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terça-feira, 10 de abril de 2012

Senador paraibano vê incompatibilidade entre a corregedoria e o conselho de Ética .


Publicado em: 10-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil




Como já era previsto, o senador Vital do Rego Neto (PMDB-PB) foi indicado pelo líder Renan Calheiros para presidir o Conselho de Ética do Senado em substituição ao colega João Alberto (MA), ora secretário da governadora Roseana Sarney, mas rejeitou a indicação.

Ele alega que por ser corregedor da Casa não pode ser também o presidente da Comissão de Ética porque existe incompatibilidade entre as duas funções. Como corregedor, disse, ele pode pedir que o Conselho de Ética julgue a conduta de determinado senador, o que o deixaria ao mesmo tempo na função de “acusador” e “juiz”.

Em função da sua recusa, o líder Renan Calheiros (PMDB-AL) deve indicar outro senador nesta terça-feira.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Cristovam Buarque : a opinião que o Senado tinha de Demóstenes era a mesma que a sociedade também tinha .


Publicado em: 03-04-2012 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil




O senador (pernambucano do Recife) Cristovam Buarque (PDT-DF) disse hoje à Rádio CBN que não se arrepende de ter ido à tribuna da Casa, no último dia 6 de março, para prestar solidariedade ao colega Demóstenes Torres (DEM-GO), acusado de ter ligações com o contraventor Carlinhos Cachoeira, porque, à época, o Brasil inteiro o tinha na conta de um político sério, honesto e intransigente com denúncias de corrupção.

“Fui, sim, um dos 44 senadores que saíram em defesa dele, que infelizmente dizia uma coisa e fazia outra”, afirmou o pedetista.

A seu ver, o presidente do Senado, José Sarney, deve designar o mais breve possível o presidente da Comissão de Ética para que ela instale o processo de cassação do mandato de Demóstenes por quebra do decoro parlamentar.

É que o presidente interino, senador Jayme Campos (DEM-MT), já se declarou impedido porque é do mesmo partido de Demóstenes.

PR se une a PTB no senado e volta à base do governo.

 


POSTADO EM 03 DE Abril DE 2012

Do Estadão.com


BRASÍLIA - A bancada do PR no Senado saiu da oposição e voltou para a base do governo. A operação de retorno foi articulada pelo líder do PTB no Senado, Gim Argello (DF), que anunciou no início da tarde desta terça-feira, 3, a formação de um bloco parlamentar com o PR.

PR e PTB têm juntos 12 senadores, seis de cada partido. O bloco, entretanto, que já é a terceira força política na Casa, atrás apenas do PMDB e do PT, ainda pode crescer. Estão sendo convidados a participar os dois senadores do PSD, Kátia Abreu (TO), Sérgio Petecão (AC); e o único senador do PSC, Eduardo Amorim (SE), que atualmente está licenciado por motivos de saúde.

Gim Argello, que é vice-líder do governo no Senado, será também o líder do bloco, que terá na vice-liderança o atual comandante do PR, senador Blairo Maggi (MT). Blairo rompeu com o governo, em 14 de março, inconformado com os maus tratos ao partido que, segundo ele, foi a única legenda da base que teve problemas no ministério e não pode indicar o substituto do ministro demitido pela presidente Dilma Rousseff.

Para protestar contra a "discriminação" o PR saiu da base. Agora, porém, diz que volta, porque o PTB é aliado do governo e não teria como formar o bloco sendo oposição. Ou seja, a oposição do partido ao governo durou somente 20 dias.

Gim e Blairo estiveram no final desta manhã com a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, e comunicaram à presidente Dilma a formação do bloco e o retorno do PR à tropa governista. "Foi uma conversa muito rápida, mas a presidente ficou feliz de me ver novamente lá no Planalto e propôs uma nova conversa com o partido", disse Blairo

Postado por Diogo Menezes

terça-feira, 27 de março de 2012

Senado aprova fim do pagamento dos 14º e 15º salários.

 
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou no início da tarde desta terça-feira (27) o fim do 14º e do 15º salários, benefício que era pago aos senadores e deputados federais. Para valer efetivamente, o projeto ainda tem de passar pelo plenário do Senado. Aprovado por unanimidade, o relatório do senador Lindbergh Farias (PT-RJ) vai agora à Comissão da Mesa Diretora, onde será tratado internamente.

O projeto prevê que os parlamentares recebam apenas duas ajudas de custo durante todo o mandato, uma no início e outra no fim. Atualmente, os dois são pagos anualmente. O custo com o pagamento dos extras no Senado, nos oito anos de mandato, é de R$ 34,6 milhões. A Câmara dos Deputados gasta, em quatro anos, R$ 109,6 milhões. No caso específico dos senadores, além de receberem os extras, eles não pagam Imposto de Renda. (Do Correio Braziliense)

Escrito por Magno Martins.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Sarney recebe a bancada emancipalista no senado Federal .














Presidente do senado José Sarney . 

Publicado em: 14-11-2011 | Por: Inaldo Sampaio | Em: Blog, O Brasil, O Nordeste

Deputados dos Estados de Pernambuco, Ceará e Maranhão, entre os quais José Augusto Maia (PTB-PE), Domingos Neto (PSB-CE) e Chiquinho Escosse (PMDB-/MA), além do senador Clóvis Fecury (DEM-MA), foram recebidos por Sarney, na semana passada, para tratar da regulamentação da Emenda Constitucional nº 15/96.
Esta Emenda retirou das Assembleias Legislativas a competência de desmembrar e criar novos municípios.
Para criá-los, falta a aprovação de uma Lei Complementar estabelecendo critérios objetivos, como, por exemplo,  número mínimo de habitantes, número mínimo de casas de alvenaria, etc.
Segundo José Augusto, a prerrogativa das Assembleias Legislativas para criar novos municípios vigorou até 1996 quando a Emenda Constitucional nº 15 estabeleceu que caberia ao Congresso Nacional aprovar uma Lei Complementar determinando o período em que um município poderia ser criado.
“Só que essa lei não foi votada e os distritos do nosso país estão com prejuízo muito grande”, disse o deputado pernambucano.
Sarney prometeu apoio (sem muita convicção) mas sugeriu à Frente Parlamentar que procurasse o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), para intermediar uma audiência com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti.