quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Eduardo Campos participa de reunião com comitiva de estudantes.

 

POSTADO  EM 25 DE Janeiro DE 2012
O presidente do PT de Pernambuco, deputado federal Pedro Eugênio participou hoje, às 17h, de uma reunião no Palácio do Campo das Princesas entre o governador Eduardo Campos e uma comissão de 27 pessoas, representantes de seis organizações estudantis pernambucanas.

Em nome da UNE, UEP, UBES, UMES, UESTE e do DCE da Rural, os estudantes entregaram, ao governador, uma pauta propositiva, com 15 pontos. Dentre as reivindicações pediam: o cancelamento do aumento de 6,5% dado às passagens de ônibus, definido na última sexta-feira (20) e uma participação mais efetiva no conselho de transportes, que atualmente, só possui um representante da classe estudantil, não eleito pelo setor.

Na ocasião, Pedro Eugênio lembrou da lei estadual de sua autoria, que dá ao poder público a responsabilidade de garantir vale transporte aos seus funcionários.

“O sistema de transporte precisa receber subsídios fortes para poder, de fato, caber no bolso do cidadão”, declarou o parlamentar.

O petista exaltou a importância do momento e lamentou os excessos cometidos pela polícia militar.

“Muito bom estarmos aqui comprometidos com a causa popular, esse movimento reforça nossa aliança. Bom que o governador tenha se comprometido em avaliar os pontos expostos pelos estudantes e apurar as atitudes da polícia que passaram dos limites.”, disse o deputado.

A reunião também foi acompanhada pelos secretários das Cidades, Danilo Cabral, Articulação Social e Regional, Sileno Guedes, e da Casa Civil, Tadeu Alencar e o presidente estadual do PCdoB Luciano Siqueira.

  
Postado por Jamildo Melo

Mesa da Unidade solta nota sobre protestos estudantis no Recife..

 
POSTADO  EM 25 DE Janeiro DE 2012
Os confrontos quase diários entre a Polícia Militar e estudantes que protestam contra os recentes aumentos nas passagens dos transportes coletivos da RMR nos causa preocupação e desconforto.

Vivemos num estado de direito aonde aos cidadãos é facultada a prerrogativa de se organizar, espressar e reunir - inclusive para criticar e protestar contra medidas tomadas pelos governos, em qualquer nível.

E é isso que vem fazendo estudantes e jovens nas ruas da nossa capital, como é comum e usual em qualquer democracia digna desse nome.

Entretanto, se sucedem confrontos de rua, com cenas de violência e truculência por parte do aparato policial do governo do estado, sem que em momento algum as autoridades venham a dar um freio nesses episódios que a todos choqua, preocupa e é motivo de repúdio.

É preciso parar com essa aspiral de confrontos, antes que algo grave venha a acontecer, antes que seja tarde.

Há que se estabelecer o diálogo e a busca de entendimento, de modo a que a arrogância, a prepotência dos que se julgam d onipotentes, e que no passado se diziam democratas, descambe para perdas de toda a sociedade.

Não é apenas o custo das passagens que leva estudantes e população ao protesto.

Mas também um sistema de transportes coletivos inseguro, impontual, sucateado e desconfortável, numa cidade aonde reina a imobilidade sob os olhos complacentes do desgoverno municipal. Que a tudo assiste e nada fala, se subtraindo as suas responsabilidades.

As oposições reunidas na MDU apelam ao governo do estado e PCR que chamem os estudantes ao diálogo e busquem soluções para o caótico transporte da RMR. e que nesse ínterim, caso as soluções e respostas sejam julgadas insuficientes pela população, que tratem nosso jovens com respeito aos seus direitos e sem violência.

Pois em Pernambuco e no Recife, ao contrário do que imaginam os governos, não estamos numa ditadura, tão pouco sob o jugo da bota e espora de neo-ditadores iluminados e onipotentes.

A MDU está a disposição dos estudantes e da população para apoiá-los e assegurar-lhes o direito e a liberdade de manifestação ordeira e pacífica, na busca de soluções.


MESA DA UNIDADE DAS OPOSIÇÕES DO RECIFE
PPS, PMN, PMDB, DEM, PSDB.


 
Postado por Jamildo Melo

''Não somos um novo G I '' ,diz Armando ao explicar articulação do PTB .

Frente Popular
Em entrevista, líder trabalhista destaca busca de nome alternativo ao de João da Costa na Frente Popular
Publicado em 26/01/2012,
Em nova demonstração de que não pretende ficar à espera de uma definição do PT e do governador Eduardo Campos (PSB) sobre o processo sucessório no Recife, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) saiu nesta quarta (25) em busca de mais uma liderança da Frente Popular – Cadoca (PSC) –, a fim de fortalecer a tese de uma candidatura alternativa à do prefeito João da Costa (PT). Ele fez questão de frisar que o grupo não é dissidente da frente governista. “Não queremos criar um novo GI”, disse. Leia trechos da entrevista:
CANDIDATURAS
“Temos que esgotar esse processo de consulta e troca com todos os partidos. Cada vez mais se amplia a percepção dos demais partidos da Frente de que realmente temos que buscar alternativas. Tudo isso porque temos a constatação óbvia de que aquele que seria o candidato natural, que é o atual prefeito que pertence a um partido que já está há 12 anos na Prefeitura, tem revelado dificuldades para aglutinar outras forças. E o próprio PT tem tido dificuldades de conduzir o processo internamente.”
DIÁLOGO 
“Veja que o PTB sempre procura dialogar com os demais partidos. Não vamos para a mesa colocando nomes do PTB. Não há aqui candidatura do PTB para ser oferecida. O que há é o seguinte: todos concordam com a tese de múltiplas candidaturas? Então vamos tentar construir uma alternativa comum.”
SEM GI
“Não tem nada de GI. Primeiro que esse grupo não é independente, mas tem revelado uma interdependência da Frente. O GI era uma dissidência afirmada publicamente. Aqui, firmamos a posição de interdependência, ou seja, estamos procurando vários partidos da Frente para tentarmos construir uma alternativa comum. Aliás, para oferecer uma alternativa à própria Frente.”
O GOVERNADOR
“É evidente que o governador, na condição de líder, estará, em algum momento, chancelando esse processo. Mas entendo que ao próprio governador interessa que o processo flua para avaliar a expressão dessas forças.”
CONFLITO
“Há algumas pessoas que podem achar que estamos confrontando o comando do governador. Eu sempre acho que todo partido tem um grau de liberdade, uma identidade e uma autonomia. Agora, os interesses do partido não podem se sobrepor aos interesses do conjunto. Veja que nesta semana o PTB acabou declarando apoio ao candidato do PSB, em Cabrobó (Sertão)”.
PARA LEMBRAR: O QUE FOI O GI
Em 2003, a antiga União por Pernambuco, aliança que dava sustentação ao então governador Jarbas Vasconcelos (PMDB), sofreu baixas após a criação do chamado “Grupo Independente” (GI). Insatisfeitos com a falta de espaço político na administração do peemedebista, um grupo deputados federais criou a dissidência, enfraquecendo a Frente jarbista.
O GI visava conquistar a Prefeitura do Recife em 2004 para, em 2006, disputar o governo do Estado em 2006 – o candidato a goevrnador seria Armando. Mas a dissidência começou a fracassar quando não conseguiu eleger Joaquim Francisco prefeito do Recife em 2004.
OS DEPUTADOS FEDERAIS QUE FORMAVAM O GI:
Armando Monteiro Neto
Roberto Magalhães
Joaquim Francisco
José Múcio
José Chaves
Luiz Piauhylino

PMs do Estado usam coletes á prova de balas vencidos.

O efetivo, segundo Associação dos Cabos e Soldados, está sendo exposto pelo comando ao realizar o policiamento ostensivo sem a devida proteção
Publicado em 25/01/2012,
Do JC Online
Foto: Divulgação
Policiais militares de batalhões do interior e de unidades especializados da capital estão indo para as ruas com coletes à prova de bala com a validade vencida ou mesmo sem qualquer proteção. A denúncia é da Associação de Cabos e Soldados (ACS) e já foi encaminhada ao Ministério Público de Pernambuco. A maioria dos coletes em uso pela PM tiveram a validade expirada em 11 de dezembro do ano passado e não foram substituídos. Nas fotos enviadas pela ACS, o equipamento em uso nesta terça-feira (24), por soldados da Companhia Independente de Operações com Motocicletas (CipMotos) perdeu, há mais de um mês, a garantia de eficiência.
De acordo com o presidente da Associação de Cabos e Soldados, Renílson Bezerra, o efetivo está sendo exposto pelo comando ao realizar o policiamento ostensivo sem a devida proteção. Renílson garante que a ACS já encaminhou proposta à Secretaria de Defesa Social desde 2008 para que cada policial militar tenha um kit básico de trabalho contendo um colete balístico, uma pistola, um par de algemas e uma tonfa (cassetete).
"Não há coletes para o efetivo trabalhar. Esperaram um lote inteiro perder a validade para poder começar a tomar providências. O que acontece agora é que um batalhão inteiro tem que se virar com 20, 30 coletes. Muitos colegas acabam usando os vencidos ou indo para a rua sem nada”, ressaltou o presidente.
Renílson asseverou que o caso já foi comunicado ao Ministério Público e que no interior a situação está grave. “Em Afogados da Ingazeira, todos os coletes foram recolhidos. Os policiais estão trabalhando sem proteção e arriscando a vida diariamente”, frisou o sindicalista.
O presidente da ACS contou ainda que a questão dos coletes já teria sido tratada com o comando da Polícia Militar desde o ano passado, no entanto, as providências necessárias não foram adotadas na ocasião.
"A gente se arrisca do momento que começa o serviço até a hora de ir para casa. A qualquer momento, um policial militar pode entrar numa situação de confronto e acabar morto porque não recebeu um equipamento básico como o colete. Trabalho em Afogados da Ingazeira e todos os coletes foram recolhidos e não substituídos”, relatou um soldado que preferiu não se identificar.
A Secretaria de Defesa Social (SDS), por meio de sua assessoria de comunicação, reconheceu a falta de coletes à prova de bala e assegurou que já tomou providências a curto e médio prazos para contornar o problema. Em nota, a SDS divulgou que vai comprar quase cinco mil novos equipamentos.
“A Secretaria de Defesa Social já vem realizando levantamento dos possíveis coletes vencidos e dos que estão prestes a vencer para serem substituídos. Para a Rocam, estão sendo disponibilizados vinte novos coletes. Em caráter emergencial, a SDS está aderindo a uma ata de registro de preços da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para aquisição de 4.630 coletes balísticos”, pontuou a nota oficial.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

João Paulo alerta PT para risco eleitoral .

NNAproveitando a primeira pesquisa JC/IPMN, favorável ao seu nome na corrida eleitoral, deputado adverte que a escolha de um candidato "frágil" pode significar a derrota

Publicado em 24/01/2012,

Bruna Serra

Demonstrando de forma cada vez mais clara a sua intenção de barrar as pretensões do prefeito João da Costa (PT) de disputar a reeleição, o deputado federal João Paulo (PT) fez nesta segunda-feira um alerta a seu partido. Baseado nos resultados da pesquisa JC/IPMN, publicada no domingo (22), disse que a escolha de um concorrente mais frágil para a disputa – no caso, o prefeito – pode representar a derrota nas urnas. “É lógico que existe uma diferença entre o que o povo quer e o que os partidos políticos querem. Às vezes se paga um preço no resultado eleitoral”, alfinetou, em entrevista à Rádio Jornal.
Principal fiador da campanha vitoriosa de João da Costa em 2008, João Paulo dividiu com os aliados a responsabilidade pela indicação do atual prefeito, que segundo a pesquisa tem a gestão, hoje, reprovada por 52% da população. Segundo o deputado, que apareceu em primeiro na pesquisa, em um dos cenários com 46% das intenções de voto, a escolha de seu sucessor, em 2008, se deu em consonância com o desejo do PT e dos demais partidos da Frente Popular. A versão de João Paulo, contudo, vai na contramão de declarações dadas à época por petistas, que reclamavam da forma como se deu a escolha de João da Costa.
“É importante desfazer essa imagem de que eu impus um candidato goela abaixo. Havia um convencimento e a tese era de que nós poderíamos eleger no primeiro turno. Convenci o presidente Lula, conversei com o governador (Eduardo Campos), com os próprios companheiros do partido, e isso foi fruto de um consenso”, argumentou João Paulo.
Jornal do Commercio

oposições entre aguardar ou não o rumo do PT.

Partidos intensificam articulações para definição de uma estratégia eleitoral, mas há divergências sobre o "tempo" da decisão

Publicado em 25/01/2012,

Ayrton Maciel

Com janeiro terminando, Carnaval chegando, março beirando à porta, o PT em ebulição e a Frente Popular dispersa, as oposições resolveram intensificar as conversas sobre o melhor caminho - estratégico e tático - para derrotar o candidato ou os candidatos da aliança governista no Recife, nas eleições de outubro.
O bloco de oposições formado pelo PMDB, DEM, PPS e PMN (o PSDB está excluído por já ter apresentado o deputado estadual Daniel Coelho como seu candidato), vai multiplicar as negociações para tentar superar diferenças e consolidar uma posição, que pode ser a candidatura única ou dois candidatos. Para aparar as diferenças, o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) vai entrar como moderador das negociações, após o Carnaval.
Com três pré-candidatos colocados há algum tempo - os deputados federais Mendonça Filho (DEM) e Raul Henry (PMDB) e o ex-deputado Raul Jungmann (PPS) -, o primeiro passo da nova fase será conseguir conciliar o time das oposições que definirá se vão atacar em bloco ou por um único front. Henry e Jungmann defenderam nesta terça (24) que o bloco busque a construção de uma unidade de ação, mas deixe a definição sobre um ou dois candidatos - mais o do PSDB - para depois que o PT e a Frente Popular decidirem se sairão com uma ou múltiplas candidaturas.
Mendonça Filho concorda em esperar, mas não em atrelar o tempo das oposições ao tempo dos governistas.
“Queremos construir um caminho conjunto. A oposição e o governo podem ter um ritmo de decisão semelhante, porém, a oposição não pode ficar a reboque de João da Costa (prefeito, PT) e seus aliados. O saco de gatos é grande por lá. Quando será o desfecho? Pode-se aguardar, mas não condicionar nossa posição a isso”, pregou o democrata.
Leia Jornal do Commercio

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Livros didáticos com áudio para portadores de deficiência visual .

      
A tecnologia a serviço da educação e cidadania. O simples e precioso ato da leitura diária de um jornal, revista, livro, conteúdo de redes sociais pode parecer comum para a maioria da população. Um grupo, entretanto, sofre com as limitações de não enxergar as palavras. São os portadores de deficiência visual, população estimada em Pernambuco, segundo dados do IBGE/2000, em mais de 344 mil pessoas. Garantir o acesso destas pessoas à formação pessoal e profissional é a proposta do projeto de lei, em tramitação da Assembleia Legislativa de Pernambuco, de autoria do deputado estadual, Diogo Moraes (PSB).

A norma determina que as editoras disponibilizem livros técnicos e didáticos, no Estado, em formato digital acessível ao deficiente visual, com software que permita a função sonora através de computadores. O material será comercializado com a devida proteção aos direitos do autor, e deve apresentar compatibilidade com programas leitores de tela gratuitos, distribuídos ou não pelo editor da obra. O editor fica obrigado a atender a demanda em formato digital acessível, via download ou qualquer outra mídia. É também facultado ao editor da obra o lançamento de livros com função sonora direta em substituição ao livro digital.

“O portador de deficiência visual tem o braile como ferramenta indispensável de leitura, sendo esta a principal via de acesso ao conhecimento. No entanto, a função sonora pode facilitar o aprendizado do braile e a memorização dos textos lidos. Toda essa tecnologia possibilita, cada vez mais, a inserção do deficiente visual na sociedade, com mais independência para exercer as atividades do cotidiano”,explica Diogo Moraes. O projeto de lei número 484/2011 está na Comissão de Constituição, Legislação e Justiça. Passa ainda pelas seguintes Comissões: Adminsitração Pública; Educação e Cultura; Ciência Tecnologia e Informática; Cidadania e Direitos Humanos; Desenvolvimento Econômico e Turismo

Ciro Gomes diz à Rede Record News que quem priorizou Pernambuco não foi o ministro Fernando Bezerra Coelho e sim Lula .


Publicado em: 24-01-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Fogo Cruzado, O Brasil, Pernambuco

1- O ex-ministro Ciro Gomes disse ontem à noite à Rede Record News que quem priorizou Pernambuco na distribuição de verbas federais não foi o ministro Fernando Bezerra Coelho e sim o ex-presidente Lula.
2- Segundo ele, foi Lula quem decidiu fazer em Pernambuco a refinaria Abreu e Lima, a indústria naval (estaleiro Atlântico Sul), a Hemobrás, etc.
3- Disse também que o governo Dilma fez aliança com o PMDB para evitar a instalação de CPIs contra o seu governo, como as que infernizaram a vida de Lula, e não para fazer as reformas de que o país precisa (política, tributária, etc).
4- Garantiu não ser contra a aliança com os peemedebistas, e sim à forma como ela foi feita: na base do loteamento de cargos.
5- Sobre o fato de a imprensa do sul ter dito que o Ministério da Integração é um “feudo” dos nordestinos, disse que o trocaria tranquilamente pelo Ministério da Fazenda, que é “feudo” dos paulistas.
6- O ex-ministro atacou também a campanha do jornal “O Estado de São Paulo” para tentar derrubar o ministro Fernando Bezerra, apontando a obra de transposição das águas do São Francisco como inócua.
7- Ele disse que quando era ministro da Integração Nacional, para evitar a roubalheira das empreiteiras, dividiu a obra em 14 lotes. E fez concorrências diferentes.
8- “A obra não acabará enquanto as 14 partes não estiverem concluídas”, disse ele, acrescentando que, em alguns trechos, foi preciso renegociar os valores..
9- E enquanto o Ministério e as empreiteiras não chegarem a um acordo, a obra pára.
10- O ex-ministro disse ainda que, para decepção do “Estadão” e dos paulistas que enxergam o Nordeste com a cara atravessada, a obra será concluída e 12 milhões de nordestinos vão se beneficiar dela.
É isso aí.

Governo investirá R$ 7,6 bilhões em 6.000 em novas creches ,diz Dilma.

23/01/20Publicidade
DE SÃO PAULO
A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (23), durante seu programa de rádio "Café com a Presidenta", que o governo vai investir R$ 7,6 bilhões para abrir 6.000 escolas de educação infantil até 2014.
"Criança é prioridade no meu governo. Nós vamos investir R$ 7,6 bilhões para abrir 6.000 escolas de educação infantil até 2014. Na creche, além de ter uma boa alimentação e oportunidade para conhecer outras crianças, a criança recebe estímulos por meio de jogos, de histórias, de brinquedos, de atividades pedagógicas e do carinho e da atenção. A creche é também muito importante para as mães, para que elas possam sair para trabalhar, tranquilas, sabendo que seus filhos estão recebendo atenção e cuidados."
Dilma destacou que, nas últimas reuniões que fez com sua equipe de governo, determinou que os ministérios da Saúde, da Educação e do Desenvolvimento Social façam ações conjuntas, priorizando as crianças de zero a cinco anos.
"A essência do investimento na educação e na saúde infantil é assegurar igualdade de oportunidades no presente e, assim, construir um futuro melhor para o Brasil. Sou mãe e avó e conheço a preocupação de todas as avós e mães, que é garantir oportunidades para os seus filhos e netos."
Dilma afirmou ainda que, até a segunda semana de março, numa parceria com as prefeituras, médicos, enfermeiros e dentistas das Unidades Básicas de Saúde serão levados a 50 mil escolas públicas, em mais de 2.000 municípios.
"Eles vão avaliar as condições de saúde de 11 milhões de estudantes, porque, muitas vezes, um problema de saúde, se não for identificado, pode atrapalhar o rendimento escolar. Queremos, nessa semana, envolver também os pais para debater um problema que já afeta 1/5 da população infantil --a obesidade. Reduzindo a obesidade infantil, nós vamos prevenir outras doenças que podem ocorrer no futuro, como a hipertensão e a diabetes."
A presidente também destacou duas novidades no programa de vacinação infantil este ano, a partir de agosto. "A vacina pentavalente e a nova vacina antipólio. A pentavalente é a soma de duas vacinas que já existiam: a chamada tetravalente e a hepatite B. Com uma só injeção, a vacina pentavalente vai proteger, agora, a criança contra cinco doenças: o tétano, a difteria, a coqueluche, a hepatite B e um tipo de meningite grave. A combinação das vacinas é boa para a criança, que vai precisar tomar uma injeção a menos, mas também é um avanço no processo de vacinação."
Dilma afirmou que a nova vacina contra a pólio, conhecida como paralisia infantil, será injetável. "Ela será aplicada, no Brasil, a partir de agosto, nas duas primeiras doses. Ela é mais moderna e mais segura para os bebês, como eu disse, nas duas primeiras doses. Os bebês vão continuar tomando as demais doses via oral. Nós vamos também continuar fazendo a campanha com o Zé Gotinha, para manter a proteção de todas as crianças até cinco anos de idade."

Aécio também critica o governo pelo ''desfecho frustante '' da regulamentação da Emenda 29.


Publicado em: 23-01-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil

O senador e pré-candidato a presidente da República, Aécio Neves (PSDB), em seu artigo semanal para a “Folha de São Paulo”, também abordou a regulamentação da Emenda 29 (tema tratado hoje na Folha de Pernambuco pelo editor deste Blog).
O senador chama de “frustrante” o desfecho de uma iniciativa do então ministro da Saúde, José Serra, que levou uma década em tramitação no Congresso Nacional.
Ele diz que os Estados e Municípios foram obrigados a aplicar um percentual mínimo de suas receitas na saúde (12% e 15%, respectivamente), ao passo que a União “se eximiu de sua responsabilidade”.
E cita uma pesquisa do Ibope/CNI, divulgada na semana passada, segundo a qual 95% da população brasileira reivindica mais recursos para a área de saúde, ao passo que 82% avaliam que esses recursos poderão ser obtidos sem a criação de novos impostos.