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sábado, 19 de janeiro de 2013

2014 : Dada a largada , Dilma parte na frente.



O comportamento da presidente Dilma Rousseff ontem no interior do Piauí mostra, sem nenhuma dúvida, que a campanha por um segundo mandato começou. Ela estava descontraída, vestiu um gibão e um chapéu de couro oferecido pelo prefeito de São Julião, seu colega petista José Neci, que também fez referências sobre a continuação dela no Palácio do Planalto depois de 2014. Apesar de faltar mais de um ano para o novo pleito, a largada já foi dada, pelo menos pelo PT.

Pelo que se viu, Dilma quer se reaproximar do Nordeste, região que seu antecessor, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, nadava de braçada, como diz o ditado. Mas, neste governo, estava um pouco esquecida. E a chefe da nação foi levar ao estado do Piauí aquilo que o sertanejo mais quer: água. Hoje, o Nordeste vive uma de suas piores secas, como a própria presidente acentuou na solenidade realizada em São Julião.

Ao contrário dos opositores – ou mesmo aliados que almejam o Palácio do Planalto – Dilma saiu à frente. E, nos próximos meses, ela terá a ajuda de Lula, que começará sua caravana da cidadania, desta vez não como candidato, mas como um ex-presidente que deixou o cargo com um dos maiores índices de popularidade no país.(Coluna de Luiz Carlos Azedo - Correio Braziliense)
Escrito por Magno Martins .

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Eduardo Campos descarta de vez a possibilidade de disputar a presidência da República em 2014.

Publicado em: 09-02-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil

Ontem, durante visita da presidente Dilma Rousseff ao sertão, para inspecionar as obras de transposição do rio São Francisco e a ferrovia Transnordestina, o governador Eduardo Campos descartou de vez a possibilidade de disputar a presidência da República em 2014.
Textual do governador: “Se o PSB entendesse que em 2014 era para ter um candidato, sairia do governo. Nunca fizemos jogo duplo. Não é da nossa tradição nem da nossa história. Agora, temos alianças com partidos de oposição em vários estados. São companheiros com os quais estivemos juntos na luta pela redemocratização do país. Essas coisas não podem ser confundidas com nenhuma posição de vacilo do PSB em relação ao eixo de orientação que temos no rumo estratégico do partido em relação ao quadro nacional”.
Anteriormente, o governador á havia dito numa entrevista ao jornal “Valor Econômico” que o “jogo” de 2014 “já está jogado”, ou com Dilma de novo ou com a volta de Lula.

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Para FHC, Aécio Neves é candidato ''óbvio '' em 2014.

23/01/2012

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DE SÃO PAULO
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse à revista britânica "The Economist" considerar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) um candidato "óbvio" à Presidência em 2014.
Na entrevista, feita pelo chefe da sucursal da revista em São Paulo, o ex-presidente prevê uma nova disputa entre José Serra e Aécio.
"As coisas estarão mais claras depois das eleições municipais. Provavelmente veremos uma briga interna muito forte no PSDB, entre Serra e Aécio."
Sobre a eleição de 2010, em que o PSDB saiu derrotado nas urnas, o ex-presidente afirma que o partido cometeu "erros enormes" e admite que o então candidato, José Serra, estava isolado "mesmo internamente".

Zanone Fraissat - 9.dez.2012/Folhapress
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que considera Aécio o candidado "óbvio" em 2014

"Não formamos alianças. Foi uma espécie de arrogância. Nosso candidato estava isolado, mesmo internamente", afirmou FHC na entrevista.
Questionado se Aécio pode vencer em 2014, FHC elogia a capacidade do mineiro de estabelecer alianças.
"Aécio é mais da cultura tradicional brasileira, mais apto a estabelecer alianças".
Na entrevista, que foi levado ao ar no site da revista na semana passada, o ex-presidente ainda fala que o sistema de governo brasileiro permite a corrupção.
"Sempre tivemos algum grau de corrupção, aqui e ali, mas o sistema não era corrupto. Agora o sistema permite a corrupção como um ingrediente normal", afirmou, remetendo à partilha de poder entre os partidos a maior possibilidade de corrupção. "Você não está partilhando poder, você está partilhando oportunidades de ter bons contratos."
O tucano ainda nega que o mesmo sistema tenha ocorrido em seu governo. "Talvez num ou outro caso, mas agora o sistema inteiro está baseado nisso. Isto é novo."

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

DEM quer ter candidato próprio à presidência em 2014.


Senador Demostenes Torres  DEM GO .

Um dos postulantes é o senador Demostenes Torres, que fez discurso de pré-candidato



Parceiro do PSDB há 17 anos, o DEM se prepara para tentar ter candidato próprio à Presidência da República em 2014. Um dos postulantes ao cargo é o senador Demostenes Torres (DEM-GO), que fez discurso de pré-candidato na convenção da legenda nesta terça-feira (12), que reelegeu o senador José Agripino Maia (DEM-RN) presidente do partido até dezembro de 2014.
Demostenes resumiu sua candidatura própria à Presidência  dizendo "é melhor ser cabeça de cachorro do que rabo de leão". Ele citou entre as realizações do DEM, antigo PFL, a criação do Bolsa Família.
- Foi o DEM que criou o Bolsa Família através de proposta do ex-senador Antonio Carlos Magalhães.
Ele se referi à emenda constitucional que instituiu o Fundo da Pobreza, idealizada pelo ex-senador. Além da candidatura própria à Presidência, que não é consensual no partido, o DEM vai tentar aumentar de tamanho nas eleições municipais do ano que vem e em 2014, quando serão eleitos governadores e as bancadas do Congresso e das assembleias legislativas. O DEM foi o partido que mais perdeu filiados para o PSD do prefeito Gilberto Kassab. Sobre o assunto, Agripino Maia disse que o partido foi depurado:
- Os que tinham conveniências pessoais deixaram o DEM.
Outrora um dos maiores partidos do Brasil, o DEM de hoje coube numa sala de cerca de 50 metros quadrados nas dependências do Congresso, onde funciona a presidência do partido e onde foi realizada a convenção. Até o final do evento, que durou cerca de uma hora, apenas 70 convencionais haviam assinado a lista de presença