemunhas estava depondo no Ministério Público, contra o próprio Neguinho. As mensagens com as ameaças partiram do telefone de um de seus assessores.
A sentença, que é em primeira instância, foi publicada no dia 31 de outubro – segunda-feira – e, até a tarde de ontem, o réu ainda não havia sido intimado. Algumas pessoas próximas ao acusado informaram que o político deixou o Estado e foi morar no interior do Piauí, atuando no setor de confecções. A reportagem tentou entrar em contato com o seu advogado, mas os telefones estavam desligados. O réu tem um prazo de 25 dias para recorrer. Na mesma sentença, o juiz determinou também a cassação dos direitos políticos do condenado pelo mesmo prazo da pena.
O mesmo magistrado já havia condenado Neguinho Teixeira a 3,8 anos de prisão por dispensa de licitação na renovação de contratos com uma empresa de transporte público e determinou também sua prisão, no passado, por ameaças à testemunha e tentativa de obstrução do trabalho da Justiça. Ele ficou detido durante quase três meses, na Penitenciária Juiz Plácido de Souza, em Caruaru.
Neste primeiro caso, as ameaças teriam ocorrido através de telefonemas e envio de mensagens SMS, inclusive uma ocorrendo no momento em que uma das testemunhas estava depondo no Ministério Público, contra o próprio Neguinho. As mensagens com as ameaças partiram do telefone de um de seus assessores.
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