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sábado, 19 de janeiro de 2013
Vereadores de oposição pedem a criação da Guarda Municipal para Taquaritinga do Norte .
Governo do Estado inicia drenagem para a navegabilidade do Capibaribe.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012
Quando a matemática eleitoral supera a vontade popular.
POSTADO EM 16 DE Outubro DE 2012
Por
Pedro Silveira, advogado
No último domingo de eleições, um caso específico chamou a atenção do Recife e vem causando indignação nas redes sociais: Edilson Silva, do PSOL, foi o terceiro candidato mais votado pelos recifenses para assumir uma das 39 vagas na Casa de José Mariano, angariando expressivos 13.661 votos, porém, não conseguiu se eleger.
Esse estranho fenômeno ocorre porque, no Brasil, para se “encontrarem” os candidatos eleitos, é preciso considerar o quociente eleitoral do município, que é um número mínimo de votos que cada partido ou coligação precisa receber para eleger seus candidatos. O número do quociente é encontrado através de uma divisão dos votos válidos do município, o que exclui os votos brancos e nulos, pelo número de cadeiras a serem preenchidas na Casa
De acordo com a técnica do quociente eleitoral, cada partido elegerá tantos representantes quantas vezes a totalidade de seus votos atingir o quociente. Para exemplificar: se o quociente, em determinado município, for equivalente a 10 mil votos, o partido ou coligação que conseguiu 25 mil votos elegerá seus dois vereadores mais votados.
Porém, o que acontece com os votos recebidos por partido ou coligação que não atingir o quociente eleitoral? A resposta está no §2º do Artigo 109 do Código Eleitoral, que é categórico ao afirmar que: só poderão concorrer à distribuição dos lugares os partidos políticos/coligações que tiverem atingido o quociente eleitoral. Ou seja, nossa legislação prevê uma verdadeira “cláusula de exclusão”, determinando que os votos recebidos pela legenda que não atingir o quociente serão friamente descartados, sendo irrelevantes para o sistema
No emblemático caso de Edilson, a soma dos seus próprios votos com os dos candidatos de sua coligação, formada pelos partidos PCB e PSOL, totalizou 16.015 votos, não atingindo, portanto, o quociente eleitoral, que, no Recife, foi de aproximadamente 22.600 votos. Assim, diante do fraco desempenho dos companheiros de chapa, mesmo que Edilson Silva fosse o candidato mais votado da cidade, com 15.775 votos, ele ainda não seria eleito!
Por outro lado, candidatos como Wilton Brito (PHS) e Eduardo Chera (PTN), que tiveram pouco mais de 4.000 votos cada um, menos de um terço do que conseguiu Edilson, estão com suas vagas garantidas na Câmara dos Vereadores pelos próximos quatro anos, tendo em vista que, com o auxilio dos votos dos demais candidatos, os respectivos partidos conseguiram atingir o quociente eleitoral.
O caso Edilson Silva não é inédito no Brasil. No ano de 2010, o ex-deputado federal João Caldas da Silva, do PMN de Alagoas, obteve mais de 150.000 votos para a Câmara Federal, sendo um do candidatos mais votados de seu estado. Porém, sua coligação não atingiu o quociente eleitoral e, como aconteceu com Edilson, o candidato não pode assumir o Outra aberração ocorreu em 1996, em Minas Gerais, onde 18 partidos concorriam a 11 vagas na Câmara de Vereadores do Município de Juatuba. Entretanto, das 18 agremiações políticas concorrentes, apenas uma chegou a atingir o quociente eleitoral, de forma que esse único partido ficou com todas as 11 vagas disputadas, sendo descartados os votos dados aos demais partidos.
Diante de situações como essas, tornou-se possível questionar se a aplicação da chamada “cláusula de exclusão”, que obriga a legenda a atingir o quociente eleitoral para se ver representada no Legislativo, estaria em confronto com os termos da Constituição Federal, que garante o pluralismo político como fundamento do Estado Democrático de Direito e determina que o voto terá valor igual para todos.
Tais indagações já foram feitas ao Tribunal Superior Eleitoral, no Mandado de Segurança nº 3.555. Todavia, dando um verdadeiro banho de água fria em muitos candidatos, a corte decidiu que a “cláusula de exclusão” não conflita com nenhum dos termos da Constituição Federal. Ou seja, ficaria do jeito que está: se a legenda não superou o quociente, não terá político eleito.
Desta forma, sabendo que a alteração do sistema eleitoral não deve partir do Poder Judiciário, resta refletir se a retirada da “cláusula de exclusão” deveria fazer parte de uma ampla e urgente reforma política, possibilitando que candidatos que obtiverem votações expressivas possam exercer seus mandados, conforme determina a vontade popular, independentemente do quociente eleitoral.
No último domingo de eleições, um caso específico chamou a atenção do Recife e vem causando indignação nas redes sociais: Edilson Silva, do PSOL, foi o terceiro candidato mais votado pelos recifenses para assumir uma das 39 vagas na Casa de José Mariano, angariando expressivos 13.661 votos, porém, não conseguiu se eleger.
Esse estranho fenômeno ocorre porque, no Brasil, para se “encontrarem” os candidatos eleitos, é preciso considerar o quociente eleitoral do município, que é um número mínimo de votos que cada partido ou coligação precisa receber para eleger seus candidatos. O número do quociente é encontrado através de uma divisão dos votos válidos do município, o que exclui os votos brancos e nulos, pelo número de cadeiras a serem preenchidas na Casa
De acordo com a técnica do quociente eleitoral, cada partido elegerá tantos representantes quantas vezes a totalidade de seus votos atingir o quociente. Para exemplificar: se o quociente, em determinado município, for equivalente a 10 mil votos, o partido ou coligação que conseguiu 25 mil votos elegerá seus dois vereadores mais votados.
Porém, o que acontece com os votos recebidos por partido ou coligação que não atingir o quociente eleitoral? A resposta está no §2º do Artigo 109 do Código Eleitoral, que é categórico ao afirmar que: só poderão concorrer à distribuição dos lugares os partidos políticos/coligações que tiverem atingido o quociente eleitoral. Ou seja, nossa legislação prevê uma verdadeira “cláusula de exclusão”, determinando que os votos recebidos pela legenda que não atingir o quociente serão friamente descartados, sendo irrelevantes para o sistema
No emblemático caso de Edilson, a soma dos seus próprios votos com os dos candidatos de sua coligação, formada pelos partidos PCB e PSOL, totalizou 16.015 votos, não atingindo, portanto, o quociente eleitoral, que, no Recife, foi de aproximadamente 22.600 votos. Assim, diante do fraco desempenho dos companheiros de chapa, mesmo que Edilson Silva fosse o candidato mais votado da cidade, com 15.775 votos, ele ainda não seria eleito!
Por outro lado, candidatos como Wilton Brito (PHS) e Eduardo Chera (PTN), que tiveram pouco mais de 4.000 votos cada um, menos de um terço do que conseguiu Edilson, estão com suas vagas garantidas na Câmara dos Vereadores pelos próximos quatro anos, tendo em vista que, com o auxilio dos votos dos demais candidatos, os respectivos partidos conseguiram atingir o quociente eleitoral.
O caso Edilson Silva não é inédito no Brasil. No ano de 2010, o ex-deputado federal João Caldas da Silva, do PMN de Alagoas, obteve mais de 150.000 votos para a Câmara Federal, sendo um do candidatos mais votados de seu estado. Porém, sua coligação não atingiu o quociente eleitoral e, como aconteceu com Edilson, o candidato não pode assumir o Outra aberração ocorreu em 1996, em Minas Gerais, onde 18 partidos concorriam a 11 vagas na Câmara de Vereadores do Município de Juatuba. Entretanto, das 18 agremiações políticas concorrentes, apenas uma chegou a atingir o quociente eleitoral, de forma que esse único partido ficou com todas as 11 vagas disputadas, sendo descartados os votos dados aos demais partidos.
Diante de situações como essas, tornou-se possível questionar se a aplicação da chamada “cláusula de exclusão”, que obriga a legenda a atingir o quociente eleitoral para se ver representada no Legislativo, estaria em confronto com os termos da Constituição Federal, que garante o pluralismo político como fundamento do Estado Democrático de Direito e determina que o voto terá valor igual para todos.
Tais indagações já foram feitas ao Tribunal Superior Eleitoral, no Mandado de Segurança nº 3.555. Todavia, dando um verdadeiro banho de água fria em muitos candidatos, a corte decidiu que a “cláusula de exclusão” não conflita com nenhum dos termos da Constituição Federal. Ou seja, ficaria do jeito que está: se a legenda não superou o quociente, não terá político eleito.
Desta forma, sabendo que a alteração do sistema eleitoral não deve partir do Poder Judiciário, resta refletir se a retirada da “cláusula de exclusão” deveria fazer parte de uma ampla e urgente reforma política, possibilitando que candidatos que obtiverem votações expressivas possam exercer seus mandados, conforme determina a vontade popular, independentemente do quociente eleitoral.
Postado por Jamildo
Melo
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Nesta quinta feira ,Eduardo Campos lança Chapéu de Palha Estiagem em Salgueiro .
POSTADO EM 16 DE Outubro DE 2012
O
governador de Pernambuco, Eduardo Campos, estará no município de Salgueiro
nesta quinta-feira (18), para fazer o lançamento do Programa Chapéu de Palha
Estiagem - voltado para os agricultores familiares já inscritos nos programas
Garantia Safra e Bolsa Estiagem. A solenidade está agendada para ocorrer às 9
horas, no Ginásio Poliesportivo da cidade.
Só no município serão entregues os cartões do programa a 2.325 famílias do campo que serão beneficiadas com o beneficio. Mas em todo Estado, segundo a Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária, o Chapéu de Palha estiagem beneficiará mais de 180 mil famílias, em 115 municípios, no valor de 280 reais para cada família.
A entrega dos cartões começa no dia 18 e segue até o dia 26 de outubro, sendo que os retardatários ainda podem receber ate 5 de novembro. A bolsa será dividida em quatro parcelas de R$ 70,00.
Só no município serão entregues os cartões do programa a 2.325 famílias do campo que serão beneficiadas com o beneficio. Mas em todo Estado, segundo a Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária, o Chapéu de Palha estiagem beneficiará mais de 180 mil famílias, em 115 municípios, no valor de 280 reais para cada família.
A entrega dos cartões começa no dia 18 e segue até o dia 26 de outubro, sendo que os retardatários ainda podem receber ate 5 de novembro. A bolsa será dividida em quatro parcelas de R$ 70,00.
Postado por Jamildo
Melo
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Dilma participará de comícios em três capitais no segundo turno.
POSTADO EM 16 DE Outubro DE 2012
Da
Agência Estado
A presidente Dilma Rousseff vai reforçar as campanhas para o segundo turno dos petistas Fernando Haddad, em São Paulo, e Nelson Pelegrino, em Salvador (BA), além de subir no palanque de Vanessa Grazziotin, candidata do PC do B à Prefeitura de Manaus (AM). A princípio programado para sexta-feira (19), o comício de Haddad foi transferido para sábado (20), a pedido do PT paulistano, segundo informou o Palácio do Planalto. A mudança ocorreu para evitar o esvaziamento, já que o comício coincidiria com o último capítulo da novela Avenida Brasil, da TV Globo.
Em compensação, os eleitores de Salvador que quiserem ver Dilma dando apoio a Pelegrino vão perder o final da novela ou esperar para assistir à reprise do folhetim no sábado, pois a visita da presidente à capital baiana teve de ser antecipada para o dia 19. Pelegrino disputa o segundo turno com Antonio Carlos Magalhães Neto, do DEM.
Já o comício de Manaus, no qual Dilma tentará ajudar a senadora Vanessa Grazziotin na briga com o candidato do PSDB, Arthur Virgílio, foi marcado para a próxima segunda-feira. Apesar dos apelos, a presidente não irá a Fortaleza (CE), onde há confronto direto entre o PT e o PSB do governador do Ceará, Cid Gomes.
Dilma gravou, no fim de semana, mensagens de apoio a candidatos do PT e aliados, que serão exibidas na propaganda eleitoral. Os ministros Alexandre Padilha (Saúde), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) também fizeram gravações nos últimos dias.
REFORMA MINISTERIAL - Além de ter batido o martelo sobre sua participação nos comícios em São Paulo - onde esteve no primeiro turno para pedir votos em Haddad -, Salvador e Manaus, Dilma reuniu nesta segunda-feira (15) seis ministros do PT, no Palácio da Alvorada. De acordo com informação de um dos participantes, a presidente avisou a eles que poderá necessitar de alguns ajustes na equipe, logo após a eleição, para acomodar representantes de partidos que passaram a fazer parte da aliança de candidatos petistas no segundo turno.
As principais apostas são de que Dilma abrirá uma vaga no ministério para o deputado Gabriel Chalita, candidato derrotado do PMDB que fechou apoio a Haddad. Chalita poderia entrar na vaga de Aloizio Mercadante no Ministério da Educação. Nesse cenário, Mercadante seria removido para outra pasta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
A presidente Dilma Rousseff vai reforçar as campanhas para o segundo turno dos petistas Fernando Haddad, em São Paulo, e Nelson Pelegrino, em Salvador (BA), além de subir no palanque de Vanessa Grazziotin, candidata do PC do B à Prefeitura de Manaus (AM). A princípio programado para sexta-feira (19), o comício de Haddad foi transferido para sábado (20), a pedido do PT paulistano, segundo informou o Palácio do Planalto. A mudança ocorreu para evitar o esvaziamento, já que o comício coincidiria com o último capítulo da novela Avenida Brasil, da TV Globo.
Em compensação, os eleitores de Salvador que quiserem ver Dilma dando apoio a Pelegrino vão perder o final da novela ou esperar para assistir à reprise do folhetim no sábado, pois a visita da presidente à capital baiana teve de ser antecipada para o dia 19. Pelegrino disputa o segundo turno com Antonio Carlos Magalhães Neto, do DEM.
Já o comício de Manaus, no qual Dilma tentará ajudar a senadora Vanessa Grazziotin na briga com o candidato do PSDB, Arthur Virgílio, foi marcado para a próxima segunda-feira. Apesar dos apelos, a presidente não irá a Fortaleza (CE), onde há confronto direto entre o PT e o PSB do governador do Ceará, Cid Gomes.
Dilma gravou, no fim de semana, mensagens de apoio a candidatos do PT e aliados, que serão exibidas na propaganda eleitoral. Os ministros Alexandre Padilha (Saúde), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência) também fizeram gravações nos últimos dias.
REFORMA MINISTERIAL - Além de ter batido o martelo sobre sua participação nos comícios em São Paulo - onde esteve no primeiro turno para pedir votos em Haddad -, Salvador e Manaus, Dilma reuniu nesta segunda-feira (15) seis ministros do PT, no Palácio da Alvorada. De acordo com informação de um dos participantes, a presidente avisou a eles que poderá necessitar de alguns ajustes na equipe, logo após a eleição, para acomodar representantes de partidos que passaram a fazer parte da aliança de candidatos petistas no segundo turno.
As principais apostas são de que Dilma abrirá uma vaga no ministério para o deputado Gabriel Chalita, candidato derrotado do PMDB que fechou apoio a Haddad. Chalita poderia entrar na vaga de Aloizio Mercadante no Ministério da Educação. Nesse cenário, Mercadante seria removido para outra pasta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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Gabriela López
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Maratona de Eduardo Campos começa hoje em Campinas no 2 º turno
O
governador Eduardo Campos iniciará hoje, às 19h, por Campinas (PSB), sua
maratona de viagens pelo Brasil a fim de apoiar candidatos a prefeito do PSB ou
de partidos aliados neste segundo turno da eleição municipal.
Na
segunda maior cidade de São Paulo enfrentam-se o deputado federal Jonas
Donizetti (PSB) e o economista Márcio Pochman (PT).
Este
último foi uma “invenção” do ex-presidente Lula como forma de renovar os
quadros do PT no Estado de São Paulo, a exemplo do que fez também com Fernando
Haddad, ora disputando o segundo turno com José Serra Serra (PSDB).
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PSDB precisa dar clareza à oposição ao PSB.
POSTADO EM 16 DE Outubro DE 2012
Ana
Lúcia Andrade, do Jornal do Commercio
O PSDB com Daniel Coelho vibra com o tamanho que saiu das urnas. O PSDB sob o comando do deputado federal Sérgio Guerra cuida do projeto nacional do partido, que pode se cruzar com o do PSB de Eduardo Campos. Diante da encruzilhada, a legenda, refiro-me ao comando, terá de indicar com muita exatidão que postura de oposição adotará ao governo socialista no Recife. Até como forma de preservar seus vereadores, que são os que responderão pela linha de frente desse trabalho.
Da clareza tucana dependerá a dimensão que essa “nova” oposição pode ganhar. Manter a amplitude do grupo, envolvendo os partidos já engajados (PPS, PSOL e DEM), e quem sabe até ratear uma “aliança branca” com a ala petista que na eleição se colocou claramente contra o PSB, também resultam da postura dos tucanos.
Para além do PSDB, há quem entenda, no bloco oposicionista que se forma, que o tom da oposição dependerá também da maneira de agir do prefeito eleito do Recife, Geraldo Julio (PSB). Principalmente na relação com o Legislativo. É aguardada a interlocução que o socialista fará com a Câmara no debate dos grandes projetos estruturadores para a cidade, por exemplo. O prefeito eleito é quem dará o primeiro passo. A reação (ou não) virá depois.
O PSDB com Daniel Coelho vibra com o tamanho que saiu das urnas. O PSDB sob o comando do deputado federal Sérgio Guerra cuida do projeto nacional do partido, que pode se cruzar com o do PSB de Eduardo Campos. Diante da encruzilhada, a legenda, refiro-me ao comando, terá de indicar com muita exatidão que postura de oposição adotará ao governo socialista no Recife. Até como forma de preservar seus vereadores, que são os que responderão pela linha de frente desse trabalho.
Da clareza tucana dependerá a dimensão que essa “nova” oposição pode ganhar. Manter a amplitude do grupo, envolvendo os partidos já engajados (PPS, PSOL e DEM), e quem sabe até ratear uma “aliança branca” com a ala petista que na eleição se colocou claramente contra o PSB, também resultam da postura dos tucanos.
Para além do PSDB, há quem entenda, no bloco oposicionista que se forma, que o tom da oposição dependerá também da maneira de agir do prefeito eleito do Recife, Geraldo Julio (PSB). Principalmente na relação com o Legislativo. É aguardada a interlocução que o socialista fará com a Câmara no debate dos grandes projetos estruturadores para a cidade, por exemplo. O prefeito eleito é quem dará o primeiro passo. A reação (ou não) virá depois.
Postado por
Gabriela López
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PSB,
PSDB
Sarney revisa convívio com Ulysses durante homenagem.
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Após atribuir, na sua biografia, os fracassos de seu Governo ao então presidente da Câmara, Ulysses Guimarães, a quem chamou de "político menor", o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), mudou o tom e, na última segunda-feira (15), durante sessão em memória aos 20 anos da morte do deputado, tentou passar a ideia de que ambos conviviam quase como almas gêmeas. "Até nossos desencontros foram enriquecedores, éramos remanescentes de um tempo raro que começava a desaparecer", disse Sarney para a plateia de admiradores de Ulysses, segundo o Estadão.
Sarney discursou logo após o vice-presidente da República, Michel
Temer (PMDB-SP), e contradisse o que mandou a sua biógrafa escrever. O texto
na ocasião sofreu duros ataques do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), para
quem - ao falar mal de Ulysses - Sarney adotou "um dos comportamentos
humanos mais reprováveis, que é atacar quem não pode se defender". No
livro, Sarney afirma que Ulysses Guimarães "não tem grandeza nem
espírito público. É um político menor, que tem o gosto da arte da política,
puro gosto do jogo, nada mais".
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Escrito por Magno Martins
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durante,
homenagem,
José Sarney,
Ulysses Guimaraes
sábado, 13 de outubro de 2012
Em São Paulo ,apoio político pode virar até Ministério.
POSTADO EM 12 DE Outubro DE 2012
Da Agência Estado, com o Blog
Ao anunciar suas alianças para o segundo turno da disputa pela a Prefeitura de São Paulo, PMDB e PTB negaram que tenham barganhado cargos para apoiar, respectivamente, Fernando Haddad(PT)e José Serra (PSDB). Os dois partidos só admitem negociar espaço no município caso seus candidatos sejam vitoriosos, mas, nos bastidores, as legendas negociam espaços no governo federal e no Estado após a eleição.
As equipes de Haddad e Serra querem evitar que as alianças eleitorais tenham a imagem de “troca-troca”. Depois do 2.º turno, entretanto, Gabriel Chalita (PMDB) - que declarou apoio à Haddad (PT) - deve ganhar um ministério em Brasília e Luiz Flávio Borges D’Urso (PTB) - que no segundo turno apoia Serra (PSDB) - deve ser nomeado o novo secretário de Justiça do Governo Estadual, de Geraldo Alckmin (PSDB). Situação parecida viveu a petista Marta Suplicy, preterida em nome de Haddad para disputar a prefeitura. Há poucas semanas ela finalmente entrou no guia de TV para pedir votos para seu companheiro de partido. Na semana seguinte foi nomeada Ministra da Cultura.
Pelas redes sociais, Marta
Suplicy confirma convite de Dilma para Ministério da Cultura
Na reunião que selou o apoio do PMDB a Haddad, o vice-presidente da República Michel Temer foi categórico ao negar que Chalita, o candidato derrotado do partido, vá ganhar um ministério no governo Dilma Rousseff como moeda de troca pela aliança. “Isso é uma maldade. Eu nunca discuti isso, por enquanto, com a presidente Dilma. Não há essa discussão”, afirmou o vice presidente, Depois de um encontro com Chalita e Haddad, em seu escritório político.
Para fechar o apoio ao candidato petista, o PMDB negociou um espaço para Chalita na Esplanada dos Ministérios em uma minirreforma que deve ser realizada depois das eleições municipais. Não há definição, no entanto, sobre a pasta que o candidato derrotado deve ocupar.
Temer teve um encontro anteontem com Dilma, ministros, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente nacional do PT, Rui Falcão. Publicamente, PT e PMDB apresentaram o acordo como uma união de propostas e programas para a cidade. “O acordo foi feito em torno de ideias”, explicou o vice-presidente.
Haddad se comprometeu a incluir em seu programa de governo propostas da campanha de Chalita,como o projeto das Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e o Centro de Monitoramento de Segurança.
LULA - A costura de apoios ao candidato do PT, Fernando Haddad, em São Paulo, vai restringir os palanques do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 2º turno. Lula não poderá fazer todos os comícios que pretendia. Não vai a Mauá, por exemplo, como pretendia, para apoiar o petista Donisete Braga, que disputa com Vanessa Damo, do PMDB. Essa foi a condição exigida pelo partido do vice-presidente Michel Temer em troca do apoio a Haddad na capital.
Lula pretende participar diretamente da campanha em Guarulhos, Santo André, Diadema e Campinas, em apoio, respectivamente aos petistas Sebastião Almeida, Carlos Grana, Mário Reali e Márcio Pochmann. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Na reunião que selou o apoio do PMDB a Haddad, o vice-presidente da República Michel Temer foi categórico ao negar que Chalita, o candidato derrotado do partido, vá ganhar um ministério no governo Dilma Rousseff como moeda de troca pela aliança. “Isso é uma maldade. Eu nunca discuti isso, por enquanto, com a presidente Dilma. Não há essa discussão”, afirmou o vice presidente, Depois de um encontro com Chalita e Haddad, em seu escritório político.
Para fechar o apoio ao candidato petista, o PMDB negociou um espaço para Chalita na Esplanada dos Ministérios em uma minirreforma que deve ser realizada depois das eleições municipais. Não há definição, no entanto, sobre a pasta que o candidato derrotado deve ocupar.
Temer teve um encontro anteontem com Dilma, ministros, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente nacional do PT, Rui Falcão. Publicamente, PT e PMDB apresentaram o acordo como uma união de propostas e programas para a cidade. “O acordo foi feito em torno de ideias”, explicou o vice-presidente.
Haddad se comprometeu a incluir em seu programa de governo propostas da campanha de Chalita,como o projeto das Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) e o Centro de Monitoramento de Segurança.
LULA - A costura de apoios ao candidato do PT, Fernando Haddad, em São Paulo, vai restringir os palanques do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 2º turno. Lula não poderá fazer todos os comícios que pretendia. Não vai a Mauá, por exemplo, como pretendia, para apoiar o petista Donisete Braga, que disputa com Vanessa Damo, do PMDB. Essa foi a condição exigida pelo partido do vice-presidente Michel Temer em troca do apoio a Haddad na capital.
Lula pretende participar diretamente da campanha em Guarulhos, Santo André, Diadema e Campinas, em apoio, respectivamente aos petistas Sebastião Almeida, Carlos Grana, Mário Reali e Márcio Pochmann. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Postado por Vinícius Sobreira
Um ex- gari é campeão de votos no Agreste.
POSTADO EM 12 DE Outubro DE 2012
Por Pedro Romero
Do JC Online
O ex-gari Josenildo Oliveira da Silva (PSD), 36, conhecido como Tio do Pastel, foi o vereador mais votado de Belo Jardim, no Agreste do Estado, com 2.490 votos. Ele começou a ganhar a vida vendendo lanches nas ruas da cidade, trabalhou como gari e, no ano passado, foi eleito para o Conselho Tutelar. Tio do pastel diz que só gastou cerca de R$ 5 mil na campanha.
“Estou feliz e agradecido a Deus, foi uma vitória difícil. Os humilhados serão exaltados”, disse o novo vereador, que fará parte da bancada de apoio ao prefeito eleito, João Mendonça (PSD).
Ele conta que o apelido vem dos tempos de menino, quando vendia lanches nas ruas e em lojas da cidade. “Eu perguntava: ‘tio, vai querer pastel’. E as pessoas acabaram me chamando de Tio do Pastel”.
Em 2010, Josenildo começou a trabalhar de gari para a empresa que faz o serviço de limpeza urbana de Belo Jardim. Como sempre realizou trabalhos sociais, principalmente voltados para a prática esportiva, um ano depois foi eleito para o Conselho Tutelar, com 647 votos.
Entre as ações que ele realiza está a campanha do agasalho, desenvolvida há dez anos e que recolhe roupas e alimentos para serem distribuídos em comunidades carentes. Também promove várias corridas e incentiva a prática esportiva para pessoas de todas as idades. “Gosto de correr, todos os anos participo da Corrida de São Silvestre, em São Paulo”, destacou.
Na segunda-feira (8), Tio do Pastel estava pelas ruas de Belo Jardim agradecendo os votos que recebeu e disse que pretende honrar o mandato. “Teve gente que gastou mais de R$ 330 mil e não se elegeu. Muita gente disse: ‘vou pegar o dinheiro deles (outros candidatos), mas vou votar em você’. Mas eu jamais comprei um voto, eu conquisto”, pontuou. Natural de Pesqueira, na mesma região, Tio do Pastel diz que já se sente um belojardinense.
Do JC Online
O ex-gari Josenildo Oliveira da Silva (PSD), 36, conhecido como Tio do Pastel, foi o vereador mais votado de Belo Jardim, no Agreste do Estado, com 2.490 votos. Ele começou a ganhar a vida vendendo lanches nas ruas da cidade, trabalhou como gari e, no ano passado, foi eleito para o Conselho Tutelar. Tio do pastel diz que só gastou cerca de R$ 5 mil na campanha.
“Estou feliz e agradecido a Deus, foi uma vitória difícil. Os humilhados serão exaltados”, disse o novo vereador, que fará parte da bancada de apoio ao prefeito eleito, João Mendonça (PSD).
Ele conta que o apelido vem dos tempos de menino, quando vendia lanches nas ruas e em lojas da cidade. “Eu perguntava: ‘tio, vai querer pastel’. E as pessoas acabaram me chamando de Tio do Pastel”.
Em 2010, Josenildo começou a trabalhar de gari para a empresa que faz o serviço de limpeza urbana de Belo Jardim. Como sempre realizou trabalhos sociais, principalmente voltados para a prática esportiva, um ano depois foi eleito para o Conselho Tutelar, com 647 votos.
Entre as ações que ele realiza está a campanha do agasalho, desenvolvida há dez anos e que recolhe roupas e alimentos para serem distribuídos em comunidades carentes. Também promove várias corridas e incentiva a prática esportiva para pessoas de todas as idades. “Gosto de correr, todos os anos participo da Corrida de São Silvestre, em São Paulo”, destacou.
Na segunda-feira (8), Tio do Pastel estava pelas ruas de Belo Jardim agradecendo os votos que recebeu e disse que pretende honrar o mandato. “Teve gente que gastou mais de R$ 330 mil e não se elegeu. Muita gente disse: ‘vou pegar o dinheiro deles (outros candidatos), mas vou votar em você’. Mas eu jamais comprei um voto, eu conquisto”, pontuou. Natural de Pesqueira, na mesma região, Tio do Pastel diz que já se sente um belojardinense.
Postado por Vinícius Sobreira |




