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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Deputados do PSD devem eleição aos ex. partidos .

23 de fevereiro de 2012 |

DANIEL BRAMATTI - Agência Estado

Dos atuais 47 deputados federais do recém-criado PSD, 46 tiveram votos insuficientes para se eleger por conta própria. Eles só chegaram ao Congresso graças à votação de seus antigos partidos - que, além de ter as bancadas reduzidas, ainda correm o risco de perder pelo menos R$ 13 milhões por ano para a legenda capitaneada pelo prefeito Gilberto Kassab.

O fato de não ter uma bancada eleita com votos próprios fragiliza o argumento do PSD de que, como terceiro maior partido na Câmara, teria direito a fatias maiores dos recursos do Fundo Partidário e do horário de propaganda eleitoral.

Atualmente, a legenda de Kassab é tratada como "nanica" pela Justiça Eleitoral: recebe menos de 0,2% do Fundo Partidário. Isso porque 95% dos recursos públicos destinados ao financiamento dos partidos são divididos de acordo com o número de votos para a Câmara dos Deputados - e o PSD não participou da última eleição.

Pelo mesmo motivo, a bancada do partido não é contabilizada no rateio da propaganda eleitoral gratuita, proporcional ao número de deputados eleitos por cada legenda.

A situação pode mudar se o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) acolher uma ação que pede a redivisão do Fundo Partidário. Kassab e seus aliados alegam que os parlamentares, ao trocar de legenda, levam consigo os direitos relacionados à sua votação.

Um parecer da assessoria jurídica da presidência do TSE considerou que o pedido do PSD não é descabido. Mas nada garante que o parecer seja levado em conta pelos ministros que decidirão a questão, em data a ser definida.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

PSDB manobra para esvaziar prévias ,e históricos do partido já acusam desgaste



Se Serra não se decidir até o dia 4, cúpula deve pressionar vencedor de prévia e guardar lugar

Julia Duailibi e Sonia Racy - O Estado de S. Paulo

SÃO PAULO - Sem nunca ter realizado disputa interna para escolher um candidato, a cúpula do PSDB paulistano trabalha agora para transformar o mecanismo que o próprio partido apontou como o mais "democrático" em um mero jogo de cena. Nos bastidores, líderes tucanos articulam para que o vencedor da prévia, marcada para março, segure a cadeira até a entrada do ex-governador José Serra no palco como candidato. Por conta de manobras como essa, tradicionais quadros tucanos já rechaçam a condução do processo pela direção do partido no Estado.

"O PSDB vai definhar se continuar sendo apenas um clube parlamentar e uma federação de ‘caciquias’ estaduais. Esse papel o PMDB faz mais e melhor. Se quer se conectar com a sociedade, como seus dirigentes dizem querer, o PSDB precisa se conectar com seus filiados, para começar. As prévias em São Paulo representam um passo na direção certa", afirmou o cientista político Eduardo Graeff, secretário-geral da Presidência no governo FHC (1995-2002)

Defendida pelo governador Geraldo Alckmin há mais de oito meses como uma saída para o partido escolher o candidato, num cenário em que Serra dizia que não iria concorrer (em janeiro ele avisou aliados que estava fora da disputa), a prévia acabou se tornando um problema com a aproximação do prefeito Gilberto Kassab (PSD) do PT.

Serra já analisa cenários para ser candidato a prefeito, mas ainda não se decidiu. Ele pretende usar o carnaval para pensar sobre a possibilidade. Os tucanos, por sua vez, gostariam que ele se decidisse antes da realização da prévia, marcada para 4 de março. Como não há uma garantia de que isso aconteça, a cúpula decidiu bancar a consulta e, em seguida, trabalhar para convencer o vencedor a guardar o lugar para Serra. Conforme informou ontem à tarde a coluna Direto da Fonte, Serra foi visto em Buenos Aires junto de Andrea Matarazzo, secretário estadual da Cultura e um dos pré-candidatos inscritos na prévia.

A proposta da cúpula tucana é montar uma "chapa pura" com Serra como candidato e Matarazzo na vice, já que o DEM e o PSD, potenciais aliados do PSDB, não se entendem sobre a possibilidade de indicar o vice. Os democratas não aceitam a possibilidade de Kassab escolher um nome.

Reação. Neste mês, Alckmin tentou segurar a prévia e pediu a interlocutores que convencessem Serra a ser candidato. O processo interno, porém, foi amadurecido pelo diretório estadual e os pré-candidatos, Matarazzo, Bruno Covas, José Aníbal e Ricardo Tripoli, reagiram à manobra.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Cota do PSD no fundo Partidário de 2011 passa de 10 Milhões .

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O prefeito Gilberto Kassab (Foto: Paulo Liebert/AE)
Depois do dia 28 de setembro, prazo final para filiação de parlamentares, o PSD entrará no Tribunal Superior Eleitoral com recurso para obter não só o tempo de televisão mas, principalmente, direito ao reparte do fundo partidário.
Com uma bancada de 57 deputados, se existisse desde o início do ano, o PSD teria direito de janeiro a setembro – em uma conta extraoficial, baseada em algo como 3 milhões de votos em 2010 – a mais de R$ 10 milhões.
O prefeito Gilberto Kassab já encomendou ao advogado do PSD, Admar Gonzaga, estudo jurídico sobre o tema. Gonzaga adianta ao Poder Online:
- Tenho milhares de argumentos para requerer o fundo para o PSD. Já a partir deste mês o partido tem direito ao percentual mínimo de todas as legendas, de 5%. A lei tem que atender o fim social, não pode inviabilizar a organização do partido.
De acordo com a Lei 11.459/2007, 5% do fundo partidário – cujo total de janeiro a setembro foi de R$ 265 milhões – é distribuído proporcionalmente a todos os partidos e 95% proporcional ao número de votos da última eleição para a Câmara. No entendimento de Gonzaga, a Justiça não pode deixar “um partido enorme como este sem recursos até 2014, seria paradoxal: permitir sua existência e depois deixar de sustentá-la financeiramente”.
O advogado cita, inclusive, jurisprudência. Recentemente, o PPS conseguiu suspender decisão do TSE que o punia com seis meses de interrupção no repasse do fundo partidário por irregularidade na prestação de contas. O argumento foi a inviabilidade de sobrevivência do partido.
- E o PPS é um partido muito menor do que o PSD – diz Gonzaga.
De janeiro a setembro,o fundo partidário ficou assim (em R$):
PT – 32.929.750,40
PMDB – 25.296.983,19
PSDB – 22.893.585,31
DEM – 14.595.966,33
PP – 14.568.712,34
PSB – 13.933.274,94
PR – 13.234.105,02
PDT – 9.957.090,83
PTB – 8.448.708,36
PV – 7.706.728,63
PSC – 6.476.336,13
PCdoB – 5.848.508,00
PPS – 4.094.529,08
PRB – 3.938.504,47
PMN – 2.586.654,04
PHS – 1.938.742,65
PTC – 1.552.837,86
PSL – 1.232.432,41
PRTB – 1.025.354,29
PCO, PCB, PTdoB, PSDC, PRP,PTN e PSTU receberam menos de 1 milhão.

Fonte : poder On Line

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

EXCLUSIVO : Elias Lira mais um a trocar o DEM pelo PSD .

O Prefeito de Vitória de Santo Antão Elias Lira. 

O Prefeito de Vitória de Santo Antão  Elias Lira acaba de informar com exclusividade que deixou o DEM e que vai para o PSD .
A filiação de Elias está prevista para ás 15 horas nesta quarta feira dia 05 de outubro na sedce do diretório regional do partido de Kassab no Recife.
Elias Lira é portanto o último remanecente dos democratas em Pernambuco resta saber  então a quem caberá a tarefa de apagar a luz e fechar a porta do DEM, provavelmente o prefeito de Belo Jardim Marcos Coca  Cola .

Fonte : Blog do Magno Martins .

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Prefeito Toinho do Pará ainda não definiu sua filiação .


Prefeito de Santa Cruz do Capibaribe Toinho do Pará.

O Prefeito de Santa Cruz do Capibaribe Toinho do Pará confidenciou a um blog durante a assembléia intinerante que ainda não definiu sua filiação partidária .
O Prefeito declarou que existe a possibilidade de se filiar ao PP ao PT ou até mesmo ao PSB '' Estou analisando qual a  melhor possibilidade tendo em vista o PP e o PT fui convidado também para entrar no PSB pelo próprio governador .
Por outro lado tem o PTB que doutor Armando Monteiro já mim falou que não quer mim vê fora do partido .


Fonte : Diario da Sulanca.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Base Aliada faz greve branca na Câmara Federal.

Congresso Vazio o País sem trabalho.

A primeira retaliação do congresso as demissões nos ministérios e a demora na liberação de emendas de parlamentares ao orçamento da união foi anúnciada omtem dia 10 de agosto por lideres da base aliada que decidiram fazer uma greve branca e obstruir todas as votações da Câmara até a próxima semana pelo menos .
Além disso o PMDB do vice presidente Michel Temer e dos ministros Wagner Rosa (Agricultura) e Pedro Novais(Turismo) dois ministros envolvidos em denúncia de desvio de recursos e outras irregularidades .
Liderou a formação de um bloco informal com os seguntes partidos: PR, PP, PTB, PSC, com 201 deputados e deram o recado claro ao planalto em tom de ameaça não votam nada até os problemas sejam resolvidos .
Um dos lideres partidário que participou da criação desse bloco informal resumiu os problemas enquanto não resolver os problemas das emendas e cargos não se vota em mais nada o que um partido decidir terá o apoio de outro .
O ambiente no congresso está pessímo principalmente depois das investigações do planalto contra os ministérios partidários .
Assim um clima de desconforto e instabilidade em função dos últimos acontecimentos políticos mais há um esforço e é de interresse da sociedade que a estabilidade política volte na Câmara afirmou o presidente da casa Marco Maia do PT -RS.
Apesar de não existir no regimento á figura do bloco formal os cinco partido de agir conjuntamente os seus dirigentes cobram do planalto um cronôgrama para liberar emendas além de tratamento mais solidário .
O planalto prometeu apresentar proposta na terça feira a quanto tempo venho avisando que a insatisfação generalizada na base o resultado vemos agora nínguém vota nada resume o líder do PR o deputado Lincon Portela  de MG.
Dentro da ação do governo para controlar a insatisfação a ministra de relações institucional Ideli Salvatti procurou o ex. ministro dos transportes Alfredo Nascimento e no meio da tarde o líder do governo na Câmara Cândido Vacarezza do PT- SP e reuniu com os lideres aliados e o presidente da Câmara Marco Maia para uma última tentativa de retorná as votações .
Sem sucesso foi informado de que eu teria muito problema hoje no caso na terça feira dia 09 de agosto difilmente haverá corúm há um cansaço , uma fadica mais acho que na semana que vem melhoraria disse  Vacarezza .
A noite as noite ás reuniões continuaram de acordo votação só na semana que vem em outros assuntos os partidos aliados decidiram se unir para blindar seus ministérios .
Na operação registrada na Câmara e no senado o PMDB e o PT se aliaram para defender os ministros da agricultura Wagner Rosa PMDB e Mário Negromonte do PP ambos tiveram quarta feira dia 10 de agosto para explicar as denúncias de corrupção em suas pastas .
O esculdo de proteção em torno de Negromonte foi tão forte que o seu depoimento na comissão de desenvolvimento urbano da Câmara acabou transformando-se  em um ato de desagravo .

Blog do Jamildo .
informação do JC.